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	<title>Arquivo de Saúde - OvarNews</title>
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	<description>Actualidade Vareira</description>
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	<title>Arquivo de Saúde - OvarNews</title>
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	<item>
		<title>PCP alerta para a falta de médicos anestesistas no Hospital da Feira</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/pcp-preocupada-com-falta-de-medicos-anestesistas-no-hospital-da-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de médicos anestesistas na Unidade Local de Saúde do Entre Douro e Vouga (ULS EDV) está a preocupar o PCP, que acusa o Serviço Nacional de Saúde de enfrentar dificuldades crescentes na resposta cirúrgica e alerta para o encaminhamento de doentes para unidades privadas. Em comunicado, a bancada parlamentar comunista refere que o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 data-section-id="17jyga9" data-start="0" data-end="68"></h3>
<p data-start="70" data-end="347">A falta de médicos anestesistas na Unidade Local de Saúde do Entre Douro e Vouga (ULS EDV) está a preocupar o PCP, que acusa o Serviço Nacional de Saúde de enfrentar dificuldades crescentes na resposta cirúrgica e alerta para o encaminhamento de doentes para unidades privadas.</p>
<p data-start="349" data-end="748">Em comunicado, a bancada parlamentar comunista refere que o problema afeta sobretudo o Hospital São Sebastião, em Santa Maria da Feira, mas tem também impacto nos blocos operatórios de São João da Madeira e Ovar. Segundo o partido, apesar da abertura recente de novas salas operatórias, a falta crónica de profissionais na área da Anestesiologia impede o pleno aproveitamento dessas infraestruturas.</p>
<p data-start="750" data-end="1146">O PCP sustenta que esta realidade tem provocado uma elevada sobrecarga de trabalho sobre os médicos do serviço, obrigados a realizar um número significativo de horas extraordinárias para garantir o funcionamento da atividade cirúrgica. Ao mesmo tempo, a dificuldade em cumprir os tempos máximos de resposta legalmente previstos estará a levar ao encaminhamento de utentes para hospitais privados.</p>
<p data-start="1148" data-end="1369">Os comunistas consideram que esta situação gera desigualdades no acesso aos cuidados de saúde e pode comprometer o acompanhamento pós-operatório dos doentes, ao fragmentar o percurso clínico entre diferentes instituições.</p>
<p data-start="1371" data-end="1680">O partido critica ainda o facto de as vagas abertas no mais recente concurso para especialistas em Anestesiologia não serem suficientes para responder às necessidades identificadas, alertando para o risco de a pressão laboral diminuir a atratividade da ULS para novos profissionais e dificultar a sua fixação.</p>
<p data-start="1682" data-end="1937">Face a estas preocupações, o PCP questionou o Ministério da Saúde sobre as medidas previstas para reforçar o serviço, garantir respostas cirúrgicas atempadas, reduzir o recurso ao trabalho extraordinário e aumentar o número de anestesistas na instituição.</p>
<p data-start="1939" data-end="2201">Contactada pela agência Lusa, a administração da ULS Entre Douro e Vouga reconhece que o serviço de Anestesiologia foi recentemente reorganizado devido a reformas e à saída de alguns profissionais, mas rejeita que existam constrangimentos na atividade cirúrgica.</p>
<p data-start="2203" data-end="2538">Segundo a direção da unidade, &#8220;graças a um esforço rigoroso de gestão e ao compromisso das equipas médicas&#8221;, os tempos de resposta mantêm-se controlados e os novos blocos operatórios encontram-se em funcionamento normal. A administração garante igualmente que o número de utentes encaminhados para hospitais privados se mantém estável.</p>
<p data-start="2540" data-end="2803" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A ULS EDV acrescenta que já se encontra em curso um procedimento concursal para a contratação de novos especialistas em Anestesiologia e assegura que continua empenhada em reforçar a capacidade de resposta e a atratividade da instituição para novos profissionais.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde quer centros de saúde a rastrear cancros até ao final do ano</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/ministerio-da-saude-quer-centros-de-saude-a-rastrear-cancros-ate-ao-final-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) terão de estar equipados até ao final de 2026 para realizar rastreios do cancro do colo do útero, do cancro do cólon e reto e da retinopatia diabética, no âmbito de uma estratégia do Ministério da Saúde destinada a reforçar a prevenção e o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) terão de estar equipados até ao final de 2026 para realizar rastreios do cancro do colo do útero, do cancro do cólon e reto e da retinopatia diabética, no âmbito de uma estratégia do Ministério da Saúde destinada a reforçar a prevenção e o diagnóstico precoce destas doenças.</p>
<p>A medida consta do Despacho n.º 7040/2026, publicado a 15 de junho, e enquadra-se no investimento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) dedicado ao reforço dos cuidados de saúde primários.</p>
<p>A medida consta do Despacho n.º 7040/2026, publicado a 15 de junho, e enquadra-se no investimento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) dedicado ao reforço dos cuidados de saúde primários.</p>
<p>O despacho determina que a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a Direção Executiva do SNS e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde trabalhem de forma articulada para garantir a implementação destes programas de rastreio nas 39 Unidades Locais de Saúde do país. O objetivo é assegurar que todas as unidades disponham dos equipamentos, materiais e condições necessárias para realizar localmente exames que, até agora, em muitos casos dependiam de laboratórios convencionados. Os rastreios do SNS são gratuitos e os utentes elegíveis continuam a ser convocados através de carta ou mensagem SMS.</p>
<p>O diploma atribui à ACSS a responsabilidade pela execução financeira dos investimentos previstos no PRR e pela aquisição dos equipamentos e serviços necessários, enquanto a Direção Executiva do SNS ficará encarregue da operacionalização dos programas, da distribuição dos meios e da monitorização da realização dos exames junto da população abrangida. O Ministério da Saúde pretende ainda criar um modelo de coordenação e acompanhamento que permita acelerar a execução das metas definidas para os cuidados de saúde primários.</p>
<p>Paralelamente, um segundo despacho, o n.º 7041/2026, determina que os cuidados de saúde primários passem também a assumir um papel mais ativo no diagnóstico e acompanhamento da Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), uma doença que, segundo o documento, afeta mais de 15% da população adulta portuguesa. O Governo justifica a medida com as limitações de resposta dos hospitais, que se têm traduzido em tempos de espera prolongados para diagnóstico e início do tratamento.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>OE atribui primeiro título de especialista em Enfermagem do Trabalho a enfermeira de Ovar</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/oe-atribui-primeiro-titulo-de-especialista-em-enfermagem-do-trabalho-a-enfermeira-de-ovar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 18:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ordem dos Enfermeiros (OE) atribuiu o primeiro título de enfermeiro especialista em Enfermagem do Trabalho à enfermeira ovarense Ana Filipa Leite. Para Ana Filipa Leite, enfermeira na Unidade de Hospitalização Domiciliária da ULS de Entre Douro e Vouga (ULSEDV), a atribuição deste título é “um enorme motivo de orgulho, mas também uma grande responsabilidade”. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Enfermeiros (OE) atribuiu o primeiro título de enfermeiro especialista em Enfermagem do Trabalho à enfermeira ovarense Ana Filipa Leite.<br />
<script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-2637496615959144" crossorigin="anonymous"></script><br />
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Para Ana Filipa Leite, enfermeira na Unidade de Hospitalização Domiciliária da ULS de Entre Douro e Vouga (ULSEDV), a atribuição deste título é “um enorme motivo de orgulho, mas também uma grande responsabilidade”.</p>
<p>“Mais do que uma conquista individual, encaro este título como um marco para a valorização da Enfermagem do Trabalho enquanto área especializada, com um papel fundamental na promoção da saúde, na prevenção da doença e na proteção dos trabalhadores”, acrescenta.</p>
<p>O título de enfermeiro especialista reconhece as competências e experiência profissional acumulada de profissionais com percurso consolidado.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>Lima Nogueira distinguido no Congresso Europeu de Hipertensão na Polónia</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/lima-nogueira-distinguido-no-congresso-europeu-de-hipertensao-na-polonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcando presença no Congresso Europeu de Hipertensão da Sociedade Europeia de Hipertensão, o Dr. Lima Nogueira recebeu o reconhecimento de Especialista em Hipertensão pela ESH que, no fundo, marca o compromisso em estudar e ter a melhor prática clínica nesta área. &#8220;Isto é sempre relevante porque estimula a melhor prática clínica e dá um papel &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="xdj266r x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs x126k92a">
<div dir="auto">Marcando presença no Congresso Europeu de Hipertensão da Sociedade Europeia de Hipertensão, o Dr. Lima Nogueira recebeu o reconhecimento de Especialista em Hipertensão pela ESH que, no fundo, marca o compromisso em estudar e ter a melhor prática clínica nesta área.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">&#8220;<em><strong>Isto é sempre relevante porque estimula a melhor prática clínica e dá um papel ativo no conhecimento e estudo nesta área</strong></em>&#8220;, comenta o médico.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x14z9mp xat24cr x1lziwak x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><em><strong>&#8220;O melhor de nós para si, com ciência</strong></em>&#8220;, diz Lima Nogueira, médico especialista em Medicina Geral e Familiar com afinidade na área da Hipertensão, que dirige uma <em>clínica</em> de proximidade na terra onde nasceu, a M&amp;L <em>CLINIC,</em> em Maceda.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Com uma experiência transversal no sistema de saúde, conhecendo desde os cuidados emergentes aos cuidados continuados, dedica-se paralelamente à área da Hipertensão Arterial (colabora com a Sociedade Portuguesa de Hipertensão) e, ultimamente, ao conhecimento e desenvolvimento do tópico da Inteligência Artificial em Medicina. Especializou-se recentemente na área da Gestão em Saúde.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><span data-subtree="aimfl,mfl" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">O 35.º </span><strong class="Yjhzub" data-sfc-root="c" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 600; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Congresso Europeu de Hipertensão (ESH &#8211; European Society of Hypertension), que decorreu em Gdańsk, Poland, entre <em>28 e 31 de Maio,</em></strong> <mark class="HxTRcb" data-sfc-root="c" data-wiz-uids="q2ogcf_h" data-sfc-cb="" data-ved="2ahUKEwjBgvuHw-aUAxVpKvsDHfWXKwYQuJAPegoIAggACAAIBRAB" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><!--qkimaf q2ogcf_g/HugV6--><!--cqw1tb q2ogcf_g/HugV6-->é um dos eventos científicos mais importantes do mundo na área da saúde cardiovascular<!--TgQPHd|[]--></mark>. Reúne anualmente milhares de especialistas para apresentar as investigações mais recentes, diretrizes clínicas (guidelines), inovações terapêuticas e estratégias de prevenção e tratamento.</div>
</div>
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		<item>
		<title>Doentes renais: falta de enfermeiros e financiamento ameaçam futuro da rede de proximidade</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/doentes-renais-falta-de-enfermeiros-e-financiamento-ameacam-futuro-da-rede-de-proximidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É preciso fazer mais para atrair e reter os enfermeiros de diálise, que são cada vez menos e sem os quais não é possível realizar os tratamentos, e é preciso também ter em conta os problemas financeiros crescentes, que se traduzem numa “asfixia das unidades, o que é já hoje uma realidade e impossível de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">“É preciso fazer mais para atrair e reter os enfermeiros de diálise, que são cada vez menos e sem os quais não é possível realizar os tratamentos, e é preciso também ter em conta os problemas financeiros crescentes, que se traduzem numa “asfixia das unidades, o que é já hoje uma realidade e impossível de ignorar”, afirmou Paulo Dinis, presidente da Direção da ANADIAL, no evento anual da Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), subordinado ao tema “Sustentabilidade Estratégica da Diálise: Agenda para 2040”, que discutiu o futuro da diálise em Portugal.</p>
<p dir="ltr">Paulo Dinis continuou: “os centros de diálise que a ANADIAL agrega, cerca de 90% dos centros privados do País, funcionam perfeitamente integrados com o sistema de saúde e satisfazemos, de forma profissional e eficiente, as necessidades em Portugal. Contudo, o valor do preço compreensivo não era aumentado há 18 anos e o aumento recente não reflete a necessidade de recuperação nem as necessidades dos centros, ao passo que os tratamentos continuam a ser de topo, mesmo com todos os custos e fatores de produção a subir ano após ano. Esta é uma equação insustentável que ameaça, no curto e médio prazo, toda a rede de proximidade que demoramos 40 anos a construir”. “Estamos na presença de um caso de sucesso inegável na saúde em Portugal, uma parceria ímpar entre o Sistema Nacional de Saúde e os centros de diálise, que estão sempre abertos, sempre disponíveis e sempre eficientes”, concluiu.</p>
<p dir="ltr">A esta questão junta-se outra que preocupa de igual forma o setor: os problemas em termos de recursos humanos, sobretudo no que diz respeito à dificuldade em atrair e reter enfermeiros. Os especialistas presentes confirmam que o grande problema começa e acaba com a saída dos jovens recém-formados do país: “Portugal tem deixado de ser atrativo para os enfermeiros. Cerca de 20% dos enfermeiros que saem da academia vão diretamente para o exterior. Estamos a falar de cerca de 600 a 700 enfermeiros por ano”, refere Abílio Silva, da Ordem dos Enfermeiros.</p>
<p dir="ltr">A questão não passa pelas competências, como esclarece João Fazendeiro Matos, Responsável de Qualidade e Cuidados e Chefe da Equipa de Crise Local em Portugal e Coordenador de Enfermagem para EMEA na Fresenius Medical Care. “O nosso problema não é a formação, mas a retenção. É parar a sangria de enfermeiros. Estamos a pagar, com os nossos impostos, esta formação para depois um terço se ir embora.”</p>
<p dir="ltr">Ana Filipa Ramos, professora Adjunta da Escola Superior de Enfermagem da Universidade de Lisboa, considera que existe uma assimetria entre as expectativas dos jovens estudantes e o que encontram na prática clínica, salientando ainda outro tipo de problemas. “Temos percebido que, a nível do ensino superior, também os nossos estudantes têm alguns níveis de ansiedade e de depressão que são superiores ao que tínhamos antes”, o que aumenta a preocupação com o bem-estar e tem levado à criação “de alguns programas com inclusão da inteligência artificial e da tecnologia, para inovar naquilo que é educação para a saúde”.</p>
<p dir="ltr">Clemente Neves Sousa, presidente da Direção da APEDT &#8211; Associação Portuguesa de Enfermeiros de Diálise e Transplantação, chama a atenção para a questão dos dados: para atrair estes profissionais é primeiro essencial “identificar os perfis dos profissionais que trabalham em diálise e perceber porque é que saem do país ou desistem a formação, uma vez que sem saber não é possível atrair”. Ainda assim, todos concordam que a resposta passará por menos horas de trabalho e sobretudo pela valorização dos enfermeiros.</p>
<p dir="ltr">Ambiente, sustentabilidade e boa gestão &#8211; Quando se trata de definir a estratégia da diálise para os próximos anos, a questão ambiental destaca-se. Luís Campos, presidente da Direção do Conselho Português para a Saúde e Ambiente, alerta para o impacto das alterações climáticas na saúde e para o do setor da saúde no ambiente, nomeadamente no que diz respeito à hemodiálise, “uma das áreas com maior impacto ambiental”, responsável por um consumo de milhões de litros de água, muitos quilowatts de energia e milhões de quilos de desperdício. “A diálise é uma das áreas com maior pegada ambiental”, confirma Ivo Laranjinha, médico nefrologista. “É um tratamento recorrente, crónico, repetido e cuja pegada se mantém, ao contrário de outras intervenções”.</p>
<p dir="ltr">Tecnologia e políticas de saúde &#8211; O encontro contou ainda com a intervenção de Paulo Urbano, presidente da Direção da APIR – Associação Portuguesa de Insuficientes Renais, que partilhou o impacto de viver com uma doença renal crónica e de fazer diálise. E porque falar do futuro é, inevitavelmente, falar dos avanços tecnológicos e de como vão integrar esse futuro, Sérgio Laranjo, Diretor Académico do Centro de Conhecimento NOVA AI-MED e Investigador Principal e Subdiretor do D³@NOVA, abordou o tema da tecnologia para um melhor cuidado, reforçando que o seu objetivo “é ser um vetor de otimização de todos os processos. É uma das formas de garantir sustentabilidade”. Uma intervenção em que se discutiu a importância dos dados, da sua recolha e de os trabalhar, “para permitir melhores cuidados, a descentralização e a eficiência operacional”, e se abordaram também os avanços permitidos pela Inteligência Artificial e as vantagens que a tecnologia pode trazer ao tratamento e gestão da doença renal crónica.</p>
<p dir="ltr">Houve ainda tempo para mais uma mesa-redonda, sobre os Modelos de diálise e políticas de saúde: o caminho para 2040, que abordou a importância da integração dos cuidados, a necessidade de ter o doente no centro e a atualização do preço compreensivo. E para o anúncio da abertura de candidaturas para a 5.ª edição do Prémio de Investigação ANADIAL, no valor de 10 mil euros, que premeia os melhores estudos clínicos e avaliações epidemiológicas na área da insuficiência renal crónica, sobretudo ao nível da prevenção e da melhoria de cuidados da doença renal crónica.</p>
<p dir="ltr">A ANADIAL convidou para o seu evento anual representantes do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde, Administração Central do Sistema de Saúde, Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde e Comissão de Implementação e Monitorização da Estratégia Nacional para a Doença Renal Crónica (CIMEN-DRC), mas estes optaram por não participar na discussão. 3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/doentes-renais-falta-de-enfermeiros-e-financiamento-ameacam-futuro-da-rede-de-proximidade/">Doentes renais: falta de enfermeiros e financiamento ameaçam futuro da rede de proximidade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Disfunção erétil: o que os homens não falam e os médicos já tratam de outra forma</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/disfuncao-eretil-o-que-os-homens-nao-falam-e-os-medicos-ja-tratam-de-outra-forma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 13:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Portugal, estima-se que 459 mil homens sofram de disfunção erétil, segundo o estudo EPISEX-PT/Masculino da Associação Portuguesa de Andrologia. Desses, apenas entre 12 a 15 mil por ano procuram ajuda médica. É um desequilíbrio que os especialistas conhecem bem e que traduz um problema cultural tanto quanto clínico. A condição afeta 17,6% dos homens &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/disfuncao-eretil-o-que-os-homens-nao-falam-e-os-medicos-ja-tratam-de-outra-forma/">Disfunção erétil: o que os homens não falam e os médicos já tratam de outra forma</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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<p>Em Portugal, estima-se que 459 mil homens sofram de disfunção erétil, segundo o estudo EPISEX-PT/Masculino da Associação Portuguesa de Andrologia. Desses, apenas entre 12 a 15 mil por ano procuram ajuda médica. É um desequilíbrio que os especialistas conhecem bem e que traduz um problema cultural tanto quanto clínico.</p>
<p>A condição afeta 17,6% dos homens com mais de 40 anos e 23,4% dos que têm mais de 50, de acordo com dados da Sociedade Portuguesa de Andrologia. Acima dos 60 anos, um em cada quatro homens refere algum grau de disfunção erétil. A origem é frequentemente multifatorial: fatores vasculares, neurológicos, hormonais e psicológicos podem coexistir no mesmo paciente. Diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares estão entre as condições mais associadas, mas o tabaco, o sedentarismo e o stress crónico também contribuem de forma significativa.</p>
<p>O maior obstáculo ao tratamento continua a ser o silêncio. Muitos homens associam esta condição a uma falha pessoal e evitam consultar um médico. O resultado é que uma condição tratável é gerida, na maioria dos casos, sem qualquer acompanhamento profissional.</p>
<p>Os tratamentos disponíveis são hoje mais variados do que há duas décadas. A primeira linha inclui os inibidores da fosfodiesterase-5. Para quem tem contraindicações ou não responde à medicação oral, existem alternativas como fisioterapia pélvica e dispositivos físicos de suporte à ereção. A 5ª Consulta Internacional sobre Medicina Sexual, publicada pela Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, classifica os dispositivos de constrição como opção terapêutica eficaz e segura, recomendada inclusive em contextos de reabilitação pós-prostatectomia. Os <a href="https://luxoseroticos.com/categoria-produto/brinquedos-sexuais/aneis-penianos/aneis-penianos-com-vibracao/" target="_blank" rel="dofollow noopener">anéis penianos com vibração</a> representam uma evolução deste conceito, com estimulação adicional reconhecida como benéfica para a qualidade de vida sexual em casal.</p>
<p>A oferta de produtos de bem-estar íntimo cresceu em paralelo com esta mudança de paradigma na medicina. Desde um <a href="https://luxoseroticos.com/categoria-produto/brinquedos-sexuais/vibradores/vibradores-mini/" target="_blank" rel="dofollow noopener">mini vibrador</a> de uso pessoal até dispositivos com indicação terapêutica, o mercado reflete uma realidade clínica cada vez mais aceite: a saúde sexual é parte integrante do bem-estar geral, não um tema separado ou menor.</p>
<p>O passo mais difícil continua a ser o primeiro. Mas os especialistas são unânimes: quanto mais cedo a disfunção erétil for abordada com um profissional de saúde, maiores as possibilidades de tratamento eficaz.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>VSR no Adulto: o inimigo respiratório que já não podemos ignorar</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/vsr-no-adulto-o-inimigo-respiratorio-que-ja-nao-podemos-ignorar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 09:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Vírus Sincicial Respiratório, conhecido por VSR, é muitas vezes associado aos bebés e às crianças pequenas. E com razão: é uma das grandes causas de bronquiolite. Mas seria um erro pensar que este vírus é apenas um problema da infância. Nos adultos mais velhos e nas pessoas com doenças crónicas, o VSR pode &#8230;</p>
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<p>O Vírus Sincicial Respiratório, conhecido por VSR, é muitas vezes associado aos bebés e às crianças pequenas. E com razão: é uma das grandes causas de bronquiolite. Mas seria um erro pensar que este vírus é apenas um problema da infância. Nos adultos mais velhos e nas pessoas com doenças crónicas, o VSR pode ser responsável por infeções respiratórias graves, internamentos e até morte.</p>
<p>Ao contrário do que acontece com algumas infeções, ter tido contacto prévio com o VSR não garante proteção duradoura. Podemos ser infetados várias vezes ao longo da vida. Na maioria dos adultos saudáveis, a infeção pode parecer apenas uma constipação: pingo no nariz, tosse, dor de cabeça, mal-estar ou febre baixa. <strong>O problema é que, em certas pessoas, esta “constipação” pode descer aos pulmões e provocar pneumonia, agravamento da DPOC, crise de asma, descompensação cardíaca ou agravamento de diabetes.</strong></p>
<p>O risco aumenta claramente com a idade. Em Portugal, estima-se que ocorram anualmente mais de três mil internamentos associados ao VSR em adultos, a grande maioria em pessoas com 65 ou mais anos. Estudos nacionais mostram também que, nos idosos hospitalizados, a doença pode ter impacto pesado: internamentos prolongados, necessidade de oxigénio e mortalidade relevante.</p>
<p>Há sinais que devem merecer atenção: falta de ar, pieira, cansaço fora do habitual, febre persistente, dor no peito, confusão ou sonolência em pessoas idosas. <strong>Nestes casos, não se deve desvalorizar.</strong> O diagnóstico pode ser confirmado por testes laboratoriais, como PCR, mas a decisão de procurar cuidados não deve ficar à espera de um teste quando há sinais de gravidade.</p>
<p>A boa notícia é que a prevenção já existe. Estão disponíveis vacinas contra o VSR para adultos, administradas numa dose única; a necessidade e o intervalo de futuros reforços ainda não estão definitivamente estabelecidos. A vacinação deve ser discutida sobretudo por pessoas com 60 ou mais anos e por adultos com maior risco de doença grave, como doentes com DPOC, asma, insuficiência cardíaca, doença coronária, diabetes, doença renal ou hepática crônica, imunossupressão, fragilidade, demência ou residentes em lares e unidades de cuidados continuados</p>
<p><strong>O VSR é um bom exemplo de uma doença que esteve demasiado tempo escondida atrás da palavra “constipação”.</strong> Para muitos adultos será apenas isso. Para outros, pode ser o início de um internamento evitável.</p>
<p>Se tem mais de 60 anos, ou se vive com uma doença respiratória, cardíaca, metabólica ou imunológica, fale com o seu médico sobre a vacinação contra o VSR. A prevenção respiratória já não se resume à gripe e à COVID-19. O VSR entrou definitivamente na conversa — e deve ser levado a sério.</p>
<p><iframe title="VSR  Inimigo da Autonomia" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/y-w6vpp6QmA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><a href="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2020/11/eurico_silva.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-48963" src="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2020/11/eurico_silva.jpg" alt="" width="273" height="303" srcset="https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2020/11/eurico_silva.jpg 740w, https://www.ovarnews.pt/wp-content/uploads/2020/11/eurico_silva-270x300.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 273px) 100vw, 273px" /></a></p>
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<p><em><strong>Eurico Silva, USF João Semana &#8211; Ovar</strong></em></p>
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            	</item>
		<item>
		<title>ULS Entre Douro e Vouga abre concurso para 40 novos médicos especialistas</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/uls-entre-douro-e-vouga-abre-concurso-para-40-novos-medicos-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No seguimento da recente publicação em Diário da República, a Unidade Local de Saúde de Entre Douro e Vouga (ULSEDV) anuncia a abertura oficial do procedimento concursal para a contratação de 40 médicos especialistas. Este investimento estratégico no capital humano visa consolidar a resposta assistencial da ULSEDV e garantir que a população dos concelhos de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No seguimento da recente publicação em Diário da República, a Unidade Local de Saúde de Entre Douro e Vouga (ULSEDV) anuncia a abertura oficial do procedimento concursal para a contratação de 40 médicos especialistas.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-2637496615959144" crossorigin="anonymous"></script><br />
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Este investimento estratégico no capital humano visa consolidar a resposta assistencial da ULSEDV e garantir que a população dos concelhos de Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Vale de Cambra, Arouca, Ovar e Castelo de Paiva (Sul), continuem a beneficiar de cuidados de saúde de proximidade, diferenciados e de alta qualidade.</p>
<p>O concurso abrange um total de 18 especialidades médicas, refletindo uma visão integrada da saúde que vai desde os cuidados primários até às áreas hospitalares de maior complexidade. Entre as vagas disponibilizadas, destacam-se:</p>
<p>Cuidados de Saúde Primários: 5 vagas para Medicina Geral e Familiar, reforçando uma área onde a ULSEDV já apresenta uma das taxas de cobertura mais elevadas do país, aproximando-se da totalidade da população com médico de família atribuído.</p>
<p>Áreas Críticas e Emergência: Reforço em Medicina Interna (5), Anestesiologia (3) e Medicina Intensiva (2).</p>
<p>Saúde Mental: Um investimento significativo com 5 vagas distribuídas entre Psiquiatria (4) e Psiquiatria da Infância e da Adolescência (1).</p>
<p>Especialidades Cirúrgicas e de Diagnóstico: Incremento em áreas como Ginecologia/Obstetrícia (3), Ortopedia (2), Radiologia (2) e Pediatria (3).</p>
<p>O mapa de vagas inclui ainda especialidades essenciais como Cardiologia, Neurologia, Neurorradiologia, Oncologia Médica, Patologia Clínica, Medicina Física e de Reabilitação, Reumatologia e Urologia.</p>
<p>Para Carlos Alberto, presidente do Conselho de Administração da ULSEDV, este passo representa mais do que um crescimento administrativo:</p>
<p>&#8220;A autorização para a contratação destes 40 especialistas é um reconhecimento do dinamismo da nossa instituição. O nosso foco é claro: atrair e fixar os melhores talentos para continuar a servir os nossos utentes com prontidão e inovação. Queremos que a ULSEDV seja uma referência no Serviço Nacional de Saúde.&#8221;</p>
<p>Com este reforço, a ULS projeta uma redução significativa nos tempos de resposta e um alargamento da capacidade de acompanhamento personalizado, mantendo o doente no centro do sistema.</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>Ricardo Matos sucede a Margarida França na ULS Região de Aveiro</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/ricardo-matos-sucede-a-margarida-franca-na-uls-regiao-de-aveiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O enfermeiro aguedense Ricardo Correia de Matos foi nomeado, em reunião do Conselho de Ministros, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Aveiro. Na mesma reunião, foram nomeados vogais executivos , Daniela de Mascarenhas Chaló, Lara Sofia Sutil Saraiva, Pedro Miguel Mónica Monteiro Simões e Andreia Pereira Santos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O enfermeiro aguedense Ricardo Correia de Matos foi nomeado, em reunião do Conselho de Ministros, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Aveiro.</p>
<p><script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-2637496615959144" crossorigin="anonymous"></script><br />
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Na mesma reunião, foram nomeados vogais executivos , Daniela de Mascarenhas Chaló, Lara Sofia Sutil Saraiva, Pedro Miguel Mónica Monteiro Simões e Andreia Pereira Santos Marques.</p>
<p>Ricardo Correia de Matos, natural de Águeda, foi candidato pela Aliança Com Aveiro (PSD-CDS) na lista para a Câmara de Aveiro (8º lugar).  Preside à Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa. Antigo presidente da Seção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros e atual tesoureiro do Conselho Diretivo da Ordem, sucede a Margarida França como presidente da ULS da Região de Aveiro <strong>que terminaria o mandato no final do ano.</strong></p>
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            	</item>
		<item>
		<title>Ovar: Cruz Vermelha Portuguesa reforça apoio aos peregrinos</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/ovar-cruz-vermelha-portuguesa-reforca-apoio-aos-peregrinos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) ativou o dispositivo de apoio aos peregrinos de Fátima, no âmbito da grande peregrinação de maio, através de uma resposta nacional articulada que mobiliza equipas e meios ao longo dos principais eixos de peregrinação, garantindo acompanhamento contínuo até ao Santuário de Fátima. Num contexto de grande afluência e exigência física &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="m#msg-f:1864616037835169680" class="mail-message expanded">
<div id="m#msg-f:1864616037835169680-header" class="mail-message-header spacer">A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) ativou o dispositivo de apoio aos peregrinos de Fátima, no âmbito da grande peregrinação de maio, através de uma resposta nacional articulada que mobiliza equipas e meios ao longo dos principais eixos de peregrinação, garantindo acompanhamento contínuo até ao Santuário de Fátima.</div>
<div id="m#msg-f:1864616037835169680-content" class="mail-message-content collapsible zoom-normal mail-show-images msg2213807532970639971">
<div class="clear">
<div dir="ltr">
<div></div>
<div>Num contexto de grande afluência e exigência física para milhares de peregrinos, a operação da CVP está assente numa lógica de proximidade, prevenção e resposta imediata a situações de saúde e emergência.</div>
<div></div>
<div>Junto ao Santuário de Fátima será instalado um Posto Médico Avançado (PMA), preparado para uma resposta abrangente em contexto de elevada afluência. Nos dias 12 e 13 de maio, este PMA está preparado para prestar assistência aos peregrinos, garantindo a triagem, atendimento médico, enfermagem, pequena cirurgia, tratamento de feridas e de lesões, apoio a situações de exaustão, desidratação e dor, estabilização de doentes, bem como o encaminhamento e evacuação para unidades hospitalares, quando necessário.</div>
<div></div>
<div>A operação da CVP inclui ainda uma rede de apoio ao longo dos principais percursos de peregrinação, com postos fixos de assistência em locais como Águeda, Cucujães, Baixo Mondego, Ovar (São João) e Caldas da Rainha, bem como postos móveis em Seia, Frazão e Castelo Branco. A esta operação juntam-se ainda várias Estruturas Locais da Cruz Vermelha Portuguesa, mobilizadas para prestar apoio pontual e de proximidade a peregrinos em trânsito nos seus territórios.</div>
<div><a id="m_2213807532970639971OWAae9060d4-5b0e-88a9-76ee-2067a5b1c628" href="https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1nVPscNy90Vo8c84kNnGyV-gnmLGY5Q0&amp;g_ep=CAESCDI2LjE2LjEyGAAg3WIqlAEsOTQyNjc3MjcsOTQyOTIxOTUsOTQyOTk1MzIsMTAwNzk2NDk4LDEwMDc5Nzc2MSwxMDA3OTY1MzUsOTQyODQ0OTMsOTQyODA1NzYsOTQyMDczOTQsOTQyMDc1MDYsOTQyMDg1MDYsOTQyMTg2NTMsOTQyMjk4MzksOTQyNzUxNjgsOTQyNzk2MTksMTAwNzk5MjUxQgJQVA%3D%3D&amp;skid=10b160c4-f681-44b4-915b-6d8c203a43b9&amp;shorturl=1&amp;ll=40.183087183539826%2C-8.506858451562485&amp;z=7" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/d/viewer?mid%3D1nVPscNy90Vo8c84kNnGyV-gnmLGY5Q0%26g_ep%3DCAESCDI2LjE2LjEyGAAg3WIqlAEsOTQyNjc3MjcsOTQyOTIxOTUsOTQyOTk1MzIsMTAwNzk2NDk4LDEwMDc5Nzc2MSwxMDA3OTY1MzUsOTQyODQ0OTMsOTQyODA1NzYsOTQyMDczOTQsOTQyMDc1MDYsOTQyMDg1MDYsOTQyMTg2NTMsOTQyMjk4MzksOTQyNzUxNjgsOTQyNzk2MTksMTAwNzk5MjUxQgJQVA%253D%253D%26skid%3D10b160c4-f681-44b4-915b-6d8c203a43b9%26shorturl%3D1%26ll%3D40.183087183539826%252C-8.506858451562485%26z%3D7&amp;source=gmail&amp;ust=1778335148065000&amp;usg=AOvVaw3seGfpUefsrOMnIdkM_BT-"><u>Mapa com distribuição dos Postos Fixos em Tempo real</u></a></div>
<div></div>
<div>“Esta é uma operação exigente, preparada para responder a um contexto de grande afluência e esforço físico prolongado. As nossas equipas estarão presentes ao longo dos percursos e junto ao Santuário para garantir triagem, assistência, estabilização e encaminhamento sempre que necessário, assegurando uma resposta próxima, articulada e eficaz”, afirma Gonçalo Órfão, coordenador de Emergência da CVP.</div>
<div></div>
<div>“Com a Operação Fátima, a Cruz Vermelha Portuguesa reafirma a sua missão humanitária de estar presente onde é mais necessária, colocando a sua rede nacional, os seus profissionais e os seus voluntários ao serviço das pessoas. Esta mobilização traduz o nosso compromisso com a proteção, a proximidade e a dignidade de todos os peregrinos que percorrem este caminho até Fátima”, afirma António Saraiva, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.</div>
<div></div>
<div>Em 2025, foram assistidos pela CVP 1.773 peregrinos no âmbito da ativação deste dispositivo.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://www.ovarnews.pt/ovar-cruz-vermelha-portuguesa-reforca-apoio-aos-peregrinos/">Ovar: Cruz Vermelha Portuguesa reforça apoio aos peregrinos</a> aparece primeiro em <a href="https://www.ovarnews.pt">OvarNews</a>.</p>
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	</channel>
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