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Câmara e lojas de Azeméis promovem compras de Natal repartindo 5.000 euros por clientes

A Associação Comercial e a Câmara de Oliveira de Azeméis estão a procurar cativar mais compras natalícias para o comércio tradicional do concelho, disponibilizando pelos clientes locais o que hoje descreveram como “5.000 euros em vales de desconto”.

Na prática, a autarquia vai distribuir 500 vales de 10 euros cada por consumidores que tenham adquirido mais de 25 euros nas lojas aderentes à iniciativa, que já está a decorrer com o apoio da Associação Comercial dos Concelhos de Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra (ACCOAVC).

“Já estão certamente mais de 50 lojas envolvidas no projecto e ele continua aberto a todos os estabelecimentos comerciais do concelho, qualquer que seja a sua área de actividade, desde que solicitem primeiro a sua adesão”, explica à Lusa o presidente da câmara municipal, Joaquim Jorge Ferreira.

Manuel Tavares, presidente da ACCOAVC, diz que o procedimento é fácil, “bastando os comerciantes dirigirem-se à associação e solicitarem as cadernetas com 50 senhas cada uma”.

Por cada 25 de euros em compras, acumuladas de forma parcelada ou numa única visita ao mesmo estabelecimento, cada cliente terá então direito a uma senha identificada com determinado número.

Depois, no dia 06 de janeiro, técnicos da autarquia e da ACCOAVC irão seleccionar, entre todos os cupões numerados, os 500 que serão trocados por um vale individual de 10 euros para descontar em compras de valor igual ou superior em qualquer um dos espaços comerciais aderentes.

“Como esta é a primeira vez que temos a iniciativa, começamos com 500 vales, mas, consoante o número de consumidores a participar este ano, o valor a distribuir no próximo Natal pode ser muito maior do que estes 5.000 euros iniciais”, antecipa Joaquim Jorge Ferreira.

Uma particularidade da medida é que a participação implica que as senhas numeradas sejam entregues nos serviços de atendimento ao munícipe da Câmara, na ACCOAVC ou na Loja de Turismo de Oliveira de Azeméis “sempre com as devidas facturas das compras”.

Os promotores da iniciativa querem assim garantir não só uma maior dinamização do comércio tradicional local, mas também um comportamento fiscalmente “mais responsável” por parte de comerciantes e consumidores.

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