Quinta-feira , 21 Junho 2018
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Está na hora de comprar um relógio

Está na hora de comprar um relógio

Quase todos já passamos por aquele momento, aquele impulso. Para muitos é um desejo, um puxão. Comprar um relógio para deixar que nos regule a vida é quase um rito de passagem.

Mas o que é um bom relógio? Para muitos, é um sinal exterior do esforço que se fez para ser autêntico, que não estamos satisfeitos em contar o tempo a partir do telemóvel.

Mas relógios há muitos. E na hora de o comprar é preciso saber pequenas coisas: sabe que pode fazer essa compra online na loja dos “Relógios”? Confortável e rápido. O seu modelo preferido vem ter a sua casa.

Mas antes: Sabe a diferença entre um relógio de quartzo e um movimento automático?

O primeiro passo para possuir o relógio dos seus sonhos é entender os fundamentos do que os faz funcionar. Sim, literalmente. Isso significa uma palavra rápida sobre a importância dos ‘movimentos’.

O mecanismo dentro de um relógio é o “motor” complicado que alimenta aquilo que brilha no pulso. Na relojoaria moderna existem dois tipos de movimento. O primeiro é o quartzo, que usa um oscilador, regulado por um pedaço de quartzo e alimentado por uma bateria, para manter o tempo. A maioria dos relógios usa movimentos de quartzo, uma vez que são mais baratos e extremamente precisos.

O segundo tipo de movimento é quando as coisas ficam interessantes. Para os amantes de relógios “reais”, apenas os movimentos mecânicos são uma forma aceitável de alimentar um relógio. Embora existam alguns modelos de corda manual, a maioria dos movimentos mecânicos são agora “automáticos”.

Um calibre automático funciona usando o movimento do pulso do usuário para enrolar a mola principal, que por sua vez acciona o relógio. As grandes marcas de relógios, como a Rolex, Patek Philippe e Omega, produzem movimentos internos, que são exaustivamente testados antes de serem colocados à venda. Outras empresas de relógios compram calibres prontos de fabricantes especializados, como ETA ou Sellita, que são usados em inúmeros automáticos de médio porte.

Diz-se que “a coisa menos importante que um relógio faz é dizer a hora”. As pessoas gostam de relógios mecânicos pelo mesmo motivo que preferem um clássico Jaguar E-Type ao invés de um Toyota moderno ou discos de vinil na vez dos MP3’s.

Não é apenas o que algo faz, mas como faz.

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