Política

PSD de Ovar representado no XXXV Congresso

O PSD de Ovar encontra-se representado no XXXV Congresso do PSD que está a decorrer no Coliseu de Recreios em Lisboa.
A comitiva, composta por Salvador Malheiro (participante), os delegados Pedro Coelho, Rafael Amorim, Sérgio Vicente e os observadores Carla Madureira, Carlos Baldaia e Henrique Araújo, ouviram Passos Coelho fazer um balanço de dois anos de governação.

Passos Coelho sustentou que o país “está melhor”, mas garantiu que nunca deitou foguetes. E questionou por que razão não existe vontade do PS em admitir o caminho feito, acusando os socialistas de fazerem estas críticas com fins eleitoralistas. Segundo Passos Coelho, depois de medidas difíceis a expectactiva dos socialistas “era derrotar quem está no Governo”.

E atacou: “Ainda pensam na possibilidade, ainda que remota, de ganhar as eleições”. Para disparar contra António José Seguro, sem o nomear: “A oposição está zangada (…) se recuperarmos, isso pode ser a sua desgraça eleitoral”. ´

Passos Coelho lembrou ainda alguns rótulos colocados ao partido: “Houve gente que apelidou de neoliberais ou pasme-se estalinistas. Nestes dois anos dedicámos o melhor de nós próprios a salvar Portugal da bancarrota”.

O discurso do presidente do PSD começou por assinalar os 40 anos do partido, os mesmos de democracia. E falou do “receio de descaracterização” para logo de seguida concluir: “Não há hoje menos social-democracia do que há 40 anos quando se constituiu e quando Sá Carneiro e outros deram os primeiros passos na ala liberal”. O tema haveria de ser retomado no fim da intervenção  – que demorou uma hora e 20 minutos – quando Passos Coelho regressou à História para lembrar as revisões constitucionais e voltar a desafiar o PS de António José Seguro.

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