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42% das PME europeias passaram parte do seu negócio para o online

As pequenas e médias empresas que, durante a pandemia, apostaram num modelo de operações multicanal são as que mais apresentam uma maior taxa de crescimento.

Estas são apenas algumas das conclusões do mais recente relatório SMB Trends Report da Salesforce que nos diz que “a pandemia levou 94% das PME (42% delas europeias) a passar uma parte do negócio para o online”.
A mesma fonte dá-nos ainda conta de que, entre as organizações que se tornaram mais tecnológicas, 66% fizeram-no com até 50% das suas infraestruturas e 28% a mais de metade ou até à totalidade dos seus serviços.

Destaque também para a importância que o investimento na digitalização representa para as estruturas empresariais. Segundo o SMB Trends Report, para 71% dos inquiridos, esta dimensão trará benefícios claros ao negócio, não só no imediato (e durante o período pandémico) mas também a longo prazo.

Tal como referimos anteriormente, as PME que mais têm apostado na dimensão tecnológicas das suas operações estão, de acordo com o relatório, a crescer mais do que as suas congéneres, sendo que 42% das PME em crescimento utilizam tecnologia no contacto com o cliente, 49% para as vendas e 42% para o marketing.

Não menos importante nesta análise sobre a transformação tecnológica das PME a nível mundial é o facto de cada vez mais empresas estarem a apostar nos serviços contactless, área onde acaba por se destacar os pagamentos contactless. Neste sentido, o relatório revela que 73% das PME na Europa dizem pretender manter
serviços contactless, nomeadamente nos pagamentos (38%), no serviço ao cliente (38%), no serviço de e-commerce (30%) e nas encomendas mobile (23%).

Pagamentos contactless já representam 52% do total das transações em loja física em Portugal

 

O enfase dado aos pagamentos contactless não é descabido, uma vez que esta tecnologia de pagamento sofreu ao longo do último ano e meio um crescimento exponencial que, por exemplo, em Portugal a leva a representar, de acordo com a solução de conhecimento REDUNIQ Insights, 52% (dados o dia 2 de janeiro de 2022) do total de operações efetuadas na rede de pagamentos da REDUNIQ, um valor que contrasta com os 36,1% e os 8,5% registados em igual período de 2020 e 2019, respetivamente.

Além de comprovar a gradual consolidação dos pagamentos sem contacto, e até uma crescente adesão dos portugueses a novas formas de pagar baseadas na utilização do smartphone ou wearables, este aumento substancial da importância dos pagamentos contactless nos hábitos de consumo dos portugueses acaba por “obrigar” os negócios a ajustarem-se às necessidades e preferências dos consumidores.

Um belo exemplo do compromisso desta marca da UNICRE – instituição financeira de crédito, para com a reconversão dos meios de pagamento disponibilizados pelos retalhistas no pós-pandemia é o REDUNIQ Smart, um terminal de pagamento automático Android que, além de permitir que uma loja física aceite pagamentos por cartão por por contactless , chip, ou MB WAY, Apple Pay e Google Pay, traz ainda incorporadas um conjunto de apps de gestão que auxiliam os negócios e lhes permitem ser totalmente móveis e digitais.

Ao funcionar como TPA Contactless e centro de gestão com ligação ao mundo digital, esta nova solução TPA Android da REDUNIQ oferece uma flexibilidade extra aos negócios na gestão dos seus recursos, uma vez que, por exemplo, com a app ZS Mobile um lojista pode registar pedidos no terminal, faturar (certificação da AT) ou elaborar orçamentos e encomendas mesmo sem ligação à Internet, enquanto com a aplicação WinRest ou a
ZSRest, um negócio de restauração passa a poder apresentar menus, registar e confirmar pedidos de clientes e ainda integrar o seu software de faturação num único TPA físico.

A par desta oferta tecnológica na área dos pagamentos contactless, a REDUNIQ acaba por destacar-se, igualmente, na oferta de meios de pagamento online que não só simplificam o processo de checkout (finalização de compra online com o ato de pagamento) através da disponibilização aos consumidores dos seus métodos de pagamento preferidos (cartões de crédito ou carteiras digitais, por exemplo), como ajudam os negócios puramente online ou que fizeram a transição para uma estrutura operacional que se divide entre o físico e o
digital a fazerem uma gestão mais eficaz dos seus recursos.

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