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	<title>Arquivo de Life&amp;Tek - OvarNews</title>
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	<description>Actualidade Vareira</description>
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	<title>Arquivo de Life&amp;Tek - OvarNews</title>
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	<item>
		<title>Verão Digital: Já é possível explorar mais de 90 monumentos e 60.000 obras de arte portuguesas sem sair de casa</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/verao-digital-ja-e-possivel-explorar-mais-de-90-monumentos-e-60-000-obras-de-arte-portuguesas-sem-sair-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 16:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada das férias de verão, o Património Cultural, I.P., convida os portugueses e visitantes de todo o mundo a fazerem uma viagem diferente pelo país através do novo portal do PATRIMÓNIO CULTURAL 360®. Seja para planear uma visita presencial, para ocupar os dias em família ou para explorar recantos históricos a partir de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Com a chegada das férias de verão, o Património Cultural, I.P., convida os portugueses e visitantes de todo o mundo a fazerem uma viagem diferente pelo país através do novo portal do PATRIMÓNIO CULTURAL 360®. Seja para planear uma visita presencial, para ocupar os dias em família ou para explorar recantos históricos a partir de qualquer local de descanso, a plataforma coloca o património nacional à distância de um simples clique.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-2637496615959144" crossorigin="anonymous"></script><br />
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<p dir="ltr">O portal disponibiliza já 67 visitas virtuais imersivas de elevada resolução, permitindo navegar por museus, palácios, monumentos e sítios arqueológicos de Norte a Sul do país. A experiência inclui ainda o acesso a mais de 60.000 artefatos digitalizados, acompanhados por 13 filmes documentários que ajudam a contextualizar a riqueza histórica e artística do território nacional. O portal disponibiliza ainda 232 Tesouros Nacionais digitalizados em 2D e 3D e as visitas virtuais cobrem mais de 90 espaços distribuídos por 46 concelhos e 17 distritos.</p>
<p dir="ltr">Fruto de um investimento total de 14.486.017,50€ no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o projeto abrange já mais de 90 imóveis e envolve mais de 20 entidades parceiras. Ao aliar a tecnologia de ponta à divulgação cultural, o PATRIMÓNIO CULTURAL 360® afirma-se como uma ferramenta de turismo sustentável e inclusivo, aproximando o público de locais emblemáticos e de tesouros por vezes menos conhecidos do grande público.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>“O verão é por excelência o tempo da descoberta e do lazer. Com o portal PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, queremos transformar o acesso à nossa história numa experiência envolvente e acessível a todos. Quer estejamos na praia, no interior ou no estrangeiro, qualquer pessoa pode agora &#8216;viajar&#8217; pelos nossos monumentos, descobrindo detalhes únicos antes ou depois de uma visita presencial,”</em> </strong>destaca Luís Sebastian, Diretor do Departamento de Transição Digital e coordenador do projeto.</p>
<p dir="ltr">Para inspirar os itinerários de lazer e cultura, o portal sugere três grandes rotas virtuais:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Rota da Arquitetura e História: Uma imersão no Mosteiro da Batalha, onde é possível contemplar de perto as abóbadas das Capelas Imperfeitas e o detalhe do rendilhado manuelino, assim como uma travessia pela Sé de Évora, descobrindo o seu claustro e terraço medieval.</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Rota da Música e Arte: Uma visita virtual interativa ao Museu Nacional da Música, que permite explorar a sua recente reinstalação no Palácio Nacional de Mafra e conhecer raras coleções de instrumentos musicais em ambiente digital.</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Rota dos Roteiros em Família: Dezenas de museus e sítios arqueológicos disponíveis no portal oferecem uma componente pedagógica e interativa, ideal para manter a curiosidade dos mais jovens desperta durante a pausa escolar.</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Todos os conteúdos digitais produzidos estão já acessíveis gratuitamente através do portal PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, <a href="https://360.patrimoniocultural.gov.pt/pt/quem-somos" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://360.patrimoniocultural.gov.pt/pt/quem-somos&amp;source=gmail&amp;ust=1785330249051000&amp;usg=AOvVaw1nqY4lJaMu_hPgCqIvm4cL">https://360.<wbr />patrimoniocultural.gov.pt</a> . que constituiu uma interface dedicada ao grande público, reforçando a difusão e a valorização do património cultural em ambiente digital.</p>
<table class="m_9193604122046273489cision" border="0" width="800" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="m_9193604122046273489sobre">Para informações adicionais consultar</td>
</tr>
<tr>
<td class="m_9193604122046273489cision"><a href="https://360.patrimoniocultural.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://360.patrimoniocultural.gov.pt&amp;source=gmail&amp;ust=1785330249051000&amp;usg=AOvVaw2u6N3Acr1iBCVjxrEalkvo">https://360.<wbr />patrimoniocultural.gov.pt</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<media:content url="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2026/07/Patrimonio-360-1.jpg" medium="image"></media:content>
            	</item>
		<item>
		<title>Fui picado por um peixe-aranha: o que devo fazer?</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/fui-picado-por-um-peixe-aranha-o-que-devo-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento das temperatura da água, repetem-se os casos de picada de peixe-aranha nas nossas praias, o que era relativamente raro noutros tempos. Eis alguns conselhos: Se tiver sido picado por um peixe-aranha não recorra a analgésicos em spray e coloque o pé em água quente. Se tiver náuseas e vómitos, vá às urgências. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class=" column is-full-mobile is-7-desktop is-7-tablet title-body order-1-mobile">
<div class="blog-page-body">
<div class="without-p">Com o aumento das temperatura da água, repetem-se os casos de picada de peixe-aranha nas nossas praias, o que era relativamente raro noutros tempos. Eis alguns conselhos: Se tiver sido picado por um peixe-aranha não recorra a analgésicos em spray e coloque o pé em água quente. Se tiver náuseas e vómitos, vá às urgências.</div>
</div>
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</div>
<div class="column is-full-mobile is-5-desktop is-5-tablet order-0-mobile remove-spacing equal-height">
<div class="media-blog"></div>
</div>
<div class="column is-full-desktop is-full-tablet is-full-mobile order-5-mobile">
<div class="blog-page-body">
<p>Com a chegada do verão, muitos banhistas são picados por peixes-aranha, peixes acastanhados e esguios, muito comuns na nossa costa. Em Portugal, a maioria dos casos envolve peixe-aranha menor, espécie que possui espinhos venenosos no dorso e nos opérculos branquiais. Quando estes se cravam na pele provocam dores intensas, inchaço e hemorragia.</p>
<p>Como se escondem na areia, a poucos centímetros de profundidade – à espreita das presas –, passam despercebidos na água e muitas pessoas acabam por pisá-los de forma inadvertida. O que fazer nesses casos? Ir logo ao hospital? Usar um analgésico? Recomenda-se três tratamentos caseiros e explica quais são as situações em que deve ir ao hospital.</p>
<h2><strong>O que fazer?</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="size-large alignleft" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTUz-HSEZ3V96RAHfLfZt1EJ9rafufXh_vCP57hNT5c2hi0RTngBN_D3es&amp;s=10" width="415" height="739" />Comece por se acalmar e, se possível, peça ajuda ao nadador-salvador. Se conseguir identificar as espinhas cravadas na pele, tente retirá-las o mais rapidamente possível. Em caso de hemorragia localizada, tente usar umas luvas (pergunte ao nadador-salvador se tem um par) e esprema a zona de forma moderada para retirar a maior quantidade de veneno possível. Depois, opte por um dos seguintes tratamentos:</p>
<ul>
<li>Coloque o pé em água quente, durante pelo menos 30 minutos. O ideal é que a temperatura da água esteja acima dos 40ºC, para que o veneno se decomponha com o calor. Tenha cuidado para não se queimar;</li>
<li>Aproxime a ponta de um cigarro ou de um isqueiro – a 2 ou 3 centímetros de distância – para aliviar a dor e reduzir as toxinas da picada;</li>
<li>Faça uma caminhada na praia, na zona mais quente do areal, longe da beira-mar. À semelhança dos tratamentos anteriormente sugeridos, as toxinas decompor-se-ão devido à temperatura elevada. Esta é a solução menos cómoda, porque pode intensificar a dor, já que o membro afetado está em contacto com o solo.</li>
</ul>
<p>Apesar de algumas pessoas recorrerem a analgésicos em <em>spray</em>, como o cloreto de etilo – muitas vezes fornecido pelos nadadores-salvadores –, a sua utilização está contraindicada. “Ao início acalma a dor por vasoconstrição, mas não impede que o veneno do peixe-aranha continue a circular na corrente sanguínea. Assim que o efeito do medicamento passar, a dor e o mal-estar voltarão, pelo que é imprescindível iniciar o tratamento com calor”, explica André Villarreal. Há ainda também quem acredite que urinar em cima da picada é benéfico. O médico diz que é um mito. “O xixi não tem calor suficiente para decompor o veneno – não tem uma temperatura superior a 40 graus”, explica.</p>
<h2><strong>É sempre preciso ir ao hospital?</strong></h2>
<p>A maioria das pessoas picadas por peixe-aranha não precisa de ir ao médico para tratar o problema. Alguns banhistas, porém, desenvolvem hipersensibilidade ao veneno. Além das dores, sofrem hemorragias e apresentam edema na zona afetada. Nesses casos, e para evitar situações de risco de vida, devem recorrer ao serviço de urgência. Estes são os sintomas a que deve estar atento e que devem levá-lo à unidade hospitalar mais próxima:</p>
<ul>
<li>Náuseas e tonturas;</li>
<li>Dor intensa e permanente, tendo feito o tratamento com calor;</li>
<li>Febre persistente após as primeiras 24 horas;</li>
<li>Vómitos;</li>
<li>Dores de cabeça;</li>
<li>Hipersudorese (suor excessivo);</li>
<li>Contratura muscular na zona da picada;</li>
<li>Espinho visível na pele (o mesmo deve ser retirado para que se desinfete a pele e faça um penso).</li>
</ul>
<h2><strong>Em que situações se deve chamar o 112?</strong></h2>
<p>Recorra de imediato à linha de atendimento de emergência se apresentar:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.lusiadas.pt/blog/doencas/sintomas-tratamentos/dispneia-causas-para-falta-ar">Dispneia (falta de ar)</a>;</li>
<li>Perda de consciência;</li>
<li>Convulsões;</li>
<li>Rash cutâneo intenso (manchas vermelhas na pele);</li>
<li>Edema (inchaço), com alteração da voz;</li>
<li>Dor no peito.</li>
</ul>
<h2><strong>Como evitar a picada de peixe-aranha?</strong></h2>
<p>Compre sapatos próprios para andar na água, com solas de plástico, como forma de proteger os pés dentro de água. Estão à venda em lojas de desporto e grandes superfícies comerciais.</p>
<h2><strong>Em suma</strong></h2>
<p>Após uma picada de peixe-aranha, tente retirar o veneno e inicie um tratamento com calor. Se tiver sintomas de alergia ou hipersensibilidade, peça ajuda ao seu médico.</p>
</div>
</div>
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            	</item>
		<item>
		<title>Iva Lamarão anuncia separação após três anos de namoro</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/iva-lamarao-anuncia-separacao-apos-tres-anos-de-namoro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 15:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rumor que circulava nos bastidores da imprensa social confirmou-se. Iva Lamarão (43) e Tiago Oliveira já não são um casal. A apresentadora vareira, conhecida pela sua postura reservada, decidiu quebrar o silêncio e esclarecer o estado da sua vida sentimental em declarações exclusivas ao programa Passadeira Vermelha, da SIC Caras. Os seguidores mais atentos da comunicadora já &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/iva-lamarao-anuncia-separacao-apos-tres-anos-de-namoro/">Iva Lamarão anuncia separação após três anos de namoro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rumor que circulava nos bastidores da imprensa social confirmou-se. <strong>Iva Lamarão</strong> (43) e <strong>Tiago Oliveira</strong> já não são um casal. A apresentadora vareira, conhecida pela sua postura reservada, decidiu quebrar o silêncio e esclarecer o estado da sua vida sentimental em declarações exclusivas ao programa <em>Passadeira Vermelha</em>, da <strong>SIC Caras</strong>.<br />
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Os seguidores mais atentos da comunicadora já tinham notado indícios de que algo não estaria bem. A paragem nas partilhas de fotografias a dois — a última remonta a março, durante a ModaLisboa — foi o primeiro sinal. A este detalhe somou-se o facto de Iva ter deixado de seguir o empresário nas redes sociais, enquanto <strong>Liliana Campos</strong> (55), no decorrer do programa, adiantou que Tiago Oliveira também tinha cessado a interação com os conteúdos da apresentadora, deixando de colocar os habituais likes.</p>
<h2>‘Decidimos não seguir juntos’</h2>
<p>Confrontada com o fim da relação, Iva Lamarão foi clara e direta sobre os motivos que ditaram o afastamento, salientando que a decisão não foi tomada de ânimo leve.</p>
<p>“<em>Sim, namorámos durante três anos e percebemos que estávamos em fases da vida diferentes, com objetivos de vida diferentes. Então decidimos não seguir juntos e estamos separados há já algum tempo”,</em> revelou a apresentadora por escrito, colocando um ponto final nas especulações.</p>
<p>O casal, que <a href="https://caras.pt/famosos/2024-11-01-iva-lamarao-o-tiago-da-me-toda-a-seguranca/">assumiu publicamente o romance em 2024</a> — embora a relação remontasse a 2023, como a comunicadora confirmou na gala dos Globos de Ouro do ano passado —, sempre manteve uma postura muito privada. Um dos desafios constantes da relação, como a própria Iva chegou a confidenciar, era a gestão da distância geográfica, uma vez que Tiago Oliveira reside no Porto.</p>
<p>Agora, o caminho de ambos segue em direções distintas, com Iva Lamarão a focar-se no seu percurso profissional e pessoal, encerrando um capítulo de três anos que, apesar de discreto, foi marcante na vida da apresentadora.</p>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/iva-lamarao-anuncia-separacao-apos-tres-anos-de-namoro/">Iva Lamarão anuncia separação após três anos de namoro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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		<media:content url="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2026/07/iva-e-tiago.jpg" medium="image"></media:content>
            	</item>
		<item>
		<title>O anúncio da Comissão Europeia sobre idade mínima nas redes sociais: uma abordagem crítica</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/o-anuncio-da-comissao-europeia-sobre-idade-minima-nas-redes-sociais-uma-abordagem-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 12:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ovarnews.pt/?p=105613</guid>

					<description><![CDATA[<p>É importante distinguir, desde já, entre anúncio político e instrumento jurídico vinculativo. Von der Leyen recebeu, esta segunda-feira, as conclusões do painel independente de peritos criado na sequência do discurso sobre o Estado da União de 2025, painel esse cujo conteúdo permanecia confidencial até à entrega formal à presidente da Comissão. A presidente afirmou que &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/o-anuncio-da-comissao-europeia-sobre-idade-minima-nas-redes-sociais-uma-abordagem-critica/">O anúncio da Comissão Europeia sobre idade mínima nas redes sociais: uma abordagem crítica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É importante distinguir, desde já, entre anúncio político e instrumento jurídico vinculativo. Von der Leyen recebeu, esta segunda-feira, as conclusões do painel independente de peritos criado na sequência do discurso sobre o Estado da União de 2025, painel esse cujo conteúdo permanecia confidencial até à entrega formal à presidente da Comissão. A presidente afirmou que a evidência apresentada reforça o argumento para restrições de acesso “adequadas à idade”, defendendo um modelo faseado por faixa etária. Contudo, tal como já sucedera em anúncios anteriores da própria Comissão sobre este tema, as propostas concretas só deverão ser apresentadas aos Estados-membros depois do verão. Estamos, portanto, perante uma declaração de intenção política apoiada num relatório técnico ainda não integralmente divulgado ao público e não perante legislação aprovada.</p>
<p>A notícia que motiva esta análise não menciona um elemento que, do ponto de vista da CpC, é central para avaliar a exequibilidade (e riscos) de qualquer restrição etária: a Comissão já desenvolveu e disponibilizou uma aplicação de verificação de idade à escala da União, assente na infraestrutura da Carteira Europeia de Identidade Digital (EUDI Wallet). Segundo a própria Comissão, a solução recorre a provas de conhecimento zero (Zero-Knowledge Proof) para garantir que um utilizador confirma um único facto (por exemplo, ser maior de 18 anos) sem revelar identidade, data de nascimento ou outros atributos, com o objetivo declarado de evitar partilha desnecessária de dados e permitir navegação privada.</p>
<p>É esta arquitetura – e não apenas o limiar etário anunciado – que deveria estar no centro do escrutínio público. Uma restrição de acesso sem um mecanismo de verificação fiável é inconsequente; um mecanismo de verificação de idade à escala de centenas de milhões de utilizadores, ligado à identidade digital, é uma infraestrutura de vigilância potencial se as garantias técnicas falharem ou forem contornadas por via de actos de execução.</p>
<p><strong>Preocupações de fundo:</strong></p>
<p>Análises técnicas independentes já identificaram fragilidades relevantes nesta arquitetura. A Electronic Frontier Foundation aponta que, nas especificações da aplicação, mecanismos de proteção como hashes salgados (salted) e provas de conhecimento zero são recomendados mas não obrigatórios, o que significa que a robustez da privacidade prometida depende de escolhas de implementação que podem variar entre Estados-membros e fornecedores privados. O mesmo texto sublinha que a própria Comissão reconhece não existir ainda solução de prova de conhecimento zero tecnicamente disponível e compatível, o que levanta a questão de saber sobre que base tecnológica concreta assentam as garantias de anonimato atualmente publicitadas.</p>
<p>Investigação publicada pelo <a href="https://us.list-manage.com/10gbM5bPqpt?e=c6096fc116&amp;c2id=ba47bc1d88af22300b4ab1858f62ef9d" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://us.list-manage.com/10gbM5bPqpt?e%3Dc6096fc116%26c2id%3Dba47bc1d88af22300b4ab1858f62ef9d&amp;source=gmail&amp;ust=1785152787107000&amp;usg=AOvVaw2223tW4_444KF4-DzT7HGd">https://www.techpolicy.<wbr />press/europe-wants-platforms-<wbr />to-prove-they-are-safe-for-<wbr />children/</a> acrescenta uma dimensão regulatória: o quadro eIDAS que sustenta as carteiras digitais europeias carece de obrigação de utilização de provas de conhecimento zero, e as garantias de não-rastreabilidade previstas no regulamento estão a ser enfraquecidas pelos atos de execução da Comissão que detalham a sua implementação. Ou seja: as promessas de anonimato feitas ao público em conferências de imprensa podem não corresponder integralmente ao que os textos jurídicos de execução, menos visíveis, vão efetivamente consagrar.</p>
<p>Há ainda uma questão de proporcionalidade e mercado que a CpC irá monitorizar: segundo a Time, os órgãos executivos das lojas de aplicações foram equacionados como alternativa de verificação, mas a Apple e a Google indicaram que tal disposição obrigaria os utilizadores a entregar dados pessoais: o que demonstra como, mesmo entre atores com interesses divergentes, a arquitetura de verificação de idade escolhida tem impacto direto e distinto na exposição de dados de todos os utilizadores, não apenas dos menores visados pela medida.<br />
<strong>Sobre o mérito da medida</strong></p>
<p>A CpC não questiona a legitimidade da preocupação com saúde mental e desenvolvimento infantil que motiva esta iniciativa, nem a base empírica que aponta para riscos associados a design viciante de plataformas, aliás corroborada pelas conclusões preliminares da própria Comissão contra a Meta, anunciadas na sexta-feira anterior a este relatório. A questão que se coloca não é “se” mas “como”: uma restrição etária cuja aplicação prática depende de um sistema de identidade digital centralizado, ainda em fase de especificação incompleta, merece o mesmo nível de escrutínio jurídico e técnico que a CpC aplicaria a qualquer sistema de controlo de acesso a infraestrutura crítica nacional.</p>
<p>Note-se também que von der Leyen recorreu à comparação com o cinto de segurança para justificar a gradualidade da mudança comportamental esperada. A analogia é retoricamente eficaz mas tecnicamente incompleta: o cinto de segurança não exigia a criação de um identificador digital verificável e potencialmente correlacionável entre serviços; a verificação de idade em linha, consoante a implementação, pode exigir precisamente isso.<br />
<strong>Propostas concretas da CpC</strong></p>
<p>1. exigir que qualquer proposta legislativa apresentada após o verão inclua, como condição de aprovação, a obrigatoriedade (e não a mera recomendação) de provas de conhecimento zero e de não-correlação entre transações de verificação, eliminando a atual margem de opcionalidade identificada nas especificações técnicas da aplicação europeia.</p>
<p>2. Solicitar, junto da Comissão e do Parlamento Europeu, a publicação integral e atempada do relatório do painel de peritos, incluindo a metodologia e a base empírica das recomendações sobre limiares etários, antes do início de qualquer processo legislativo formal: replicando, no plano europeu, o princípio de transparência que a CpC exige das instituições portuguesas.</p>
<p>3. Acompanhar, junto da CNPD e do Comité Europeu para a Proteção de Dados (CEPD/EDPB), a avaliação de impacto sobre a proteção de dados (AIPD) da aplicação europeia de verificação de idade, com particular atenção aos atos de execução do regulamento eIDAS que definem os requisitos técnicos mínimos de não-rastreabilidade.<br />
4. Alertar para o risco de dependência funcional entre verificação de idade e Carteira Europeia de Identidade Digital, dado que uma futura falha de segurança ou alteração de âmbito desta última passaria a afetar, por arrastamento, o acesso de menores e adultos a serviços digitais essenciais: um cenário que a CpC já identificou como padrão de risco noutros contextos de infraestrutura crítica nacional.</p>
<p>5. Recomendar que qualquer legislação nacional de transposição preveja mecanismos de verificação de idade não assentes exclusivamente em identidade digital estatal, para reduzir o risco de exclusão digital de menores e adultos sem acesso a documentos de identificação eletrónicos, e para evitar a concentração de um ponto único de verificação sobre o acesso à generalidade dos serviços digitais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/o-anuncio-da-comissao-europeia-sobre-idade-minima-nas-redes-sociais-uma-abordagem-critica/">O anúncio da Comissão Europeia sobre idade mínima nas redes sociais: uma abordagem crítica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>Tartaruga-de-Couro em decomposição dá à costa no Furadouro</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/tartaruga-de-couro-em-decomposicao-da-a-costa-no-furadouro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta sexta-feira, quem fosse passear pelo areal a sul da praia do Furadouro, iria deparar-se com os restos de uma tartaruga de couro em decomposição, que deram à costa da praia ovarense provavelmente durante a noite passada. As tartarugas-de-couro são a maior espécie de tartarugas marinhas atualmente existentes, podendo atingir mais de 900 kg. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira, quem fosse passear pelo areal a sul da praia do Furadouro, iria deparar-se com os restos de uma tartaruga de couro em decomposição, que deram à costa da praia ovarense provavelmente durante a noite passada.<br />
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As tartarugas-de-couro são a maior espécie de tartarugas marinhas atualmente existentes, podendo atingir mais de 900 kg. O nome comum desta espécie provém da sua carapaça. Ao contrário das outras tartarugas que apresentam a carapaça coberta por placas ósseas, a tartaruga-de-couro apresenta um revestimento coriáceo em redor da sua carapaça. É a segunda espécie de tartaruga marinha que mais arroja em Portugal Continental.</p>
<p>Os Bombeiros de Ovar contactaram a Capitania do Porto de Aveiro que acionaram os serviços da Câmara Municipal para a remoção do animal.</p>
<p><em>(notícia atualizada)</em></p>
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		<item>
		<title>O Que Está a Impedir o Bitcoin de se Tornar um Ativo Mainstream?</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/o-que-esta-a-impedir-o-bitcoin-de-se-tornar-um-ativo-mainstream/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 16:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adoção do Bitcoin tem crescido de forma consistente ao longo da última década, mas continua longe de atingir o estatuto de um ativo verdadeiramente mainstream. Neste artigo, exploramos os principais obstáculos que ainda impedem a criptomoeda mais conhecida do mundo de conquistar uma aceitação generalizada entre investidores, empresas e consumidores. A volatilidade continua a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<p>A adoção do Bitcoin tem crescido de forma consistente ao longo da última década, mas continua longe de atingir o estatuto de um ativo verdadeiramente mainstream. Neste artigo, exploramos os principais obstáculos que ainda impedem a criptomoeda mais conhecida do mundo de conquistar uma aceitação generalizada entre investidores, empresas e consumidores.</p>
<h2><strong>A volatilidade continua a afastar muitos investidores</strong></h2>
<p>Apesar da crescente maturidade do mercado, o Bitcoin continua a apresentar oscilações de preço bastante superiores às verificadas em ativos tradicionais. Não é invulgar assistir a movimentos de dois dígitos numa questão de dias, algo que pode ser apelativo para investidores mais experientes, mas intimidante para quem procura estabilidade.</p>
<p>Muitos utilizadores acompanham diariamente um <a href="https://www.plus500.com/pt/instruments/btcusd">gráfico do preço do Bitcoin CFD em tempo real</a> para tentar identificar tendências de curto prazo e compreender melhor o comportamento do mercado. No entanto, para o investidor comum, esta necessidade constante de monitorização acaba por transmitir a ideia de que o Bitcoin exige conhecimentos técnicos e uma elevada tolerância ao risco.</p>
<p>Enquanto ações de empresas consolidadas ou obrigações oferecem expectativas relativamente previsíveis, o Bitcoin continua sujeito a mudanças bruscas provocadas por fatores económicos, regulatórios ou simplesmente pelo sentimento dos investidores.</p>
<h2><strong>A incerteza regulatória ainda gera desconfiança</strong></h2>
<p>Embora vários países tenham desenvolvido enquadramentos legais para os ativos digitais, continua a existir uma grande falta de uniformidade entre diferentes jurisdições.</p>
<p>Num país, o Bitcoin pode ser tratado como um ativo financeiro; noutro, como uma mercadoria; noutros casos, existem restrições significativas à sua utilização. Esta diversidade cria dúvidas tanto para investidores particulares como para empresas que ponderam aceitar pagamentos em criptomoedas.</p>
<p>As instituições financeiras também enfrentam desafios adicionais relacionados com requisitos de conformidade, prevenção do branqueamento de capitais e identificação de clientes. Enquanto estas questões não forem harmonizadas internacionalmente, a adoção continuará a evoluir de forma desigual.</p>
<h2><strong>A complexidade tecnológica continua a ser uma barreira</strong></h2>
<p>Para quem já utiliza criptomoedas há vários anos, conceitos como carteiras digitais, chaves privadas, seed phrases ou redes blockchain parecem relativamente simples.</p>
<p>No entanto, para grande parte da população, estes termos continuam a ser pouco familiares.</p>
<p>A responsabilidade de guardar corretamente uma chave privada, por exemplo, representa um nível de exigência muito superior ao de utilizar uma conta bancária tradicional. Um simples erro pode significar a perda definitiva dos fundos, sem possibilidade de recuperação.</p>
<p>Enquanto a experiência do utilizador não se tornar tão intuitiva quanto utilizar uma aplicação bancária convencional, será difícil alcançar uma adoção verdadeiramente massificada.</p>
<h2><strong>A perceção pública ainda está dividida</strong></h2>
<p>Apesar da crescente cobertura mediática, muitas pessoas continuam a associar o Bitcoin exclusivamente à especulação financeira.</p>
<p>Durante anos, notícias sobre fortes subidas foram frequentemente seguidas por relatos de quedas abruptas, falências de plataformas ou esquemas fraudulentos relacionados com o setor das criptomoedas. Como resultado, muitos potenciais investidores passaram a encarar todo o mercado com algum ceticismo.</p>
<p>Embora o Bitcoin em si funcione de forma descentralizada e independente destas empresas, a opinião pública tende a colocar tudo no mesmo grupo.</p>
<p>Alterar esta perceção exige tempo, maior transparência e uma melhor educação financeira.</p>
<h2><strong>O sistema financeiro tradicional continua extremamente eficiente</strong></h2>
<p>Uma das perguntas mais frequentes é simples: se os sistemas atuais já funcionam relativamente bem, porque mudar?</p>
<p>Na maioria dos países desenvolvidos, é possível efetuar pagamentos instantâneos, utilizar cartões em praticamente qualquer estabelecimento e realizar transferências bancárias com elevada segurança.</p>
<p>Para o consumidor médio, o benefício adicional oferecido pelo Bitcoin nem sempre é evidente.</p>
<p>A proposta de valor torna-se mais relevante em economias com inflação elevada, sistemas bancários menos desenvolvidos ou limitações no acesso aos serviços financeiros. Nos mercados mais maduros, a motivação para mudar continua a ser menos evidente para muitos utilizadores.</p>
<h2><strong>O impacto ambiental continua presente no debate</strong></h2>
<p>Embora a utilização crescente de energias renováveis na mineração tenha reduzido parte das críticas, o consumo energético da rede Bitcoin continua a gerar discussão.</p>
<p>Para alguns investidores institucionais, fatores ambientais, sociais e de governação (ESG) desempenham um papel importante nas decisões de investimento.</p>
<p>Enquanto persistirem dúvidas sobre o impacto ambiental da mineração, alguns fundos poderão continuar relutantes em aumentar significativamente a sua exposição ao Bitcoin.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os defensores da criptomoeda argumentam que muitas análises ignoram a evolução tecnológica do setor e o aumento da utilização de energia excedentária ou renovável.</p>
<h2><strong>O que poderá mudar nos próximos anos?</strong></h2>
<p>Apesar dos obstáculos, há sinais de que a adoção do Bitcoin continuará a crescer. Regras mais claras, plataformas mais intuitivas e uma maior participação das instituições financeiras poderão facilitar esse processo.</p>
<p>À medida que mais pessoas se familiarizam com os ativos digitais, a sua utilização poderá tornar-se cada vez mais comum. Ainda assim, a adoção em larga escala dependerá sobretudo da confiança, da facilidade de utilização e do valor prático que o Bitcoin conseguir oferecer no dia a dia.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>Concurso &#8220;Amar a Praia 2026&#8221; – Partilhe a sua iniciativa!</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/concurso-amar-a-praia-2026-partilhe-a-sua-iniciativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem desenvolvido ações que contribuem para uma praia mais limpa, segura e sustentável? Esta é a oportunidade para dar a conhecer o seu trabalho. Estão abertas, até 15 de agosto, as candidaturas à 6.ª edição do Concurso Amar a Praia, uma iniciativa do Programa Bandeira Azul, em parceria com a P&#38;G, que distingue projetos e &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/concurso-amar-a-praia-2026-partilhe-a-sua-iniciativa/">Concurso &#8220;Amar a Praia 2026&#8221; – Partilhe a sua iniciativa!</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Tem desenvolvido ações que contribuem para uma praia mais limpa, segura e sustentável? Esta é a oportunidade para dar a conhecer o seu trabalho.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Estão abertas, até <strong>15 de agosto</strong>, as candidaturas à <strong>6.ª edição do Concurso Amar a Praia</strong>, uma iniciativa do Programa Bandeira Azul, em parceria com a P&amp;G, que distingue projetos e boas práticas na gestão e valorização das zonas balneares, sejam elas costeiras ou do interior.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Nesta edição, que assinala os 40 anos da Bandeira Azul, serão especialmente valorizadas iniciativas relacionadas com a acessibilidade, a qualidade da água e da areia, a limpeza da praia e da sua envolvente, a gestão de resíduos, a segurança, a informação e educação ambiental e a promoção da biodiversidade.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Após o encerramento das candidaturas, entre <strong>15 de agosto e 30 de setembro</strong>, o público será convidado a votar nos projetos a concurso.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><span class="html-span xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x1hl2dhg x16tdsg8 x1vvkbs x3nfvp2 x1j61x8r x1fcty0u xdj266r xat24cr xm2jcoa x1mpyi22 xxymvpz xlup9mm x1kky2od"><img loading="lazy" decoding="async" class="xz74otr x15mokao x1ga7v0g x16uus16 xbiv7yw" src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/t51/1/16/1f449.png" alt="&#x1f449;" width="16" height="16" /></span> Consulte o regulamento e apresente a sua candidatura em:</div>
<div dir="auto">
<p><span class="html-span xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x1hl2dhg x16tdsg8 x1vvkbs"><a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n x18oe1m7 x1sy0etr xstzfhl x972fbf x10w94by x1qhh985 x14e42zd x9f619 x1ypdohk xt0psk2 x3ct3a4 xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz xkrqix3 x1sur9pj x1fey0fg x1s688f" tabindex="0" role="link" href="https://bandeiraazul.abaae.pt/concurso-amar-a-praia-2026?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAYnJpZBExWEljd1dPUHlGZllVbXlCZHNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR5UyGB1gEbqpmlbGugUXwKz7C0QO_tyZL-VJ4jxFvSu9NFUqKiPNiKSfpy40A_aem_rJ8g5Lnnhbu3c73uTgZh6w" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://bandeiraazul.abaae.pt/concurso-amar-a-praia-2026</a></span></p>
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</div>
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		<media:content url="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2026/07/concurso.jpg" medium="image"></media:content>
            	</item>
		<item>
		<title>Como os jogos online transformaram o entretenimento em Portugal</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/como-os-jogos-online-transformaram-o-entretenimento-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lembro-me da primeira vez que vi um amigo a jogar aquilo. Era sábado à tarde, estávamos no café, e ele mostrou-me no telemóvel. Fiquei tipo &#8220;mas o que é isto?&#8221;. Parecia demasiado básico para ter piada, mas depois reparei que havia ali algo viciante, diferente do que estava habituado. Sempre conhecemos os jogos normais, sabes? &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/como-os-jogos-online-transformaram-o-entretenimento-em-portugal/">Como os jogos online transformaram o entretenimento em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Lembro-me da primeira vez que vi um amigo a jogar aquilo. Era sábado à tarde, estávamos no café, e ele mostrou-me no telemóvel. Fiquei tipo &#8220;mas o que é isto?&#8221;. Parecia demasiado básico para ter piada, mas depois reparei que havia ali algo viciante, diferente do que estava habituado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre conhecemos os jogos normais, sabes? As slot machines dos casinos, as apostas no futebol. Mas aquilo era outra história. Sem equipas para analisar. Sem cartas para contar. Apenas uma linha que sobe e tu a decidir se sacas o dinheiro. Basicamente, o </span><a href="https://yellowbet.co.mz/pt/virtual/crash-games"><span style="font-weight: 400;">aviator jogo de aposta</span></a><span style="font-weight: 400;"> explodiu porque junta simplicidade com adrenalina pura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Porque é que esta treta funciona tão bem</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou ser sincero. A maior parte das pessoas não tem pachorra para regras complicadas. Quando chego a casa rebentado depois de trabalhar, a última coisa que quero é ler instruções gigantes. Quero algo direto que me faça desligar o cérebro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes jogos de crash são exatamente isso. Entras, vês os números a subir, decides quando paras. Acabou. Não precisas de estudar táticas nem decorar estatísticas. Óbvio que há malta que cria sistemas (já vi threads no Reddit que parecem teses), mas qualquer um começa a jogar em meio minuto.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como nós portugueses lidamos com isto</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa relação com jogos de azar é estranha. Por um lado, somos malucos por futebol e apostas desportivas &#8211; é só veres a quantidade de betclic e bwin em cada esquina. Por outro, durante anos andámos limitados no acesso a certas plataformas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso mudou drasticamente. Agora qualquer zé com smartphone tem acesso a montes de opções. Conheço sete ou oito amigos que experimentaram estas cenas virtuais por curiosidade, e alguns ficaram surpreendidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que me surpreendeu foi o aspeto social. Muitas plataformas mostram outros jogadores ao vivo, quanto ganharam, as decisões que tomaram. Há uma vibe de comunidade inesperada. Às vezes vês um gajo qualquer a ganhar 47.3 vezes a aposta e ficas &#8220;epá, podia ser eu&#8221; (spoiler: quase nunca é, mas a gente sonha).</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quando deixa de ser só diversão</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não vou fazer de conta que é tudo lindo. Conheço histórias de pessoal que se perdeu na cena. Um tipo do ginásio confessou-me que passou duas semanas a jogar diariamente, sempre à espera daquele multiplicador gigante que nunca aparecia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cena é ter juízo. Estes jogos são feitos para viciar &#8211; seria parvo pensar que não. Mas não são diferentes de outras formas de entretenimento problemáticas. Já vi gente a torrar dinheiro em microtransações de videojogos ou apostas de futebol todos os fins de semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segredo passa por definir limites a sério. Nunca jogo sem decidir primeiro quanto estou disposto a perder. Podem ser dez paus, podem ser vinte e cinco euros, mas quando acaba, acabou mesmo. Zero de &#8220;ah só mais uma&#8221;.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que vem aí nesta indústria</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que vamos ver cada vez mais variantes destes jogos. Já surgiram versões com temas diferentes, gráficos mais trabalhados, mecânicas ligeiramente diferentes. A indústria sacou que existe um mercado brutal de gente que quer algo rápido e que dê aquele rush.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui em Portugal, vejo que a aceitação está a aumentar. Há três anos, se falavas sobre jogos crash, a maioria olhava desconfiada. Agora é normal ouvir conversas sobre multiplicadores e táticas até nos cafés da terrinha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É isto basicamente. A forma como nos divertimos online mudou à brava. Há pessoal que adora esta evolução, outros preferem as coisas tradicionais. Eu estou no meio termo &#8211; gosto da inovação mas tento sempre manter os pés no chão e a cabeça no sítio.</span></p>
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		<title>Já conhece o novo mural de Pardilhó?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem passa pela Ribeira da Aldeia encontra agora um novo motivo para parar e apreciar. O muro que delimita a área de lazer transformou-se numa obra de arte que celebra a identidade de Pardilhó, a riqueza natural da Ria e o talento dos jovens da comunidade. O mural nasceu no âmbito do ECO – A &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Quem passa pela Ribeira da Aldeia encontra agora um novo motivo para parar e apreciar. O muro que delimita a área de lazer transformou-se numa obra de arte que celebra a identidade de Pardilhó, a riqueza natural da Ria e o talento dos jovens da comunidade.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-2637496615959144" crossorigin="anonymous"></script><br />
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<p style="font-weight: 400;">O mural nasceu no âmbito do ECO – A Tua Voz pela Natureza, iniciativa da Câmara Municipal de Estarreja que desafia os mais jovens a pensar e a construir soluções para o território. Desta vez, a proposta partiu dos alunos do Agrupamento de Escolas de Pardilhó, que identificaram a Ribeira da Aldeia como um espaço com potencial para ganhar uma nova vida através da arte.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Alunos inspiraram-se no património local</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Da ideia à concretização, o processo foi inteiramente participado. Com o acompanhamento das professoras de Ciências Naturais e Educação Visual, os alunos definiram o conceito da intervenção, inspirando-se no património natural e cultural de Pardilhó. Para transformar essa visão numa obra de grande escala, a Câmara Municipal de Estarreja convidou o artista Godmess, uma das referências nacionais da arte urbana colaborativa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Depois de uma sessão criativa em sala de aula, os trabalhos começaram a 27 de maio com a turma do 9.º ano e continuaram a 1 de junho, envolvendo toda a comunidade escolar do 3.º ciclo. Nesse dia, a arte cruzou-se também com a educação ambiental, através de oficinas dinamizadas pelo CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Homenagem à construção naval e ao barco moliceiro</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Após esta fase participativa, o mural foi concluído pelo artista, garantindo a finalização dos detalhes. A proposta artística desenvolvida por Godmess divide-se em duas grandes narrativas. Na frente, destaca-se a homenagem à construção naval tradicional e aos barcos moliceiros, símbolos maiores da identidade de Pardilhó, agora inscritos como Património Imaterial da UNESCO. No outro lado do muro, a biodiversidade do sapal ganha protagonismo, convidando quem visita a conhecer e a preservar este valioso ecossistema.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para a professora de Educação Visual, Letícia Sacramento, da escola de Pardilhó, o verdadeiro valor do projeto vai muito além da pintura. &#8220;Este trabalho, traduziu-se numa oportunidade única de aprendizagem real para os alunos. A importância deste mural vai muito além da pintura; ele imortaliza na Ribeira da Aldeia o património cultural da nossa terra, desde a arte dos moliceiros e da construção naval até à biodiversidade do BioRia, com os seus flamingos, fauna e flora. Foi uma verdadeira lição de pertença, onde os alunos foram os protagonistas na valorização do seu próprio território.&#8221;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Arte como forma de alerta</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Também para Godmess, a dimensão humana do projeto foi o elemento mais marcante. &#8220;Este mural comunitário não é apenas uma pintura. Foram dias de trabalho com tintas e pincéis, emoções e aprendizagem coletiva, porque a arte é um instrumento educativo necessário. A participação da comunidade escolar, do Município e da comunidade local demonstra que, juntos, somos capazes muitas vezes do impossível em tempo recorde.” Godmess refere ainda que para além da transformação do espaço, é deixado um “alerta ecológico e de preservação”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esta obra de arte representa ainda uma memória afetiva e um sentimento de pertença para as crianças e jovens de Pardilhó. O artista destaca que todo o processo foi construído em cocriação com os alunos, permitindo transformar uma ideia nascida em contexto escolar num espaço de sensibilização ambiental e valorização do património local.</p>
<p style="font-weight: 400;">Reconhecido como um dos nomes de referência da arte urbana portuguesa, Godmess desenvolve projetos de muralismo em Portugal e no estrangeiro, distinguindo-se pelas cores vibrantes, formas geométricas e forte componente comunitária. A sua participação reforçou a dimensão artística e educativa desta iniciativa, sem nunca retirar protagonismo aos verdadeiros autores da ideia: os jovens de Pardilhó.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esta é mais uma obra que passa a integrar a galeria de arte urbana de Estarreja. Num ano marcado pela realização do ESTAU – Festival de Arte Urbana de Estarreja (12 a 20 de setembro), o mural de Pardilhó vem lembrar que a arte tem o poder de transformar lugares, envolver pessoas e deixar marcas que perduram no tempo.</p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<title>Filme “Em Verde Vivo”, da Turismo Centro de Portugal, conquista Ouro em festival de cinema de Los Angeles</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/filme-em-verde-vivo-da-turismo-centro-de-portugal-conquista-ouro-em-festival-de-cinema-de-los-angeles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:51:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Life&Tek]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme “Em Verde Vivo”, da Turismo Centro de Portugal, conquistou a medalha de Ouro nos US International Awards, um dos mais relevantes festivais internacionais dedicados a filmes de turismo, comunicação corporativa e conteúdos audiovisuais, integrado no circuito CIFFT – World Best Tourism Film Awards. Esta nova distinção internacional reforça o percurso excecional de “Em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme “Em Verde Vivo”, da Turismo Centro de Portugal, conquistou a medalha de Ouro nos US International Awards, um dos mais relevantes festivais internacionais dedicados a filmes de turismo, comunicação corporativa e conteúdos audiovisuais, integrado no circuito CIFFT – World Best Tourism Film Awards. Esta nova distinção internacional reforça o percurso excecional de “Em Verde Vivo”, que continua a afirmar-se como um dos mais premiados filmes promocionais de turismo do mundo em 2026.</p>
<p>Recorde-se que o filme conquistou, em março, a medalha de Ouro no Festival Internacional de Filmes de Turismo do Japão, no arranque do circuito CIFFT, tendo recebido poucos dias depois um prémio Platina nos MUSE Creative Awards, em Nova Iorque. Já em maio, também em Nova Iorque, arrecadou novo Ouro nos New York Festivals TV &amp; Film Awards.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Desenvolvido na sequência dos incêndios que afetaram a região Centro de Portugal em 2025, “Em Verde Vivo” tem sido amplamente reconhecido pela sua abordagem humana e emocional, transmitindo uma poderosa mensagem de esperança, regeneração e resiliência do território e das comunidades locais.</p>
<p>Os US International Awards distinguem anualmente algumas das melhores produções audiovisuais do mundo nas áreas do turismo, comunicação institucional, publicidade e corporate films, reunindo projetos avaliados por um júri internacional composto por especialistas da indústria criativa e audiovisual. Com este novo triunfo, o filme consolida a sua posição no ranking internacional dos filmes de turismo do circuito CIFFT, ocupando o segundo lugar na categoria Regiões de Turismo, entre centenas de produções provenientes de destinos turísticos de todo o mundo.</p>
<p>Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal, sublinha que “esta nova distinção confirma que o Centro de Portugal tem sido capaz de comunicar com o mundo através de uma mensagem emocional, conectada com o território e as suas pessoas. ‘Em Verde Vivo’ representa a força de uma região que soube transformar a adversidade numa narrativa inspiradora, capaz de tocar públicos internacionais e conquistar reconhecimento global. Este reconhecimento internacional projeta o Centro de Portugal além-fronteiras e reforça a notoriedade da região nos mercados externos”.</p>
<p>“Em Verde Vivo” teve conceção criativa e produção da Lobby Films &amp; Advertising, com realização de Telmo Martins.</p>
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