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Maceda: Um domingo a ver os aviões

Milhares de pessoas passaram, no domingo, pela Aeródromo de Manobra n.º1 (Base Aérea de Maceda), em Ovar, onde puderam observar diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa (FAP), entrar em algumas delas  e até voar, num dos dois baptismos de voo que decorreram durante a tarde.

“Temos todo o prazer em revelar e mostrar as actividades que desenvolvemos aqui. Queremos mostrar aquilo que somos, abrir-nos às pessoas”, afirmou o comandante do Aeródromo de Manobra N.º1 (AM1), Coronel Navegador Carlos Páscoa.

O responsável lembra que a abertura de portas da Base Aérea é uma tradição com décadas. “A FAP existe para defender Portugal e estar próximo do povo português e é isso que estamos a fazer”.

O Coronel Navegador explicou que a base disponibilizou “uma mostra de aviões que já serviram na Força Aérea e já estão desactivados do ponto de vista da operacionalidade, mas que ainda captam a atenção das pessoas, mas também vários aviões operacionais, como o F16, o Allouette ou o C-295, entre outros, que geram sempre muito sucesso entre os visitantes”.

Do programa, constou ainda uma mostra de actividades cinotécnicas com binómios cão/militar, baptismos da viatura blindada Condor, um conjunto de mostras no Museu do Ar, “para as pessoas verem e apreciarem as várias componentes da FAP, como o tráfego aéreo, a operação, os aviões, as pessoas e a própria maqueta da base que se pode ali observar”, explicou Carlos Páscoa.

Sobre os baptismo de voo deste ano, o comandante da AM1 indicou que essa possibilidade foi conferida a crianças e jovens com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, mediante inscrição prévia, com duas saídas programadas para a tarde de ontem. “Trata-se de uma oportunidade para os jovens testarem a sua curiosidade e verem se gostam, se têm interesse e se acham motivador para o futuro”.

O AM1 tem sido cenário de diversos treinos nacionais e internacionais, como o Hot Blade, por exemplo, e Carlos Pascoa adiantou que está em preparação um exercício para Outubro deste ano, “envolvendo aeronaves estrangeiras, mas ainda não há dados concretos sobre isso”.

 

 

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