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Futebol, a quanto obrigas! – Fernando Pereira Pinheiro

Após a derrota de ontem da seleção portuguesa de futebol, frente à sua congénere de Marrocos, é seguro e certo que o troféu para o vencedor do atual campeonato do mundo de seleções, não terá como destino Portugal.

É normal que os jogos se ganham no relvado; porém, talvez tentando desculpar o que não terá desculpa, lá temos os futebolistas portugueses a tentar arranjar um bode expiatório, neste caso, a equipa de arbitragem.

Não terá sido, certamente, por falta de apoio que a equipa de todos nós não venceu; desde o Senhor Presidente da República, o Senhor Presidente da Assembleia da República e Senhores Ministros, tiveram o respetivo apoio institucional. Como é óbvio, dado que não jogaram no campo, não se substituíram aos jogadores, metendo os golos necessários com, que se vencem os jogos.

Agora, que a equipa portuguesa de futebol está de regresso, vai sendo tempo de prestar o máximo de atenção e apoio à miséria que assola o País e, essencialmente, os mais desfavorecidos.

Em separado, tomo a liberdade de anexar o que, sob o título “O totoloto não sai sempre”, escrevi em 5 de outubro de 2022.

Não sou adivinho algum; no entanto, desapaixonadamente, sou daqueles que – sem me arvorar de treinador de bancada -, analiso realisticamente os factos e não as intenções.

Portugal e a sua população, precisam de algo que contribua para a satisfação das suas necessidades e não que lhe vendam o que há muito está vendido.

Mas, como alguém, não há muito tempo, disse que a “força vem com a calma”, fiquemos a aguardar, se possível, sentados para não nos cansarmos e/ou gastar calorias.

11/12/2022

Fernando Pereira Pinheiro

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