Política

Alterações à lei eleitoral com aprovação garantida

A alteração à lei eleitoral autárquica, para ultrapassar dificuldades de candidaturas de autarcas independentes, vai a votos no parlamento na quinta-feira e tem aprovação garantida com os votos do PS, BE e do CDS.

Num cenário eleitoral autárquico que se prevê como um dos mais disputado dos últimos anos, Mário Rui Natária, independente que se candidata à presidência da Câmara nas listas do CDS-PP, comenta que “temos que nos recordar de quem veio a ideia e quem por ela lutou contra a democracia”.

Assegura que a sua candidatura se mantêm com o apoio do CDS de Ovar, “pois não vale tudo e quem me apoiou desde a primeira hora com frontalidade e objectividade merece o empenho do povo vareiro contra as formas de usar a politica para fins pessoais”.
Também o Movimento 2030 deverá formalizar a sua candidatura em nome próprio, já que as regras vão no sentido do que era preconizado por Henrique Araújo.
As regras, que os partidos agora vão alterar, obrigavam os movimentos independentes a recolher assinaturas em separado para concorrer a câmaras, assembleias municipais e juntas de freguesia e impedia o uso do mesmo nome para essas candidaturas se apresentarem a votos.

Com as mudanças aprovadas, é dada resposta quase integral à reivindicação quanto às assinaturas, preocupação que os partidos mais pequenos partilhavam, mas não há cedência numa delas: o nome do primeiro candidato pode ser usado na sigla numa candidatura à câmara e assembleia municipal, mas não já pode ser utilizado numa lista à assembleia de freguesia.

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