Política

BE leva requalificação da secundária de Esmoriz à AR

Os deputados do BE, Moisés Ferreira, Luis Monteiro e Joana Mortágua deram entrada nos serviços da Assembleia da República (AR), de um projecto de resolução para a requalificação urgente da Escola Secundária de Esmoriz.

“É notória a falta de segurança e qualidade na escola a diversos níveis: zonas da escola insalubres, espaço desportivo exterior degradado; a inexistência de espaços de trabalho para professores e alunos; inoperância do sistema de combate a incêndios; sistema de canalização danificado e com fugas; localização do quadro elétrico que não cumpre com as regras de segurança”, diz o documento.

A acrescer a estes problemas, é ainda de salientar “a falta de saídas de emergência para o público, no pavilhão gimnodesportivo, nem barras antipânico nos diversos blocos”.

A qualidade do edificado deteriorou-se, considerando que há paredes com fissuras, pisos inclinados, estruturas metálicas de suporte com corrosão generalizada e em avançado estado de degradação. Devido a infiltrações de águas subterrâneas e aos aterros realizados aquando da construção da escola, os pisos do rés-do-chão de algumas salas, do refeitório e do polivalente abateram.

A cobertura dos blocos cedeu e, durante as intempéries do último Inverno, sucedeu um conjunto de infiltrações de água nas salas de aula, o que veio piorar o clima frio que já se fazia sentir nas zonas onde os materiais de construção já não tinham capacidade de isolamento. Este facto obrigou à aquisição de aquecedores elétricos, que corresponderam a um aumento exponencial da fatura da energia e a mais problemas num quadro eléctrico que não está preparado para este nível de exigência. O tapete betuminoso do recreio da escola está em muito mau estado de conservação. A escola não tem rede de recolha de águas pluviais.

A actual situação sentida na Escola Secundária de Esmoriz é “incomportável”, realça o partido. “As justas reivindicações da sua comunidade escolar são espelho da progressiva degradação das instalações deste estabelecimento de ensino”.

Assim sendo, o BE propõe que o Ministério da Educação accione todos os mecanismos que tem ao seu dispor para resolver, de imediato, através de uma intervenção de urgência, os problemas que o edificado apresenta.

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