Empresas

BE e PCP questionam dispensa de funcionários em empresas do concelho

O BE diz ter informação segura de que a Kirchhoff se prepara para despedir todos os temporários na sua unidade  de Ovar.

O BE tem defendido que na actual crise sanitária, e de forma a que esta não se torne numa enorme crise social e económica – “as empresas, principalmente as desta dimensão, têm de ser chamadas à responsabilidade e não devem poder despedir”. Para além disso, “o Governo tem dito que o não despedimento é um requisito essencial para que as empresas possam aceder ao regime de lay-off simplificado, no entanto, muitas empresas estão a utilizar uma artimanha que a Kirchhoff está a repetir: despede preventivamente os trabalhadores mais precários e depois recorre ao lay-off”.

Tal não deveria ser possível e os deputados do BE já questionaram o governo (http://aveirodistrito.bloco.org/sites/default/files/mtss_kirchhoff.pdf).

O PCP de Ovar também criticou a Bosh Security Systems por, alegadamente, “desrespeitar os direitos dos seus 700 trabalhadores ao antecipar o seu período de férias”.

A paragem está em vigor desde 18 de março e, segundo o PCP, a Bosch Security Systems, S.A informou agora os seus funcionários de que “iria encerrar a fábrica por antecipação do período de gozo de férias”, o que o PCP considera um “desrespeito pelos direitos dos trabalhadores”.

Em comunicado, o partido considera que “a situação que o país e o mundo atravessam não pode (…) servir de pretexto para o agravamento da exploração e para o ataque aos direitos dos trabalhadores.”

O PCP já questionou o Governo sobre o assunto.

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