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Só a decoração urbana resiste ao cancelamento do Carnaval

Parecia impensável mas aconteceu: a pandemia obrigou ao cancelamento dos desfiles do Carnaval de Ovar. A organização ergueu então, em tempo recorde, um “Plano B” para assinalar a época da folia, com diversas iniciativas que respeitavam as directrizes da DGS. Mas voltou a acontecer o impensável: Um novo confinamento decretado a partir das 00h00 do dia 15 de Janeiro e que não deverá terminar antes do Carnaval, obrigou ao cancelamento das principais acções inicialmente previstas no referido programa.

O vereador Alexandre Rosas já tinha garantido que nunca colocaria a saúde das pessoas em causa e, por isso, apesar de todo o trabalho feito, poderia ter de cancelar ou adaptar alguns eventos.

​Assim, ficam sem efeito as visitas orientadas à Aldeia do Carnaval e as oficinas de pintura de máscaras destinadas à população em geral que decorreriam nas sedes dos Grupos de Carnaval. Aliás, a Aldeia do Carnaval manter-se-á encerrada nos próximos tempos, estando apenas permitida a permanência de elementos dos grupos ou escolas para fins de manutenção das instalações.

O ponto alto do programa, que envolvia um registo e uma exposição de fotografia da autoria do fotógrafo Frederico Martins, foi adiado, podendo ser remarcada logo que possível. Assim, o serviço de Carnaval informou “logo que haja condições, agendar-se-á a sessão fotográfica e programar-se-á a exposição, dentro do melhor contexto”.

A decoração urbana e do edifício da Câmara Municipal de Ovar, em princípio, deverão ser as únicas iniciativas a conhecer a luz dia na época própria.

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