Opinião

Por que é que já não podemos viver sem os dispositivos médicos? – João Gonçalves

Pense numa situação de emergência médica. Subitamente sofre um ataque cardíaco ou uma apendicite aguda.

Os dispositivos médicos são essenciais para ultrapassar esses momentos de crise e podem salvar a sua vida, na medida em que permitem aos profissionais de saúde fazer o diagnóstico e tratar de forma rápida e efetiva as mais variadas doenças, e evitar que elas tenham consequências graves e mortais.

As economias geradas por tratamentos com novas tecnologias médicas, mais rápidos e eficazes, permitem, antecipar o regresso à rotina normal, reduzir os custos de hospitalização e a consequente fatura a pagar pelos doentes ou pelos respetivos sistemas de saúde e diminuir as filas de espera de quem aguarda ser intervencionado.

Com os modernos equipamentos médicos os profissionais de saúde podem aceder a melhor e mais célere informação. As atuais tecnologias permitem o auto controle e gestão de uma doença crónica, como por exemplo a asma ou a diabetes, de uma forma independente e eficiente, com a ajuda de equipamento adequado e de um simples smartphone.

Em suma, os dispositivos médicos são usados para efeitos de diagnóstico, prevenção, controlo, tratamento ou atenuação de uma doença, lesão ou deficiência. Acrescentam valor, representam ganhos em saúde e contribuem para atingir melhores resultados na prestação de cuidados e na melhoria de qualidade de vida dos doentes.

Para aumentar a sensibilização para o contributo dos dispositivos médicos, a APORMED vai promover, pela segunda vez em Portugal, a Semana Europeia dos Dispositivos Médicos, de 13 a 17 de junho.

Mais informações em www.apormed.pt.

João Gonçalves
Secretário-Geral da APORMED

*artigo escrito com a nova ortografia

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