Cultura

Governador do Distrito Rotário 1970 de visita

O Rotary Clube de Ovar recebeu a visita oficial do Governador do Distrito Rotário 1970, companheiro Governador António Vaz.

Esta visita, devidamente programada, começou a meio da tarde com a visita ao Marco Rotário. Seguidamente, foi visitado o Centro de Promoção Social do Furadouro, uma instituição de solidariedade social que nasceu em 1969 com um grande empenhamento dos rotários da altura e que cresceu com o apoio do clube, sendo ainda hoje uma referência. A tarde concluiu-se c

om uma visita, de cariz social, à empresa Safina e com a apresentação de cumprimentos ao presidente da Câmara Municipal de Ovar.

Antes da confraternização de jantar, decorreu uma reunião de trabalho com o Conselho Director do clube, com o fim de analisar a implementação dos objectivos de Rotary na comunidade ovarense.

Durante o jantar, o companheiro Governador António Vaz, para além de ter entregue o titulo “Paul Harris” ao companheiro Alberto Gonçalves, efetuou a sua intervenção, realçando que sob a égide da humanização, em Rotary, o negócio é a humanidade sendo o Produto do mesmo os serviços prestados.

Tertúlia reiseira

Na conclusão da época natalícia e sendo o “Cantar dos Reis” uma secular tradição vareira, o Rotary Clube de Ovar dedicou a sua reunião do passado dia 10 de Janeiro a uma tertúlia reiseira intitulada “A Tradição das Troupes de Reis em Ovar”.

Para o efeito, convidou para um dos mais destacados reiseiros da nossa comunidade, o Sr. João da Silva Costa, membro ativo e destacado da troupe da JOC/LOC e um dos responsáveis pela revista anual dos Reis, que este ano comemora a sua 50ª edição.

Nesta tertúlia, depois de uma breve resenha histórica, que incluiu a explicação da forma como surgiu, no já distante ano de 1893, e como foi evoluindo de forma contínua ao longo destes últimos 123 anos, foram sendo evocados nomes de referência como António Dias Simões e a “troupe dos velhos”, D. Maria Amélia Dias Simões, José da Vesga, Américo Oliveira, Padre Manuel Pires Bastos e tantos outros que fizeram crescer e evoluir esta tradição até aos dias de hoje.

Foi salientado de igual forma a dimensão do movimento, que sendo puramente amador, congrega mais de 500 vozes e 200 instrumentistas que ao longo de uma semana se agregam em 25 troupes que criam, anualmente, três canções originais que levam aos lares, instituições e estabelecimentos comerciais do concelho uma mensagem de paz, amor e esperança.

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