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Opinião

Calceteiros, precisa-se, em Ovar – Correio do Leitor

O revestimento de passeios, praças e pracetas com pedra calcária, clara e escura, em verdadeiras obras de arte já é passado. Em Ovar, infelizmente, vive-se numa infernal fase de trevas sem fim à vista.

O desmazelo, a falta de gosto, ausência de higiene e limpezas dos espaços públicos são uma constante.

É uma dor de alma assistir ao desrespeito para com os mais velhos. Primeiro com os famosos mecos que são um perigo à espreita, aos quais se soma agora o horrível estado a que chegou a tradicional calçada portuguesa que cobria as principais artérias do centro vareiro.

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Calçada que é uma verdadeira obra de arte, cujas pedras eram colocadas de forma a criar desenhos, padrões, uma das imagens de marca do nosso país.

Os calceteiros de Ovar já foram uma profissão tipicamente vareira. Quem se lembra do Neca Calceteiro?
Hoje, os passeios são perigos traiçoeiros, onde os mais incautos, tropeçam e os mais velhos caem.

Só no buraco em frente ao Pingo Doce, há 2 meses sem remendo, caem pessoas constantemente e ninguém faz nada. Afinal, Ovar, está entregue a quem?
Será que quem, supostamente, de direito não anda na rua e não vê os imensos buracos que existem nos passeios?

Talvez um dos artistas do FESTA – onde se gastam centenas de milhares de Euros – tropece e caia no caminho para o hotel para que alguém se lembre que esta terra já foi conhecida por ser de gente do mar, pobre, mas honrada, de brio e vergonha na cara!!

Carlos Costa (Ovar)

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