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“Sem o cerco teríamos perto de cem mortos”

Em Ovar, o último balanço dá conta de 13 vítimas mortais e 277 infectados.

No último balanço publicado nas redes sociais, o presidente da Câmara Municipal considera que os resultados são animadores e reforça que o cordão sanitário tem sido essencial para evitar um contágio descontrolado.

Apesar deste aumento dos infectados e óbitos, “há que ter noção de que a nossa taxa de crescimento é claramente inferior à que se verifica em termos nacionais: se nós estivéssemos a evoluir ao ritmo de Portugal, hoje não teríamos 277 infetados e estaríamos, sim, com um valor na ordem dos 1700”, explica o autarca.

Apesar do aumento das fatalidades, o edil estima que também não seriam 13 e estariamos a falar em números na ordem da centena.

Fernando Almeida, deputado municipal, concorda mas mostra-se preocupado que “Ovar continue sem cuidados intensivos”.

“Na circunstância que vivemos, faria todo sentido dotar o hospital de Ovar com meios para situações mais graves, pois pela evolução da pandemia temo muito que qualquer dia os “nossos” não tenham camas nas UCI dos hospitais próximos” acresenta.

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