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“Hospital de Ovar Sem Papel” é finalista no Prémio Saúde Sustentável

O projecto “HOSP: Hospital de Ovar Sem Papel”, que assinala na próxima quarta-feira o seu segundo aniversário, é um dos três finalistas na categoria “Cuidados Hospitalares” do Prémio Saúde Sustentável 2019.

“O balanço de dois anos no processo de desmaterialização de registos e processos é francamente positivo, mas estamos cientes de que ainda há muito para fazer”, diz o presidente do Conselho Directivo do Hospital Dr. Francisco Zagalo – Ovar (HFZ-Ovar), Luís Miguel Ferreira.

“Graças ao esforço de todos os profissionais neste processo de transformação digital, hoje consumimos quase metade do papel do que era consumido no início do projecto e o nosso exemplo está a ser seguido por outras unidades do país”, salienta.

“Somos hoje o hospital do país com melhor desempenho no indicador ‘Receitas sem Papel Totalmente Desmaterializadas’ e há colaboradores que, graças ao projecto, desempenham missões mais enriquecedoras do ponto de vista pessoal e com maior valor acrescentado para a nossa instituição”, frisa, referindo ainda “a
enorme preocupação que continua a prevalecer em todas as acções com a inclusão digital dos profissionais e utentes”.

O Prémio Saúde Sustentável – já na sua oitava edição e que conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República – é uma iniciativa do Jornal de Negócios e da farmacêutica Sanofi Portugal orientada para a divulgação e incentivo de boas práticas da sustentabilidade da saúde em Portugal.

O ex-Presidente da República Jorge Sampaio preside ao júri que irá seleccionar os vencedores dos galardões por cinco categorias – “Cuidados Primários”, “Cuidados Hospitalares”, “Cuidados Continuados”, “Projectos Especiais Integrados” e “Prevenção e Promoção da Saúde”.

Os vencedores do Prémio Saúde Sustentável são revelados dia 21 de novembro numa cerimónia que se vai realizar no Museu do Oriente, em Lisboa.

O “HOSP: Hospital de Ovar Sem Papel” é um projecto-piloto que foi lançado a 04 de outubro de 2017 – numa sessão que contou com a presença (por videoconferência) do então ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes -, visando reduzir a utilização do papel na unidade, privilegiando os registos e processos electrónicos.

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