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Peregrinos de Ovar nos caminhos da Fé

Dois anos depois, de Ovar também já partiram vários grupos e todos os caminhos parecem ir dar ao Santuário de Fátima e, neste regresso, garantem que vão chegar com fé, alegria, saudades e…  lágrimas.

De toda a região, há peregrinos com os pés estrada, com saudades e ansiosos do reencontro com Nossa Senhora, depois do interregno causado pela pandemia.

Os níveis de organização dos grupos que se metem ao caminho variam. Encontramos alguns vareiros num grupo que partiu de Espinho, na madrugada do último domingo, com quase 180 peregrinos.

Já foram 400 mas a retoma da peregrinação tem que ser lenta, diz a organização, que tem uma lista de espera que ultrapassa as 200 pessoas.

A organização é da Paróquia de Nossa Senhora da Ajuda que traz consigo fiéis espinhenses, mas também do Porto, Gaia, Gondomar, Paredes, Ovar, Santa Maria da Feira, etc. Há mais de 30 anos que a paróquia espinhense leva consigo muitos paregrinos até Fátima, apresentando um nível quase profissional, com uma segurança e autossuficiência de índices muito elevados.

Os 180 peregrinos são acompanhados por um camião semi-reboque equipado com sistema de frio onde vão os
perecíveis, como a fruta, água, sumos, comida e medicamentos. Seguem ainda várias carrinhas de apoio, devidamente identificadas, transportando bagagens, colçhões, roupa, etc.

A máquina está oleada, mas dá muito trabalho que começa em setembro de cada ano. Chegar é o objectivo, mas há tantos que por razões de saúde ficam tristes com a desistência, só que a devoção, a admiração e a adoração fazem-nos voltar a tentar.

Até ao dia 13 de maio, Dia de Nossa Senhora de Fátima, centenas de peregrinos vão circular pelas estradas, sendo recomendado aos condutores terem cuidados redobrados na circulação, para maior segurança quer dos peregrinos, quer dos próprios condutores e passageiros.

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