Cultura

Isabel, a mulher que foi acusada de bruxaria

Isabel Nunes é o nome de uma mulher acusada de bruxaria pela Inquisição, no Século XVIII. O processo desta mulher do Bunheiro, no concelho da Murtosa, decorreu no Tribunal do Santo Ofício, entre 1706 e 1709.

“Foi uma vítima da Inquisição, não foi queimada, mas sofreu castigos corporais”, asseverou o historiador Marco Pereira, historiador estarrejense que já colaborou na Revista “Dunas”. No processo desta mulher consta que foi acusada de fingir visões e revelações, este último sendo o termo usado pelo Santo Ofício para designar práticas de bruxaria.

“Foi açoitada pelas ruas públicas da vila”, lê-se no terceiro volume da “Monografia da Murtosa”, numa edição da Câmara Municipal local, com assinatura de Marco Pereira, apresentado no âmbito das comemorações dos 94 anos da criação do concelho da murtoseiro.

Na sessão, que decorreu na Oficina das Artes, Murtosa, o autor apontou os dois temas focados na obra: a História Eclesiástica e a Administração Pública. A história de Isabel Nunes encontra-se na História Eclesiástica do concelho.

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