Política

PCP denuncia precariedade no sector da vigilância

Apesar da multiplicação de empresas que operam no sector – prestando serviço tanto ao sector privado, como à Administração Pública – a situação dos trabalhadores no sector da vigilância é “igualmente grave em todos os casos”, salienta o PCP.

“Este sector é marcado pelo desrespeito pela Contratação Colectiva por parte das empresas abundado a desregulação horária”.

Segundo o partido, os vigilantes vêm-se confrontados com o facto de, apesar de permanecerem vinculados à mesma empresa durante anos, sempre que a empresa perde a concessão de determinado posto de trabalho, vêm-se de malas de viagem de posto para posto ao sabor dos interesses da empresa. Consequentemente os vigilantes que permaneçam no mesmo posto tem os seus direitos adquiridos arrasados voltando ao início da carreira sucessivamente.

A isto soma-se o facto de, quando uma empresa de vigilância, perder a concessão, poder despedir por justa causa, muito embora possa estar, ao mesmo tempo, a contratar trabalhadores para a ocupação de outros postos. Ou seja, “quando a circulação de trabalhadores interessa ao patrão para promover a perda de direitos a flexibilidade é total, quanto não interessa porque implica a preservação de postos de trabalho, já não à flexibilidade nenhuma”.

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