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Nas ruas e vielas, a música está “Na Kalha”

Nova proposta cultural para Ovar vai decorrer no dia 22 de setembro

“Na Kalha” é o nome de uma nova proposta cultural para Ovar que vai decorrer no dia 22 de setembro, nas ruas da cidade. Designado “Na Kalha – Street Musicians Fest”, o certame é uma iniciativa do Colectivo Terylene, três amigos de Ovar que acharam que podia ser interessante avançar com a ideia.

Nuno Pinto, do Colectivo Terylene, quis experimentar algo diferente: “O que normalmente sucede é que as ideias surgem mas concretizam-se com dinheiros dos outros”. desta vez, “vamos dinamizar tudo a título particular, sem recurso a apoios, autarquias ou recursos públicos, porque consideramos que é importante agitar e dinamizar o tecido económico local”.

Normalmente, eles tocam nas grandes cidades sem serem convidados. Ovar é uma cidade média e, portanto, os músicos virão convidados pelo colectivo, mediante uma ajuda financeira dos próprios Terylene. “Uma ajuda pouco significativa”, realça o próprio Nuno Pinto. Aliás, muitos deles “vêm actuar ao chapéu”, ou seja, os transeuntes que passarem poderão ajudá-los financeiramente.

Habituado a outras organizações, Nuno Pinto refere que, apesar de serem convidados podiam não querer vir, mas a verdade é que são eles próprios a “demonstrarar vontade em vir cá”. Aliás, os músicos interessados em juntar-se a este dia ainda podem contacar a organização na página do Facebook, onde também está o endereço de email.

O colectivo quer que este seja “um encontro organizado mas com abertura permanente a novas pessoas e artistas”. Confirmados está já Daniel Reis (Pan), Patrícia Pereira (na foto), entre outros, mas também instrumentos de sopro, guitarras, etc, diversos estilos musicais a tocarem em ruas e vielas da cidade para criar essa envolvência urbana e citadina ao centro da cidade de Ovar.

O convite é para sair de casa, porque o “Na Kalha” “só vai funcionar se as pessoas saírem à rua, não é um festival fechado nele próprio, é, sim, virado para as pessoas se sentirem descontraídas e relaxadas”. “Só assim fará sentido”, resumiu. (Foto: Viver o Porto)

 

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