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Rui M. Silva aposta no mundo da televisão

É António Reis na novela da SIC, "Alma e Coração"

Quem acompanha a nova novela da SIC, “Alma e Coração”, já encontrou mais uma cara conhecida. O actor ovarense Rui M. Silva é a personagem António Reis na novela que estreou este mês de setembro.

Rui começou a estudar teatro aos 18 anos e, desde então, nunca mais largou os palcos. De norte a sul, já passou por muitas localidades. Agora, em Lisboa, tem uma peça em cena no Teatro D. Maria II e, em simultâneo, aposta no mundo da televisão integrando o elenco da última novela da SIC.

A sua personagem, Antonio Reis, tem 38 anos, aproveitou a herança da mãe para realizar um projecto educativo que é, também, um projecto social, uma escola de circo. António é um homem com grande experiência de vida e conhecedor do mundo. É culto, trabalhador e generoso.

Sobre os desafios que a personagem lhe ofereceu, Rui diz que, “apesar de estar habituado a fazer desporto, como taixi ou basquetebol”, provou a si próprio que tem “muito a aprender”.

Rui M. Silva explica que o personagem lhe apresenta desafios, sobretudo ao nível físico, quando tem de fazer exercício no trapézio. “Foi um desafio, sim… o trapézio é um local com uma certa  instabilidade», comenta com humor.

Por falar em exercício, Rui M. Silva não esquece os tempos na Ovarense, mas não se arrepende de ter trocado o desporto pelo amor ao teatro: “Fui atleta e joguei basquetebol dos 5 aos 20 anos”. Aos 18 começou a estudar teatro e chegou uma altura em que teve de escolher: “Ou era atleta de alta de competição ou ia descobrir o teatro”.

Não esconde que sente saudades do ambiente do balneário, da camaradagem de uma equipa e que isso lhe marcou muito a personalidade. “Estou no sítio certo, não me arrependo nada”, repete. “Fiz o percurso de deveria ter feito. Tenho a intuição muito acertada”, sustenta.

Na novela, Rui trabalha de perto com Cláudia Vieira e Miguel Costa e garante que existe uma grande cumplicidade entre os três. “O facto de termos começado com treinos de trapézio e tecido acrobático contribuiu muito. Estávamos todos na estaca zero e isso ajudou a criar uma relação de confiança brutal”, concluiu.

(Fotos: Redes sociais)

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