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NATO incentiva ideias e tecnologias disruptivas e aplicação de duplo-uso, civil e militar

A Universidade de Aveiro (UA), em parceria com a idD Portugal Defence, a Direção-Geral de Recursos de Defesa Nacional e o Instituto de Telecomunicações, acolhe no dia 30 de junho a sessão de informação sobre as oportunidades da NATO para apoiar ideias e tecnologias disruptivas e aplicação de duplo-uso, civil e militar, nas áreas da resiliência energética, partilha segura de informação ou deteção e vigilância. Esta iniciativa conta ainda com o apoio institucional da Startup Portugal.

Reitoria

A sessão destina-se a todos os empreendedores, desde start-ups a empresas já estabelecidas, e que forneçam soluções de tecnologia diruptiva nas áreas da resiliência energética, partilha segura de informação ou deteção e vigilância.

Tendo em consideração o enorme alargamento das fronteiras do conhecimento, as múltiplas origens da inovação e a grande variedade de áreas tecnológicas com impacto na Defesa, a NATO lançou dois instrumentos para detetar e apoiar o desenvolvimento de soluções deep-tech inovadoras, com origem no mundo civil, e capacidade para responder a desafios críticos de segurança e defesa.

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Um desses instrumentos é o DIANA – Defence Innovation Accelerator for the North Atlantic, um programa de aceleração que em 2023 lançará três desafios, nas áreas da resiliência energética, da partilha segura de informação e da deteção e vigilância. A partir de 2024 serão lançados 10 desafios por ano.

O DIANA financiará as 10 melhores soluções de cada desafio com 100 mil euros durante os primeiros seis meses para apoiar o desenvolvimento e demonstração tecnológica, facilitará o acesso a mais de 90 centros de teste e promoverá o contacto com investidores e utilizadores finais para suportar a transição e adoção de tecnologia. As duas melhores soluções em cada desafio receberão um financiamento adicional de 300 mil euros durante mais seis meses. As candidaturas de 2023 estão abertas até 25 de agosto.

Integram a rede do DIANA os aceleradores propostos pelos países aliados (à data, 11, incluindo o português, a instalar na Arsenal do Alfeite pela idD, até 2025) e os centros de testes (mais de 100, incluindo o português, no Centro de Experimentação Operacional da Marinha, em Troia).

O DIANA tem ainda um Rapid Adoption Service (para apoiar o desenvolvimento e adoção rápida das soluções do DIANA pelos aliados e pela NATO) e uma Trusted Capital Database (para facilitar e/ou ligar inovadores certificados e investidores certificados). O acelerador português deverá estar operacional até 2025.

Outro dos instrumentos é o NATO Innovation Fund, um fundo de capital de risco com um capital de 1.000 milhões de euros para investir em projetos inovadores com aplicação na Defesa, e que Portugal subscreve. Este fundo é complementar ao DIANA.

Os interessados em participar na sessão deverão formalizar a inscrição, até ao dia 29 de junho, aqui.

Mais informações sobre a sessão de informação através do site:  https://www.iddportugal.pt/diana-info-session-2023/.

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