Greve geral fecha escolas e afeta hospitais em Ovar, Espinho e Feira

Foi um dia com escolas a ‘meio gás’ – EB Oliveirinha funcionou sem cantina, EB 2,3 António Dias Simões esteve encerrada), em muitos casos os Agrupamentos de Escolas estiveram fecharam portas (não se realizou o exame Moda), e atendimento ‘de serviços mínimos’ em balcões de organismos do Estado, bem como constrangimentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e autarquias locais.
USF em Ovar estiveram encerradas. Hospital da Feira esteve em mínimos e no Porto verificou-se uma adesão total à greve no Hospital da ULS Viseu Dão Lafões e no Hospital de São João. Já o Instituto Português de Oncologia do Porto registou uma adesão de 90%.
Esta é a primeira vez que trabalhadores do SNS24 aderem a uma greve geral, o que significa que poderá ser mais difícil falar com um profissional de saúde através desta linha telefónica, durante o dia de hoje. Os tempos de espera podem mesmo chegar às três horas. A paralisação ocorre numa altura em que linha SNS 24 enfrenta elevados níveis de pressão operacional.
Consulte aqui os números da adesão
Esta é a segunda greve geral em seis meses e ocorre enquanto o governo tenta aprovar o pacote “Trabalho XXI”, uma reforma que prevê mais de 50 alterações no Código do Trabalho. O Governo reagiu à paralisação geral desta quarta-feira, desvalorizando o impacto no seu geral e Luía Montenegro a dizer que a maioria foi trabalhar.




