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Jogador do CCR Válega apela ao distanciamento social

O melhor marcador do CCR Válega contou como fez a sua quarentena e regressou ao trabalho, mas continua a apelar aos cuidados necessários na prevenção à propagação da Covid-19. Natural de Ovar, Rui Faria confessa que, enquanto esteve em confinamento, “foi difícil lidar com a ausência de rotinas”, nomeadamente a dos treinos.
O jogador, de 20 anos, que esta época se estreou no CRC Válega oriundo do São Vicente Pereira, considera que “o isolamento foi complicado”. “Estávamos habituados à rotina de sair para o treino e fazer uma vida normal. Para quem gasta tanta energia à semana e ao fim de semana, logicamente que é diferente”, refere ao site AFAtv, admitindo que desenvolveu outros hábitos para combater a monotonia. “O meu irmão joga futebol nas camadas jovens do São Vicente Pereira. Então, aproveito para treinar com ele num terreno ao lado de casa. Além disso, treinamos num pequeno ginásio que temos em casa. Quanto ao resto do dia, ocupo-o com outras actividades, como ver televisão ou jogar consola”, revela.

 

Rui Faria confessa que “há um certo receio por voltar ao trabalho” e promete tomar “todas as precauções, usando máscaras e luvas”, ele que desenvolve a sua actividade como operador de máquinas na área da metalúrgica. “No fundo, o que todos temos de fazer é seguir as instruções dadas por quem sabe do assunto, porque ainda há gente a facilitar. É importante estar em casa, porque isto é algo que não se controla de um dia para o outro”.

“Felizmente, as pessoas já estão mais conscientes do que está a acontecer”, concluiu.
De
AFAtv

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