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São Jacinto é cenário do Exercício Lusitano

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O Exercício Lusitano terminou hoje em São Jacinto. Trata-se de um exercício “Livex” (live exercise), que envolve o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), através do Centro de Operações Conjunto (COC), e conta com Forças Navais, Terrestres e Aéreas.

Este é um exercício, no âmbito da preparação das Forças Armadas para o cumprimento das missões específicas de apoio à política externa, nomeadamente a proteção e evacuação de cidadãos nacionais em áreas de tensão ou crise.

“Portugal não pode perder a capacidade de assegurar a segurança, protecção e o regresso, são e salvo, ao território nacional de qualquer português, onde quer esteja”, defendeu o Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Joaquim Almeida, em São Jacinto. Falando no encerramento do exercício “Lusitano 2018”, que decorreu no Regimento de Infantaria (RI10), acrescentou que “o nosso país tem interesses diversificados em muitas regiões do globo e uma diáspora significativa espalhada pelo mundo”.

Salvar civis apanhados numa zona de conflito ou ainda extrair reféns de um cenário em crise, foram alguns dos exercícios do “Lusitano 2018”, que ontem terminou no RI10. Além de 642 militares, o exercício envolveu três aeronaves e dois navios dos três ramos das Forças Armadas. O exercício conjunto teve como objectivo avaliar e certificar a capacidade operacional dos militares, preparando-os para futuras operações de resposta a crise.

O responsável militar agradeceu às câmaras municipais de Aveiro, Ovar, Murtosa e Ílhavo, e às juntas de freguesia da Torreira, Gafanha da Nazaré, Cortegaça, Maceda e São Jacinto, o modo como receberam, apoiaram e facilitaram a missão. “Por vezes, interferimos com o ritmo normal das comunidades onde se desenrolam as nossas actividades, embora tudo façamos para minimizar quaisquer impactos negativos decorrentes destas operações”.

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