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UFO queixou-se e ADRA vai notificar empreiteiro

 

O mau estado de conservação de algumas acessibilidades da freguesia da União das Freguesias de Ovar, São João, Arada e São Vicente de Pereira Jusã (UFO) está a deixar preocupado o executivo liderado por Bruno Oliveira.

O presidente da UFO, Bruno Oliveira, esclareceu, na página do Facebook da autarquia,  que o mau estado das vias em São João e São Vicente de Pereira, por exemplo, “se fica a dever à empreitada do alargamento da rede de saneamento a cargo da ADRA”.

“Quase diariamente reporto várias situações que, além de preocupar a população, também preocupam e muito este executivo, pois coloca em causa a segurança de pessoas e bens, assim como a qualidade de vida da nossa população e de quem nos visita”, explica o autarca.

A União das Freguesias de Ovar lamenta que a primeira intervenção promovida pela ADRA – Águas da Região de Aveiro, “não tenha cumprido os mínimos de qualidade exigidos, voltando o pavimento a esboroar-se após as intervenções assinaladas.

Ainda recentemente, um abaixo-assinado da população de São Vicente de Pereira foi divulgado na última reunião da Assembleia de Freguesia, no qual se dava nota do mau estado das artérias da freguesia.

Bruno Oliveira verificou que a ADRA deu, recentemente, início à reparação dos buracos deixados no asfalto das ruas em São Vicente de Pereira mas aproveita ainda para lembrar que “muito está por realizar, esperando que desta vez seja em definitivo”.

O autarca ressalva que, neste particular, “não podem ser atribuídas à União das Freguesias as responsabilidades que não tem”.

No entanto, reconhece que houve outros factores que agravaram o estado das vias, como as más condições atmosféricas que se prolongaram no tempo, impedindo e adiando uma intervenção de tapamento de buracos.

Fonte da ADRA disse ao nosso jornal que “todos os trabalhos que não tenham a qualidade desejada são alvo de observações, por parte das autarquias, que são endereçadas ao empreiteiro que devem obrigatoriamente corrigir as situações identificadas”.

A mesma fonte garante que, “em grande parte, estes problemas identificados em alguns trabalhos de repavimentação são também uma consequência directa das condições climatéricas ocorridas no último inverno”.

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