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Hospital de Ovar sem papel há quatro anos

Quatro anos depois, o presidente do Conselho de Administração do Hospital de Ovar, Luís Ferreira, informou que, em 2020, a redução de papel foi de 47% em relação ao período homólogo de 2016, ou seja, “o menor consumo de papel dos últimos 7 anos”.

“Se não houvesse HOSP – Hospital Sem Papel, teriam sido gastas mais 843 mil foilhas de papel e abatidas mais 112 árvores”, salientou Luís Ferreira.

O presidente do Conselho de Administração dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), Luís Goes Pinheiro, esteve presente nas comemorações do 4.º aniversário do projecto e anunciou a implementação do projecto de Telemonitorização, actualmente em teste no Hospital de Matosinhos.

A sessão comemorativa, que decorreu no salão nobre da Santa Casa da Misericórdia de Ovar, ouviu ainda Luís Goes Pinheiro dizer que “o Hospital de Ovar é um farol nestas águas agitadas que vivemos e nunca pensamos viver”. O responsável do SPMS veio a Ovar também reconhecer o projecto Health Medical Response and Information Exchange (HMR-IE).

O projecto, que faz da unidade finalista do Prémio Saúde Sustentável pelo terceiro ano consecutivo, surge da necessidade de facilitar e robustecer o processo de decisão dos profissionais de saúde que, perante um paciente covid-19, precisam de tomar decisões quanto à estratégia clínica a adotar com um doente concreto.

Espera-se com a sua implementação a mitigação de risco de mortalidade e dos impactos e do número de eventos de readmissão pós-covid-19, e o alinhamento de estratégias clínicas na abordagem a doentes covid-19.

Para o presidente da Câmara de Ovar, Salvador Malheiro, o aniversário do “HOSP” é apenas mais uma das evidências do trabalho desenvolvido, numa instituição que pode continuar a contar com a autarquia na melhoria contínua da prestação de cuidados de saúde. “É um orgulho termos no nosso território um hospital com tamanha competência”, sublinhou o edil.

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