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Luís Guerra presta homenagem ao ecossistema no espectáculo “A Tundra”

A criação resultou de um convite da Rede 5 Sentidos, que reúne onze teatros de todo o país, para que o coreógrafo e intérprete apresentasse uma nova coreografia que circulasse por todo o território.

“A Tundra” estreou-se no Teatro Viriato, em Viseu, a 02 de fevereiro, passou pela Guarda, e vai circular ainda por sete cidades, segundo a produção.

No Teatro Maria Matos, a peça, que estará em palco na terça-feira, às 21:30, será dançada por Alice Lopes, António Cabrita, Gonçalo Ferreira de Almeida, Luís Guerra e Luís Marra.

Num texto do coreógrafo sobre a peça, Luís Guerra sublinha que, apesar da severidade do clima da tundra, “este ecossistema convida, muitas vezes, a que abrandemos para nos entregarmos à contemplação”.

“Um local privilegiado para observarmos silêncio interno, para abrandarmos o fluxo da mente. Este espectáculo é uma homenagem a estes locais. Através de uma coreografia desenhada e não narrativa, é-vos oferecida uma metáfora da magia que as regiões de tundra podem conter e exercer”, acrescenta.

A composição musical original é de Darr Tah Lei, os figurinos, de Luzia Arieira e Carol Carvalho, e a direcção técnica e desenho de luzes de Zeca Iglésias.

O espectáculo é uma coprodução da Rede 5 Sentidos, que inclui o Teatro Viriato, Teatro da Guarda, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Virgínia, Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Micaelense, Teatro Nacional de São João, Teatro Municipal do Porto, O Espaço do Tempo.

A Rede 5 Sentidos foi criada em 2009 para promover a programação cultural e a produção artística em rede, apoiar e dinamizar o desenvolvimento das artes performativas em Portugal.

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