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Governo define regras do funcionamento de empresas no cerco sanitário

Salvador Malheiro foi ouvido e apoia a decisão

O Ministério da Economia esclareceu, este domingo, em Diário da República, o âmbito da aplicação do ponto iv) da alínea b) do n.º2 da Resolução do Conselho de Ministros n.º18-B/2020, de 2 de Abril último.

O presidente da Câmara Municipal de Ovar explica que foi ouvido e apoia a decisão que traduz “a clarificação necessária relativamente às indústrias produtoras de bens essenciais que podem laborar durante o nosso cerco, por parte de quem tem a competência e a responsabilidade da decisão: o Governo”.

A regulamentação do referido ponto fica agora definida com “regras cegas em função da actividade das empresas (CAE) e iguais para todos”, sublinhando Salvador Malheiro o seu apoio às “restritas condições sanitárias e de trabalho impostas às empresas para poderem laborar”.

“As excepções”, a acontecer, “terão que ser objecto de despacho específico por parte do Governo”, acrescenta.

Por fim, o edil ovarense refere-se aos ataques pessoais de que tem sido vítima nos últimos dias no que concerne a esta matéria e espera agora que se coloque um ponto final à “especulação que se gerou e às acusações infundadas sobre a minha pessoa”.

Ao final da tarde, no vídeo de balanço de final de dia, Salvador Malheiro congratulou-se com a notícia de mais um doente recuperado: “No nosso hospital de Ovar fizemos um segundo teste, negativo, a um infectado que foi confirmado há algumas semanas”.

Tal confirma a tendência a que já se tinha referido no sábado, quando afirmou que “a curva de novos infectados estava a decrescer”.

Perante a especulação que se gerou relativamente às indústrias produtoras de bens essenciais que podem laborar durante o…

Publicado por Salvador Malheiro em Domingo, 5 de abril de 2020

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