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Clube de Canoagem a “navegar” dentro e fora de água

O Clube de Canoagem de Ovar (CCO) vive dias difíceis sempre que chove com maior intensidade, como tem sucedido.

Em conjugação com a maré, a água da Ria sobe, galga o cais e invade os hangares da Marina do Carregal, em Ovar, onde o clube guarda o material. “Temos tido todas as semanas água a transbordar e a inundar o nosso hangar e ginásio”, informa Filipe Pereira, presidente do clube.

“Tem sido muito mau com barcos a boiar e a estragarem-se, o mesmo sucedendo com material de ginásio também submerso com água”. Depois são os constrangimentos que obrigam a treinos cancelados e ao adiamento do desporto escolar.

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A semana passada atingiu mesmo o máximo dos últimos tempos. “Não tem sido nada fácil…”, desabafa.

Dir-se-á que os barcos são feitos para andar na água, mas Filipe Pereira garante que há “prejuízos que não são visiveis agora, apesar de alguns barcos riscados, mas sim a médio longo prazo, por causa da água salgada no material, barcos, coletes, estruturas de suporte de barcos, atrelados e máquinas de ginásio”.

Depois de ter andado com a ‘casa às costas’, do Torrão do Lameiro para o Cais do Puxadouro, em Válega, e dali para o Carregal, o CCO não quer sair dali mas também não tem solução à vista para um problema que se repete e agrava. “Não é fácil, pois as marés cada vez são mais altas e com amplitudes enormes”, desabafa Filipe Pereira.

O dirigente adianta que a Náutica Desportiva Ovarense – NADO está a avaliar algumas soluções para minimizar as invasões de água que passam pela
subida da quota da marina ou, pelo menos, dos hangares ou subida da quota da rampa de acesso, local por onde entra mais água.

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