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Charanguinha desiludida com a classificação

O presidente da Escola de Samba Charanguinha, Carlos Granja, não esconde a desilusão pela forma como alguns jurados avaliaram a sua escola, “tendo-nos presenteado em alguns quesitos com nota mínima, ou seja, para esses estava tudo muito mal”.

Esta sua “manifestação de desagrado” vem na sequência do sentimento de indignação que se vive no seio da Charanguinha que se classificou em segundo lugar, na categoria de escolas de samba, logo atrás da Costa de Prata. Embora respeite todos os jurados e “entendamos que a sua condição (…) também não é fácil, exigimos o máximo de rigor e de interpretação clara dos regulamentos, com a máxima imparcialidade”. Só assim, defende, “é possível progredir”, refere, em mensagem publicada nas redes sociais.

Como quem não se sente não é filho de boa gente, “jamais nos calaremos perante as injustiças”. “E assim nos sentimos, injustiçados”. Carlos Granja está convicto de que as classificações “não espelham em nada a realidade”. “Respeitamos inteiramente as demais concorrentes, que também trabalharam afincadamente para que o seu trabalho fosse o melhor, pelo que a todos(as) reconhecemos muito mérito”.

De resto, assegura que o balanço é positivo, garantindo que a Charanguinha está de regresso, pois “foram ultrapassadas todas as dificuldades que fomos encontrando pelo caminho e a união que muito almejávamos tornou-se realidade”.

E entre muitos agradecimento a quem contribuiu para o sucesso do “Rei da Pop”, promete: “Este caminho continuará, pois não somos de desistir. O que nos desilude torna-nos mais fortes”.

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