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Feira de Março em “pé de guerra” pode ficar sem carrosséis

Só vai abrir ao público no próximo dia 25, mas a Feira de Março, em Aveiro, regista, nos últimos dias, confrontos entre feirantes, vidros partidos, bilheteiras viradas, vedações danificadas e rebentamento de petardos. Tudo por causa do alegado aumento das taxas da Feira de Março contestado pelos proprietários dos carrosséis.
Os feirantes criticam o administrador da Aveiro Expo, Acácio Coelho, de intransigência e especulação sobre os espaços do recinto. Aliás, a segundo contaram os feirantes, a situação “incendiou-se”, esta quarta-feira, depois do administrador ovarense ter estado no local. A tensão subiu de tom, registando-se confrontos entre os que queriam montar e os que se opunham, tornando a situação difícil de controlar pela PSP que chegou a ter 10 elementos no recinto para manter a segurança. Em resultado desses protestos, a vedação do Parque de Feiras ficou danificada e as cabines de bilheteiras foram derrubadas.
O protesto divergiu para a entrada do bloco central da AveiroExpo, ao som de palavras de ordem como “demissão” e “ladrão”, sempre com Acácio Coelho na mira, mas este não quis comentar os incidentes. A PSP seria obrigada a usar da força para proteger a integridade do administrador, de que resultariam escoriações em alguns dos presentes. Aqui, os manifestantes partiram o vidro de uma das portas e lançaram um petardo.
Câmara de Aveiro e Associação dos Proprietários de Equipamentos de Diversão (APED) reuniram, entretanto, mas não houve acordo e a Feira de Março corre o risco sério de abrir sem os tradicionais carrosséis.

 

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