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PS acusa Câmara de deixar S. Vicente de Pereira ficar sem farmácia

PSD recusa responsabilidades

O PS de Ovar lamenta a “inércia do Executivo Municipal” no processo que levou ao “encerramento da única farmácia em São Vicente de Pereira e a subsequente deslocação para São João de Ovar”.

Os socialistas asseguram que tal “não poderia ter ocorrido sem o conhecimento e intervenção da Câmara Municipal, uma vez que a transferência de uma farmácia dentro do mesmo Município, de acordo com a legislação em vigor, obriga, pelo menos, à emissão de certidão camarária que assegure o cumprimento dos requisitos exigidos à mudança de localização e a parecer prévio vinculativo”.

A defesa do interesse das populações das freguesias do concelho “continua a ser desleixada”, critica o líder socialista Emanuel Oliveira, lamentando que “os fundamentos das decisões envoltos em secretismo e falta de transparência, colocando a
população perante uma política de factos consumados, cuja reversão se torna quase sempre uma miragem”.

O presidente da concelhia “laranja”, Domingos Silva, recusa a acusação, lamentando “o pouco conhecimento que os socialistas têm dos dossiers”.

O que aconteceu foi que a Câmara Municipal de Ovar deu um parecer sobre a instalação de uma farmácia em São João. “Sabíamos que era dos mesmos donos e sugerimos que msntivessem as duas”. Mas, acrescenta Domingos Silva, “é um negócio privado e o que dissessemos não seria vinculativo, nem podemos apoiar financeiramente o funcionamento das farmácias”.

Também o Movimento 2030 questionou a Câmara Municipal de Ovar, via email com conhecimento a todos os vereadores, se foi dada a autorização pela parte da Câmara Municipal de Ovar para a transferência da farmácia da Freguesia de São Vicente de Pereira jusã para a Freguesia de São João de Ovar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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