Quinta-feira , 26 Abril 2018
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Executivo aprova um “dos mais elevados níveis de execução da história”

Executivo aprova um “dos mais elevados níveis de execução da história”

As contas de 2017 da Câmara de Ovar, aprovadas pelos sete eleitos social-democratas, reflectem o que o presidente da autarquia classificou hoje como “um dos mais elevados níveis de execução” na história do município.

Tendo por base um orçamento na ordem dos 35 milhões de euros, o relatório de contas de 2017 apresenta uma despesa paga superior a 22,5 milhões de euros, uma taxa de execução global de 96% na receita e de 86% na despesa, e um crescimento de 13% face ao ano anterior.

Para o presidente da Câmara, Salvador Malheiro, isso representa “um dos mais elevados níveis de execução da história do município” e “denota uma gestão séria e rigorosa, preocupada com a elaboração de orçamentos realistas”.

“Significa que 2017 foi um ano de concretização, em que muitos sonhos das comunidades locais foram alcançados”, realçou o presidente da autarquia que nas últimas eleições viu o seu Executivo aumentar de sete para nove elementos devido ao crescimento demográfico da população.

Outros fatores que Salvador Malheiro realçou na interpretação do relatório de contas são as receitas municipais a um nível “estável”, uma “clara predominância das receitas correntes” e um “crescimento assinalável das transferências de capital” graças a ‘overbooking’ do Quadro de Referência Estratégico Nacional para o período 2007/2013 e às primeiras comparticipações do Portugal 2020,

As despesas aumentaram 11,11% em relação a 2016, mas as despesas de capital também apresentaram uma variação positiva de mais 38,18% e, no que ser refere a dívida, “2017 foi o ano em que essa se apresentou no valor mais baixo do milénio”.

Feitas as contas, a Câmara Municipal de Ovar conseguiu “libertar 4,5 milhões de euros para a concretização de investimento”, disse.

Quanto ao que foi concretizado com as verbas restantes, Salvador Malheiro destacou o investimento municipal de mais de 1,3 milhões de euros na rede de águas pluviais e na pavimentação de arruamentos na freguesia de Maceda, e a empreitada da rede de águas residuais na freguesia de Arada, cuja execução se prolongará neste ano.

Além de outras obras nesses domínios, a autarquia investiu também na requalificação da Barrinha de Esmoriz e dos cais do Puxadouro e do Bico do Torrão, na reconstituição dunas das praias do Furadouro e Torrão do Lameiro, a manutenção do esporão sul de Cortegaça, e a demolição de barracas e construções precárias instaladas há “dezenas de anos” na duna primária da Praia Velha, em Esmoriz.

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