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	<title>Arquivo de Saúde - OvarNews</title>
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	<description>Actualidade Vareira</description>
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	<title>Arquivo de Saúde - OvarNews</title>
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	<item>
		<title>Arada prepara-se para acolher o IRIA Summit Portugal</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/arada-prepara-se-para-acolher-o-iria-summit-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Freguesia de Arada vai acolher, nos dias 25 e 26 de setembro, o IRIA Summit Portugal, um encontro dedicado à reflexão sobre o presente e o futuro dos territórios, reunindo autarquias, empresas, instituições, comunidade e agentes ligados ao conhecimento e à inovação. A iniciativa pretende promover o diálogo entre os diferentes intervenientes no desenvolvimento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Freguesia de Arada vai acolher, nos dias 25 e 26 de setembro, o IRIA Summit Portugal, um encontro dedicado à reflexão sobre o presente e o futuro dos territórios, reunindo autarquias, empresas, instituições, comunidade e agentes ligados ao conhecimento e à inovação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa pretende promover o diálogo entre os diferentes intervenientes no desenvolvimento económico, social, cultural e comunitário, dando a conhecer as potencialidades, os projetos e os desafios das freguesias participantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O programa arranca no dia 25 de setembro, às 14h00, no Auditório do Centro Cívico de Arada, com a receção dos participantes e a apresentação das freguesias, seguindo-se intervenções das entidades presentes e uma mesa aberta de debate entre os representantes autárquicos e o público. Os trabalhos terminam às 19h30.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No dia 26, o encontro prossegue no Pavilhão Gimnodesportivo de Arada, a partir das 10h00, com a abertura dos stands das freguesias, onde serão apresentadas as suas características, tradições e iniciativas. A organização prevê ainda diversas animações e representações culturais, com o objetivo de valorizar a identidade de cada território. O encerramento está previsto para as 19h30.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O IRIA Summit Portugal pretende afirmar-se como um espaço de partilha de ideias e experiências, aproximando as comunidades e contribuindo para uma visão conjunta sobre o futuro das freguesias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A organização convida a população a participar nesta iniciativa, que decorre sob o mote «Juntos, em Arada, a semear o Futuro!».</p>
<p>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Hospital de Santa Maria da Feira vai receber robô cirúrgico num investimento de 2,46 milhões de euros</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/hospital-de-santa-maria-da-feira-vai-receber-robo-cirurgico-num-investimento-de-246-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 15:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde de Entre o Douro e Vouga (ULS EDV) adjudicou a aquisição e instalação de um sistema robótico destinado à realização de Cirurgia Minimamente Invasiva (CMI) no Hospital de Santa Maria da Feira. O contrato tem um valor de 2,463 milhões de euros. O valor contratual supera o preço base definido &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Unidade Local de Saúde de Entre o Douro e Vouga (ULS EDV) adjudicou a aquisição e instalação de um sistema robótico destinado à realização de Cirurgia Minimamente Invasiva (CMI) no Hospital de Santa Maria da Feira. O contrato tem um valor de 2,463 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor contratual supera o preço base definido no concurso público, fixado em 2,126 milhões de euros. O procedimento lançado pela ULS EDV prevê não apenas o fornecimento do equipamento, mas também a sua instalação e a adaptação do espaço onde irá funcionar.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova plataforma robótica será utilizada em procedimentos minimamente invasivos nas áreas de <strong>Cirurgia Geral, Ginecologia e Urologia</strong>. O sistema inclui uma consola cirúrgica, um mínimo de quatro braços robóticos, uma torre de visualização e um simulador.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Cirurgia Minimamente Invasiva permite realizar intervenções através de incisões de menor dimensão do que as utilizadas na cirurgia convencional. A introdução da cirurgia robótica enquadra-se num programa de modernização tecnológica da ULS EDV, que prevê a utilização de sistemas robóticos em diferentes áreas clínicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além do fornecimento do equipamento, a empresa adjudicatária ficará responsável pela elaboração do projeto de adaptação do espaço destinado à instalação do sistema robótico, no bloco operatório do Hospital de Santa Maria da Feira.</p>
<p>A aquisição surge no âmbito do investimento na modernização tecnológica do Serviço Nacional de Saúde e pretende reforçar a capacidade da ULS EDV na realização de procedimentos cirúrgicos diferenciados.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>ULS Entre Douro e Vouga aumenta resposta à população com mais 10 mil consultas e mais 1.400 cirurgias</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/uls-entre-douro-e-vouga-aumenta-resposta-a-populacao-com-mais-10-mil-consultas-e-mais-1-400-cirurgias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da monitorização da ACSS relativos ao primeiro semestre de 2026 revelam crescimento de 5,3% nas consultas médicas e de 10,9% na atividade cirúrgica programada, com particular destaque para o aumento da cirurgia de ambulatório. A Unidade Local de Saúde de Entre Douro e Vouga realizou, nos primeiros seis meses de 2026, mais de 10 &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados da monitorização da ACSS relativos ao primeiro semestre de 2026 revelam crescimento de 5,3% nas consultas médicas e de 10,9% na atividade cirúrgica programada, com particular destaque para o aumento da cirurgia de ambulatório.<br />
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A Unidade Local de Saúde de Entre Douro e Vouga realizou, nos primeiros seis meses de 2026, mais de 10 mil consultas médicas e mais de 1.400 intervenções cirúrgicas programadas do que no mesmo período do ano anterior, reforçando a capacidade de resposta assistencial à população.</p>
<p>De acordo com os dados mais recentes da monitorização mensal dos hospitais divulgados pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a ULS Entre Douro e Vouga realizou, até junho de 2026, 201.543 consultas médicas, mais 10.080 consultas do que no período homólogo de 2025, correspondendo a um crescimento de 5,3%.</p>
<p>O aumento da atividade verificou-se tanto nas primeiras consultas, que cresceram 5,4%, como nas consultas subsequentes, que registaram um aumento de 5,2%.</p>
<p>Também na atividade cirúrgica se verificou uma evolução significativa. A ULS Entre Douro e Vouga realizou 14.685 intervenções cirúrgicas programadas, mais 1.438 intervenções do que no mesmo período do ano anterior, representando um crescimento de 10,9%.</p>
<p>O maior crescimento registou-se na cirurgia de ambulatório, com 11.054 intervenções realizadas, mais 1.494 do que no período homólogo, correspondendo a um aumento de 15,6%.</p>
<p>Os dados da ACSS revelam ainda uma evolução positiva no indicador relativo aos utentes inscritos para cirurgia dentro do tempo de espera aplicável, que passou de 95,0% para 95,6%.</p>
<p>A evolução registada traduz o reforço da capacidade de resposta da ULS Entre Douro e Vouga nas áreas da consulta externa e da atividade cirúrgica, resultado do trabalho desenvolvido diariamente pelos seus profissionais e equipas.</p>
<p>Na análise comparativa realizada pela ACSS, a ULS Entre Douro e Vouga apresenta igualmente uma posição de destaque face às instituições hospitalares do mesmo grupo, nomeadamente ao nível da produção de consultas médicas.</p>
<p>Para Carlos Alberto, presidente do Conselho de Administração da ULS Entre Douro e Vouga, estes resultados refletem o empenho e a capacidade das equipas em responder às necessidades da população, num contexto de elevada exigência sobre os serviços de saúde.</p>
<p>“Estes resultados traduzem, acima de tudo, o trabalho diário dos nossos profissionais. Conseguimos aumentar significativamente a resposta à população, tanto nas consultas como na atividade cirúrgica, reforçando a capacidade assistencial da ULS Entre Douro e Vouga. Estes dados representam uma evolução positiva e constituem simultaneamente um reconhecimento do trabalho das nossas equipas e uma responsabilidade para continuarmos a melhorar”, refere o presidente do Conselho de Administração da ULS Entre Douro e Vouga.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Da sensibilização à ação: prevenir e reconhecer as lesões da coluna pode mudar uma vida</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/da-sensibilizacao-a-acao-prevenir-e-reconhecer-as-lesoes-da-coluna-pode-mudar-uma-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Lesão da Coluna Vertebral, o desafio é transformar conhecimento em ação. Prevenir os traumatismos, reconhecer precocemente os sinais de alerta e atuar corretamente perante uma suspeita de lesão da coluna são medidas que podem ser determinantes para preservar a função neurológica, a autonomia e a qualidade de vida. Uma simples queda, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">No Dia Internacional da Lesão da Coluna Vertebral, o desafio é transformar conhecimento em ação. Prevenir os traumatismos, reconhecer precocemente os sinais de alerta e atuar corretamente perante uma suspeita de lesão da coluna são medidas que podem ser determinantes para preservar a função neurológica, a autonomia e a qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Uma simples queda, um acidente de viação, um acidente de trabalho ou um traumatismo durante a prática desportiva podem acontecer em poucos segundos. Na maioria das situações, felizmente, não terão consequências graves. Contudo, em determinados casos, podem provocar uma lesão da coluna vertebral e, eventualmente, comprometer a medula espinhal, com consequências que se podem prolongar por toda a vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">É precisamente esta realidade que importa recordar no Dia Mundial da Lesão Medular, assinalado a 5 de setembro. Em 2026, quando se cumprem dez anos desta iniciativa internacional, o tema escolhido — “From Awareness to Action: Ten Years Advancing SCI Prevention”, ou “Da sensibilização à ação: dez anos a promover a prevenção da lesão medular” — encerra uma mensagem particularmente relevante: sensibilizar continua a ser essencial, mas conhecer o problema já não é suficiente. É necessário transformar esse conhecimento em prevenção e em comportamentos concretos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Conhecer os sinais de alerta é uma das formas mais imediatas de transformar sensibilização em ação. Perante um trauma, existem sintomas e sinais que devem levantar a suspeita de uma possível lesão da coluna. A dor intensa ou persistente no pescoço ou nas costas é um dos sinais mais facilmente reconhecíveis. Particularmente importantes são os sintomas que podem traduzir compromisso neurológico, como a diminuição da força ou a incapacidade para movimentar um braço ou uma perna, a sensação de dormência, formigueiro ou perda de sensibilidade nas mãos, braços, pés ou pernas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Perante alguém que sofreu uma queda, o primeiro impulso é frequentemente ajudá-lo a levantar-se. Trata-se de uma reação natural e bem-intencionada, mas que deve ser evitada quando existe suspeita de lesão da coluna. Não devemos tentar levantá-la, sentá-la ou fazê-la caminhar para perceber se “está tudo bem”. Da mesma forma, não devemos realizar movimentos do pescoço ou do tronco com o objetivo de testar a existência de dor ou limitação. A prioridade deve ser contactar os serviços de emergência e seguir as orientações transmitidas pelos profissionais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Se o tema deste ano nos desafia a passar da sensibilização à ação, nenhuma ação é mais importante do que a prevenção. A segurança rodoviária, a utilização adequada de dispositivos de segurança, a prevenção de quedas, a implementação de medidas de proteção nos locais de trabalho e a adoção de comportamentos seguros durante a prática desportiva são exemplos concretos.</p>
<p style="font-weight: 400;">A recuperação não termina com uma intervenção cirúrgica, nem com a estabilização clínica, nem no momento em que o doente tem alta hospitalar. A reabilitação constitui uma parte fundamental do tratamento e deve iniciar-se tão precocemente quanto a situação clínica o permita. O objetivo último é proporcionar à pessoa o maior nível possível de independência, participação e qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Enquanto neurocirurgião dedicado à cirurgia da coluna, considero que esta é talvez a principal mensagem que devemos retirar deste Dia: temos hoje mais conhecimento sobre estas lesões, sobre a sua prevenção e sobre a forma de as tratar. O desafio é transformar esse conhecimento em ação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Prevenir sempre que possível. Reconhecer precocemente quando acontece. Atuar corretamente. Diagnosticar e tratar em tempo útil — “time is spine”. Reabilitar e promover a autonomia quando a lesão deixa consequências.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porque proteger a coluna não significa apenas proteger uma estrutura anatómica. Significa proteger a função, o movimento, a independência e, em última análise, a possibilidade de cada pessoa continuar a conduzir a sua própria vida.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> <img decoding="async" class="alignnone " src="https://i1.rgstatic.net/ii/profile.image/884581196627973-1587912000873_Q512/Lino-Fonseca.jpg" width="151" height="151" /></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Dr. Lino Fonseca</strong><em>, Neurocirurgião, Hospital CUF Descobertas &#8211; Lisboa, CRI Coluna ULS São José, membro da Direção da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral</em></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Novo acesso ao estacionamento do Hospital de São Sebastião entra em funcionamento segunda-feira</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/novo-acesso-ao-estacionamento-do-hospital-de-sao-sebastiao-entra-em-funcionamento-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ovarnews.pt/?p=106613</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entra em funcionamento na próxima segunda-feira, 31 de agosto, um novo acesso direto ao estacionamento do Hospital de São Sebastião para os utentes que chegam pela Avenida 5 de Outubro e pela Rua Dr. Cândido Pinho. A nova entrada, localizada na zona do antigo parque de táxis, destina-se exclusivamente ao acesso ao estacionamento e dispõe &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Entra em funcionamento na próxima segunda-feira, 31 de agosto, um novo acesso direto ao estacionamento do Hospital de São Sebastião para os utentes que chegam pela Avenida 5 de Outubro e pela Rua Dr. Cândido Pinho.</strong></p>
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<p style="font-weight: 400;">A nova entrada, localizada na zona do antigo parque de táxis, destina-se exclusivamente ao acesso ao estacionamento e dispõe de sinalização informativa sobre a disponibilidade de lugares no parque.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esta alteração pretende melhorar a circulação rodoviária em toda a envolvente do Hospital de São Sebastião, distribuindo o trânsito por diferentes acessos e reduzindo a pressão sobre a rotunda, particularmente nos períodos de maior afluência.</p>
<p style="font-weight: 400;">A entrada em funcionamento deste novo acesso integra o conjunto de intervenções desenvolvido em articulação entre a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e o Conselho de Administração da ULS Entre Douro e Vouga para melhorar as condições de acesso, circulação e estacionamento junto da unidade hospitalar.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nos últimos meses foram criadas uma segunda via de acesso ao Hospital, uma nova entrada exclusiva para veículos de emergência e a relocalização do parque de táxis. Está igualmente prevista a criação de um segundo parque de estacionamento, com mais 374 lugares para utentes e profissionais.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Sindicato diz que situação das urgências da Feira e de S. João da Madeira é crítica</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/sindicato-diz-que-situacao-das-urgencias-da-feira-e-de-s-joao-da-madeira-e-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ovarnews.pt/?p=106514</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) disse hoje que a situação das urgências dos hospitais de Santa Maria da Feira e de São João da Madeira é “crítica” e está a colocar “doentes em risco”. Em causa, refere o SMN, está a falta de recursos humanos e de planeamento no Hospital São Sebastião, sede &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/sindicato-diz-que-situacao-das-urgencias-da-feira-e-de-s-joao-da-madeira-e-critica/">Sindicato diz que situação das urgências da Feira e de S. João da Madeira é crítica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticiaResumo">
<p>O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) disse hoje que a situação das urgências dos hospitais de Santa Maria da Feira e de São João da Madeira é “crítica” e está a colocar “doentes em risco”.</p>
</div>
<div class="noticiaCorpo">
<p>Em causa, refere o SMN, está a falta de recursos humanos e de planeamento no <span class="google-anno-t">Hospital</span> São Sebastião, sede da Unidade Local de <span class="google-anno-t">Saúde</span> do Entre Douro e Vouga (ULS EDV), que gere também o Hospital de São João da Madeira, assim como os de Oliveira de Azeméis e Ovar – e aos quais se junta um serviço de Urgência também no Centro de Saúde de Arouca.</p>
<div class="google-anno-skip google-anno-sc" tabindex="0" role="link" aria-label="Procurar Hospitais E Centros De Tratamento" data-google-vignette="false" data-google-interstitial="false">Procurar Hospitais E Centros De Tratamento</div>
<p>“No Hospital São Sebastião, perante a falta de profissionais na área amarela do Serviço de Urgência, está a ser determinada a reafetação de um médico da área laranja, desfalcando uma área destinada a doentes de maior gravidade para preencher outra. Não se pode resolver uma insuficiência numa área criando deliberadamente outra”, alertou o sindicato.</p>
<div class="google-auto-placed ap_container">
<p>&nbsp;</p>
<div id="aswift_1_host">
<div class="google-aiuf" data-google-ad-efd="true">
<div class="goog-rentries">
<div></div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>Na Urgência Básica de São João da Madeira, o problema é “a incapacidade de preencher as escalas”, o que levou a direção clínica a solicitar aos médicos internos disponibilidade para “trabalho suplementar durante agosto, antecipando a necessidade de reforço em setembro e outubro”.</p>
<p>Para a estrutura sindical, isso significa que, “perante a falta de médicos contratados, pretende-se que sejam os profissionais em formação da instituição, através de mais horas extraordinárias, a colmatar sucessivamente as falhas”.</p>
<p>O sindicato garante, contudo, que o que está a acontecer “não é um imprevisto – é falta de recursos humanos e de planeamento, transferida para os médicos e com consequências para a segurança dos doentes”.</p>
<p>Contactada pela Lusa, a administração da ULS EDV reconhece “os desafios que a gestão dos recursos médicos coloca, particularmente durante o período de verão, marcado por férias programadas dos profissionais”, mas garante que estão a ser “adotadas as medidas necessárias para assegurar a continuidade da resposta assistencial”.</p>
<p>A administração realça que, “apesar dos constrangimentos identificados na gestão das escalas, não houve encerramento de qualquer serviço de urgência, suspensão de atividade ou interrupção da resposta assistencial”.</p>
<p>“As diferentes áreas assistenciais mantiveram-se asseguradas, sendo a organização dos recursos realizada pelas estruturas clínicas em função das necessidades assistenciais e com a segurança dos doentes como prioridade”, acrescenta.</p>
<p>O sindicato exigiu “uma resposta imediata” do conselho de administração da ULS e do Ministério da Saúde, porque considera que é a essas entidades que cabe assegurar “medidas imediatas que garantam equipas completas, a segurança dos doentes e a formação dos médicos internos”.</p>
<p>“Quem decide retirar médicos de uma área crítica tem de assumir essa decisão. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tem de garantir os recursos necessários: aos médicos compete tratar doentes, não encobrir nem mascarar falhas graves de gestão”, realçou.</p>
<p>Aconselhando os médicos que não pretendam realizar trabalho suplementar a “formalizarem a sua recusa através das respetivas minutas” e a deixarem assim documentada a decisão e o decisor que os levam a adotar tal medida, a estrutura sindical quer evitar que a falta de profissionais seja escondida “à custa da sobrecarga dos que permanecem”.</p>
<p>Da mesma forma, defendeu que a segurança clínica dos utentes não pode ser fragilizada “para fazer uma escala parecer completa”.</p>
<p>“Os médicos não podem continuar a funcionar como variável de ajustamento de escalas deficitárias, nem ser responsabilizados pelas consequências de decisões organizacionais que não controlam. A segurança dos doentes exige equipas adequadamente dimensionadas nos locais onde são necessárias”, concluiu o SMN.</p>
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<div><span style="background-color: #ffffff;">Na resposta à Lusa, a administração da ULS EDV agradece ainda “o empenho dos profissionais que asseguram diariamente a prestação de cuidados à população” e compromete-se a manter em curso “medidas destinadas ao reforço das equipas e à garantia da continuidade e qualidade dos cuidados prestados”.</span></div>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/sindicato-diz-que-situacao-das-urgencias-da-feira-e-de-s-joao-da-madeira-e-critica/">Sindicato diz que situação das urgências da Feira e de S. João da Madeira é crítica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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		<media:content url="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2026/05/hospital-feira.jpeg" medium="image"></media:content>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Cancro do pulmão: o diagnóstico começa quando vencemos mitos e estigma&#8221; &#8211; Dr.ª Fernanda Estevinho</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/cancro-do-pulmao-o-diagnostico-comeca-quando-vencemos-mitos-e-estigma-dr-a-fernanda-estevinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Cancro do Pulmão é o cancro mais frequente e com maior mortalidade a nível mundial. Em Portugal, em 2022, 6155 pessoas receberam este diagnóstico e ocorreram, por cancro do pulmão, 5077 óbitos. Divide-se em dois grandes “grupos”, o cancro do pulmão de não pequenas células que inclui o adenocarcinoma, o carcinoma epidermoide, entre outros; &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/cancro-do-pulmao-o-diagnostico-comeca-quando-vencemos-mitos-e-estigma-dr-a-fernanda-estevinho/">&#8220;Cancro do pulmão: o diagnóstico começa quando vencemos mitos e estigma&#8221; &#8211; Dr.ª Fernanda Estevinho</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Cancro do Pulmão é o cancro mais frequente e com maior mortalidade a nível mundial. Em<br />
Portugal, em 2022, 6155 pessoas receberam este diagnóstico e ocorreram, por cancro do<br />
pulmão, 5077 óbitos.<br />
Divide-se em dois grandes “grupos”, o cancro do pulmão de não pequenas células que inclui o<br />
adenocarcinoma, o carcinoma epidermoide, entre outros; e o cancro do pulmão de pequenas<br />
células.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large alignleft" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSiNo5zJnnE-NLCpYUpgyAW2h-JSO4URUTPfmodwFNivBQ894JmDaY3Zvo&amp;s=10" width="447" height="447" />Quais são os sinais de alarme? Como prevenir e como tratar?</strong><br />
Numa fase inicial pode não causar sintomas ou gerar manifestações facilmente confundidas<br />
com outras doenças. Os principais sinais de alarme são o aparecimento ou agravamento de<br />
tosse, infeções respiratórias repetidas, sangue na expetoração, dor ao respirar ou tossir,<br />
rouquidão, respiração ruidosa, falta de ar, aumento da sensação de cansaço após esforços,<br />
perda de peso inexplicada, e dor no peito ou no ombro.</p>
<p><strong>Porque é que é tão importante vencer os mitos e o estigma?</strong><br />
Ideias falsas como:<br />
“só aparece em fumadores”,<br />
“tenho tosse desde há 3 meses, mas não vou fazer exames, porque não é nada, nunca fumei&#8230;”,<br />
“se houver doença os efeitos do tratamento são piores que os da doença”,<br />
“as mulheres não têm cancro do pulmão”,<br />
“não tenho cancro porque na minha família não há casos de cancro”,<br />
“e se tiver cancro, pode ser de não ter cuidado da minha saúde? É melhor não saber&#8230;”<br />
“há um rastreio de cancro do pulmão, mas não vale a pena ir&#8230; não há tratamento”,<br />
atrasam o diagnóstico.</p>
<p><strong>Ultrapassar os mitos – o caso de Maria</strong><br />
Maria, de 68 anos, não fumadora, notou tosse persistente. Não tinha história familiar de cancro<br />
do pulmão. Recorreu ao médico. O estudo revelou: adenocarcinoma do pulmão em fase<br />
precoce e foi operada. A cirurgia realizada removeu apenas um lobo do pulmão, pelo que<br />
continua a respirar bem. Realizou tratamentos complementares incluindo um tratamento<br />
dirigido a uma mutação presente no tumor, a mutação de EGFR. Tem boa qualidade de vida.<br />
A sobrevivência expectável é superior a 7 em 10 anos aos 5 anos.<br />
Não tinha fatores de risco.</p>
<p><strong>Quais são os principais fatores de risco?</strong><br />
O tabagismo assume-se como o principal fator de risco para cancro do pulmão, e cerca de 80%<br />
dos diagnósticos de cancro do pulmão poderiam ser evitáveis se controlássemos o tabagismo.<br />
Assim, a evicção tabágica e a cessação tabágica são indispensáveis.<br />
Contudo, é importante realçar que mesmo os não fumadores podem ter cancro do pulmão.</p>
<p>A exposição a substâncias como o radão e os asbestos e doenças pulmonares como a fibrose<br />
pulmonar também aumentam o risco de cancro do pulmão.</p>
<p><strong>Porque é tão importante detetar a doença numa fase precoce?</strong><br />
O diagnóstico numa fase precoce está associado a melhores resultados de sobrevivência. Numa<br />
fase precoce (o chamado estadio IA) a sobrevivência aos 5 anos é mais de 5 vezes superior à<br />
verificada na doença metastizada.<br />
O tratamento da doença será influenciado pela localização do tumor, o tipo específico do<br />
tumor, as características do doente, numa decisão multidisciplinar e partilhada entre o médico<br />
e o doente.</p>
<p><strong>Existe um exame de rastreio de cancro do pulmão?</strong><br />
Vários estudos, entre os quais se destacam o NSLT (National Lung Screening Trial) e o estudo<br />
NELSON, que avaliaram 53.454 e 15.789 pessoas, respetivamente, demonstraram que o<br />
rastreio com TAC (tomografia computorizada) pulmonar de baixa dose diminuía em mais de<br />
20% a mortalidade por cancro do pulmão.</p>
<p><strong>Há inovação no tratamento de cancro do pulmão?</strong><br />
A investigação continua com o maior conhecimento da biologia molecular e os ensaios clínicos<br />
têm alterado de forma muito significativa a abordagem dos doentes com cancro do pulmão.<br />
As terapêuticas alvo, a imunoterapia e os conjugados anticorpo fármaco trouxeram uma<br />
melhoria da sobrevivência, com qualidade de vida.<br />
Neste Dia Mundial do Cancro do Pulmão: escute o seu corpo sem medo e sem culpa. Recorra ao<br />
Médico. Não normalize sintomas e não deixe que o estigma atrase um diagnóstico que pode<br />
mudar o rumo da doença.</p>
<p><strong>Fernanda Estevinho</strong><br />
<em>Assistente Hospitalar Graduada de Oncologia Médica. Unidade Local de Saúde de</em><br />
<em>Matosinhos, Hospital Pedro Hispano</em></p>
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		<media:content url="https://noticias.up.pt/wp-content/uploads/2022/03/cancro-do-pulmao-imagiologia-medica.jpg" medium="image"></media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Infestação de baratas leva ao encerramento parcial de hospital em Oliveira de Azeméis</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/infestacao-de-baratas-leva-ao-encerramento-parcial-de-hospital-em-oliveira-de-azemeis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hospital São Miguel, localizado em Oliveira de Azeméis, encerrou parcialmente na sequência de uma infestação de baratas. A presença anormal e excessiva dos insetos na unidade foi detetada na segunda-feira, forçando uma resposta imediata. Na terça-feira, a Unidade Local de Saúde (ULS) do Entre Douro e Vouga iniciou o encerramento das valências mais críticas. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital São Miguel, localizado em Oliveira de Azeméis, encerrou parcialmente na sequência de uma infestação de baratas. A presença anormal e excessiva dos insetos na unidade foi detetada na segunda-feira, forçando uma resposta imediata.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-2637496615959144" crossorigin="anonymous"></script><br />
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<p>Na terça-feira, a Unidade Local de Saúde (ULS) do Entre Douro e Vouga iniciou o encerramento das valências mais críticas. Os serviços mais afetados e com ordem de fecho total foram as alas de internamento de Geriatria e a Pediatria.</p>
<p>A situação, reportada a 12 de agosto de 2026, obrigou à retirada de todos os pacientes destas alas. O presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge Ferreira, confirmou a evacuação dos espaços.</p>
<p>Cinco dos doentes internados foram encaminhados para o Hospital São Sebastião, em Santa Maria da Feira. Os restantes dois pacientes seguiram de urgência para o Hospital Francisco Zagalo, em Ovar.</p>
<p>A administração da ULS justificou o encerramento como uma ação preventiva. A direção alegou tratar-se de uma intervenção inserida nas “ações contínuas de monitorização e manutenção”, optando por um plano estruturado de desinfestação.</p>
<p>Contudo, os profissionais de saúde desmentem categoricamente a versão oficial, garantindo que o processo não foi planeado. A decisão repentina gerou caos na agenda médica.</p>
<p>“Se fosse uma desinfestação programada, não se tinham marcado consultas para estas datas nem os internados eram transferidos assim, de repente”, garantiu à Lusa um dos funcionários do hospital, sob anonimato.</p>
<p>Outro profissional da unidade apontou a degradação da infraestrutura como a principal causa da praga. “O hospital é muito antigo e ninguém investe lá o suficiente. Com canalizações velhas e tantos campos em volta, não dá para evitar estas coisas”, lamentou.</p>
<p>O impacto do fecho fez-se sentir de imediato no atendimento ao público. “Aí parou-se tudo e as consultas foram canceladas”, explicou uma fonte hospitalar, sublinhando que apenas as consultas externas de outras especialidades continuam a operar normalmente.</p>
<p>De momento, as equipas de intervenção técnica estão a atuar diretamente nas redes de saneamento do edifício. Os trabalhos exigem a pulverização química dos espaços e uma higienização ambiental profunda.</p>
<p>A administração da ULS prevê que o hospital retome o funcionamento normal na manhã de quinta-feira. Contudo, a reabertura definitiva dos serviços de Geriatria e Pediatria está pendente da validação técnica das condições de operacionalidade e segurança.</p>
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		<media:content url="https://saudeonline.pt/wp-content/uploads/2022/09/Hospital-de-Oliveira-de-Azemeis.jpg" medium="image"></media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal estreia primeiro equipamento de Tomografia Computorizada com tecnologia de Contagem de Fotões (Photon Counting) que reduz até 45% da radiação e melhora a precisão do diagnóstico</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/portugal-estreia-primeiro-equipamento-de-tomografia-computorizada-com-tecnologia-de-contagem-de-fotoes-photon-counting-que-reduz-ate-45-da-radiacao-e-melhora-a-precisao-do-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal passa a dispor da primeira tecnologia Photon Counting em funcionamento no país, uma nova geração de Tomografia Computorizada, considerada a maior evolução tecnológica desta área nas últimas décadas. Ao reforçar a capacidade de diagnóstico e apoiar decisões clínicas mais precisas, esta nova tecnologia poderá ainda contribuir para reduzir a necessidade de exames complementares adicionais &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal passa a dispor da primeira tecnologia Photon Counting em funcionamento no país, uma nova geração de Tomografia Computorizada, considerada a maior evolução tecnológica desta área nas últimas décadas. Ao reforçar a capacidade de diagnóstico e apoiar decisões clínicas mais precisas, esta nova tecnologia poderá ainda contribuir para reduzir a necessidade de exames complementares adicionais e de procedimentos invasivos em múltiplas áreas da Medicina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao contrário da Tomografia Computorizada convencional, a tecnologia Photon Counting mede individualmente cada fotão de radiação X, em vez de integrar toda a energia recebida pelo detetor. Esta diferença tecnológica permite obter imagens anatomicamente mais detalhadas, reduzir artefactos que dificultam a interpretação dos exames e melhorar a caracterização de lesões, tecidos e estruturas anatómicas, algumas de pequena dimensão e mesmo em situações particularmente exigentes, como doentes com calcificações arteriais extensas ou stents coronários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os especialistas, esta evolução representa mais do que uma melhoria da qualidade da imagem. Ao disponibilizar melhor informação desde o primeiro exame, poderá contribuir para diagnósticos mais rigorosos e, em determinados contextos clínicos, diminuir o recurso a estudos adicionais, alguns deles invasivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tecnologia permite igualmente reduzir as doses de radiação e/ou de contraste em determinados protocolos clínicos, mantendo elevados níveis de qualidade diagnóstica – um benefício com particular relevância para doentes que necessitem de exames periódicos ou que apresentem maior vulnerabilidade à exposição cumulativa à radiação ou a produtos de contraste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estamos perante uma evolução muito significativa no diagnóstico por imagem. Não se trata apenas de obter imagens de melhor qualidade. Conseguimos obter mais e melhor informação diagnóstica, observar estruturas anatómicas com um nível de detalhe muito superior e aumentar a confiança no diagnóstico e consequentemente na tomada de decisão”, afirma Luís Curvo Semedo, Médico Radiologista na Joaquim Chaves Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na área cardiovascular, uma das principais vantagens está na avaliação da doença arterial coronária, sobretudo em doentes com calcificações importantes ou stents, situações em que a técnica convencional pode apresentar limitações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nesta área, uma das principais mais-valias desta nova tecnologia é a redução dos artefactos provocados pelas calcificações e pelos stents, permitindo uma avaliação mais rigorosa do interior das artérias coronárias. É possível avaliar e esclarecer situações clínicas que anteriormente podiam sofrer de alguma incerteza diagnóstica ou em que os exames de Angio-TC eram mesmo não diagnósticos”, sublinha Carla Saraiva, Médica Radiologista dedicada à área da imagem cardíaca na Joaquim Chaves Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também na área respiratória, a tecnologia poderá representar um avanço importante na caracterização de alterações pulmonares muito precoces. A elevada resolução espacial permite uma avaliação mais detalhada de pequenos nódulos pulmonares e de alterações em fase inicial, nomeadamente em contexto de rastreio ou suspeita de cancro do pulmão – uma capacidade que poderá contribuir para diagnósticos mais precoces e mais precisos nas situações em que o detalhe da imagem faz efetivamente a diferença. Também na avaliação de doenças do interstício pulmonar, esta tecnologia poderá trazer diagnósticos mais atempados ao detetar mais precocemente alterações de estruturas anatómicas muito pequenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luis Lebre, diretor clínico da Joaquim Chaves Saúde, adianta que “outra das vantagens é a diminuição do risco cumulativo associado a exames repetidos, algo especialmente importante em doentes que precisam de vigilância periódica (ex: rastreio do cancro do pulmão, doença oncológica em seguimento), em crianças e jovens, mais sensíveis aos efeitos da radiação a longo prazo, e em grávidas, quando o exame é estritamente necessário, assim como a eventual diminuição do risco oncológico devido a menor dose acumulada”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Luís Curvo Semedo, o impacto desta tecnologia é transversal às diferentes especialidades médicas: “mais do que uma evolução tecnológica, estamos perante uma nova capacidade de obter informação diagnóstica a partir da imagem. Isso permite caracterizar melhor diferentes patologias, apoiar decisões terapêuticas de forma mais informada e melhorar a articulação entre especialidades médicas, em benefício do doente.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os benefícios da tecnologia Photon Counting estendem-se a múltiplas áreas da medicina, incluindo Cardiologia, Pneumologia, Oncologia, Neurologia e Ortopedia, entre tantas outras especialidades nas quais a precisão diagnóstica assume um papel determinante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tecnologia encontra-se instalada na Clínica de Miraflores da Joaquim Chaves Saúde, onde passa a estar disponível o primeiro sistema NAEOTOM Alpha Prime, da Siemens Healthineers, em funcionamento em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para além da atividade privada e da exercida ao abrigo de acordos com diferentes seguradoras, os exames estão também acessíveis aos utentes do Serviço Nacional de Saúde, ao abrigo de uma convenção de âmbito regional que abrange todas as Unidades Locais de Saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo, mediante requisição emitida por uma dessas unidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<media:content url="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_2-1.jpg" medium="image"></media:content>
	</item>
		<item>
		<title>DGS emite recomendações para observação em segurança do eclipse solar</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/dgs-emite-recomendacoes-para-observacao-em-seguranca-do-eclipse-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 08:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ovarnews.pt/?p=106088</guid>

					<description><![CDATA[<p>A DGS divulgou recomendações dirigidas à população e aos empregadores para uma observação segura do eclipse total do sol na quarta-feira, com o objetivo de prevenir lesões oculares e reduzir o risco de acidentes associados ao fenómeno. As orientações constam de dois guias publicados pela DGS tendo em conta que o eclipse solar pode &#8220;ter &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DGS divulgou recomendações dirigidas à população e aos empregadores para uma observação segura do eclipse total do sol na quarta-feira, com o objetivo de prevenir lesões oculares e reduzir o risco de acidentes associados ao fenómeno.</p>
<p>As orientações constam de dois guias publicados pela DGS tendo em conta que o eclipse solar pode &#8220;ter impacto na saúde e na segurança da população se não for observado de forma segura, aumentando a probabilidade de acidentes e contribuindo para o aparecimento de lesões, sobretudo ao nível da visão&#8221;.</p>
<p>&#8220;O eclipse total do Sol é um momento único e raro, que pode ser vivido sem impacto na saúde. Todas as potenciais consequências do eclipse total do Sol são evitáveis com uma adequada prevenção&#8221;, salienta.</p>
<p>A autoridade de saúde refere que &#8220;o eclipse total do Sol durará aproximadamente duas horas, com início previsto para as 18:33 e fim às 20:23&#8221;, refere a autoridade de saúde, sublinhando que &#8220;a máxima ocultação do Sol terá uma duração inferior a meio minuto e ocorrerá às 19:30&#8221;.</p>
<p>A DGS recorda que nunca se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada e salienta que óculos de sol comuns, radiografias, vidros fumados, lentes ou outros materiais improvisados não oferecem proteção adequada, por não serem capazes de filtrar toda a radiação nociva para os olhos.</p>
<p>Segundo a autoridade de saúde, a observação do eclipse deve ser feita exclusivamente com óculos certificados para eclipse solar, em conformidade com a norma ISO 12312-2 e com marcação CE.</p>
<p>A DGS recomenda ainda cuidados especiais com as crianças, referindo que os bebés e as crianças pequenas não devem olhar diretamente para o Sol, mesmo utilizando óculos para eclipse.</p>
<p>As crianças que utilizem óculos certificados devem ser sempre acompanhadas por um adulto, que confirme a sua correta utilização durante toda a observação.</p>
<p>Recomenda ainda que, sempre que possível, devem ser privilegiadas formas indiretas e seguras de observar o eclipse, como transmissões em direto ou projeções da imagem do Sol.</p>
<p>Para os empregadores, a DGS recomenda que, através dos respetivos Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho ou Serviços de Saúde Ocupacional, informem os trabalhadores sobre o eclipse solar, os seus potenciais efeitos na saúde e as medidas preventivas.</p>
<p>Devem adotar medidas que contribuam para reduzir o risco de acidentes relacionados com a distração provocada pelo fenómeno, alterações passageiras da visão, nomeadamente durante a condução, e comportamentos de risco associados à procura de locais de observação.</p>
<p>&#8220;Instintivamente, o ser humano não olha diretamente para o Sol devido ao extremo desconforto ocular que causa. No entanto, durante um eclipse, com a redução da intensidade da luz solar pela ocultação parcial pela Lua, torna-se suportável olhar para o Sol durante o tempo suficiente para causar danos na retina, o que é, por sua vez, estimulado pela curiosidade&#8221;, salienta.</p>
<p>Adverte, contudo, que &#8220;o tempo de exposição ao Sol necessário para causar danos na retina é de apenas alguns segundos&#8221;.</p>
<p>Sublinha que a cegueira pode ocorrer &#8220;numa situação extrema e pode ser irreversível&#8221; e que a perda de visão pode não ser imediatamente aparente.</p>
<p>A observação do fenómeno astronómico também pode ter impacto psicológico, associado a sentimentos de surpresa, ansiedade ou medo perante as alterações no ambiente, provocadas por um eclipse solar total.</p>
<p>Entre essas alterações, aponta a redução da luminosidade em pleno dia, descida local da temperatura, alteração local do vento, redução do ruído ambiental, fecho precoce das pétalas de flores, sons do despertar imprevisto de animais noturnos e recolhimento apressado de animais diurnos.</p>
<p>A autoridade de saúde alerta a população de que, caso durante ou após o eclipse surjam sintomas como visão turva ou distorcida, manchas ou pontos negros no campo visual, alteração da perceção das cores, diminuição ou perda súbita da visão ou dor ocular intensa, deve contactar imediatamente a Linha SNS 24 (808 24 24 24).</p>
<p>&nbsp;</p>
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	</item>
	</channel>
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