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“A pandemia atingiu-nos de forma brutal”

Em entrevista ao ECO/Capital Verde, através da plataforma online Zoom, a nova CEO da Caetano Bus, Patrícia Vasconcelos, diz que a produção da nunca chegou a parar durante a fase de isolamento social, mas em abril “só tivemos 100 pessoas a trabalhar em Gaia e Ovar. Fomos muito afectados com o cerco sanitário a Ovar, onde fica uma das nossas fábricas, o que teve impacto também na fábrica de Gaia, que por sua vez é fornecida pela de Ovar”.

“Abril foi o mês em que tivemos mais pessoas em lay off. Temos vindo gradualmente a retomar a produção e neste momento em lay off parcial temos 123 trabalhadores e mais 100 em lay off total. Começámos com 600 em lay off. Temos vindo a recuperar”. No total são 845 trabalhadores.

Os autocarros a hidrogénio são a aposta do futuro, não só nos transportes públicos urbanos, como nos aeroportos e até nas viagens de longa distância. Falta ainda produzir hidrogénio em Portugal e ter uma infraestrutura de postos de abastecimento. “Em 2020 e 2021 será gerir a crise, os recursos e tentar ao máximo mitigar os prejuízos, preparando já a empresa para o pós-crise. O futuro pode vir mais depressa do que pensamos. O hidrogénio é uma grande aposta que estamos a fazer”, disse Patrícia Vasconcelos.

Ler entrevista completa in Eco.Sapo)

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