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Enforcado do Furadouro continua por identificar

 

O cadáver encontrado enforcado numa árvore numa árvore, em Março último, continua por identificar, soube o OvarNews junto de fonte próxima da PJ.


O caso continua em investigação e os vestígios biológicos recolhidos, nomeadamente, o ADN, ainda não terá produzido resultados conclusivos.

Assim, continua a desconhecer-se a sua idade ou identidade, já que no chão apenas havia uma pequena bolsa sem qualquer documento de identificação.

Parece certo que estava no local em que foi encontrado desde Outubro de 2025. Mas em que circunstâncias? Os exames forenses ainda não deram respostas.

Francisco Jarrais, antigo pescador do Furadouro, foi quem deu com o corpo e questiona o que poderá ter acontecido, não descartando a hipótese de suicídio. Segundo descreve, o corpo não apresentava sinais de imobilização nas mãos e encontrava-se apenas parcialmente vestido.

A localização, numa zona densa e isolada, levanta-lhe também algumas certezas. “Quem ali foi, conhecia o local”, afirma.

Um dos detalhes mais intrigantes sob investigação é o facto de o casaco da vítima ter sido encontrado num estado “impecável” em comparação com o resto do corpo, levantando a hipótese de o cadáver ter sido depositado naquele pinheiro muito tempo após a morte ter ocorrido noutro local. 

Os relatos de cordas em torno dos pulsos e dos tornozelos (embora não atados entre si) e o corpo despido da cintura para baixo mantêm a Polícia Judiciária de Aveiro focada na linha de investigação de homicídio/sequestro, não descartando outras hipóteses.

A investigação continua a querer cruzar o perfil biológico que for extraído com a base de dados de pessoas desaparecidas em Portugal e no estrangeiro na reta final de 2025.

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