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No futuro, vamos fazer surf em pranchas ecológicas à base de cortiça

Ovarense José Correia estudou o emprego de um compósito à base de cortiça expandida

Tendo como ponto de partida as necessidades globais de desenvolvimento sustentável, encontrar novos materiais sustentáveis ​​que possam substituir os que têm a sua de petróleo é crucial hoje em dia.

Um grupo de alunos do TEMA – Centro de Tecnologia Mecânica e Automação, da Universidade de Aveiro, onde se inclui o ovarense José Correia, estudou o emprego de um compósito à base de cortiça expandida para produzir uma prancha de surf.

Para avaliar as propriedades mecânicas, foram realizados ensaios de tração e compressão uniaxial nos materiais da pele e do núcleo, respectivamente. Ensaios de flexão foram realizados em toda a estrutura composta representativa.

No artigo científico, agora publicado, revela-se que “a partir daqui, um modelo de protótipo de prancha de surf foi utilizado para simular algumas condições experimentais, permitindo-nos tirar conclusões promissoras”. Verificou-se que a cortiça expandida funciona muito bem quando intercalada entre madeira e resina de poliéster/fibra de vidro, sendo capaz de suportar cargas substanciais e ao mesmo tempo reduzir o peso e a pegada ambiental do compósito em 62,8%”.

Deste trabalho conclui-se que “a cortiça expandida é uma excelente candidata para substituir as espumas à base de óleo no fabrico de pranchas de surf que, apesar de um ligeiro aumento de peso, este material sustentável alinha-se com todas as filosofias de prática de surf em todo o mundo”.

Ler artigo aqui.

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