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O mistério da massa espalhada pelo Furadouro

“Agora é isto no Furadouro quase todas as manhãs”, queixa-se Júlio Alves, morador na praia do Furadouro, em Ovar. Alguém deixa, durante a madrugada, massa cozida em vários pontos do centro da praia, provavelmente para alimentar animais vadios.

O problema, segundo Júlio Alves, “é que é proibido” e, para além da falta de higiene – “trata-se de saúde pública, do risco de queda inerente, pois nem toda a massa é imediatamente visível depois de espalhada pelos animais, alguém pode vir a escorregar e cair, há ainda que juntar o mau aspecto que dá em pleno centro do Furadouro”.

O nosso interlocutor diz que este é mais um exemplo de que “é necessário mudar mentalidades, incluindo a das autoridades que ignoram ou preferem ignorar estes casos”.

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