Política

PSD: Executivo aposta numa atitude de “pressão dialogante”

A última Comissão Política Alargada (CPA) do PSD contou com a presença dos  membros eleitos à Assembleia Distrital, da Mesa do Plenário e de eleitos locais.

O presidente da Comissão Política Concelhia, Pedro Coelho, sublinhou que está a “conseguir criar uma envolvência permanente e sistemática junto dos nossos militantes e isso já se traduz num aumento do seu número e na mobilização de hoje”.

“O debate, a troca de ideias e experiências, no fundo, a busca do saber algo mais, é essencial para os nossos militantes e simpatizantes”.

Esta CPA centrou-se em alguns temas da gestão camarária e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, que referiu que o actual executivo camarário aposta numa política de proximidade com os munícipes e com as mais diversas tutelas numa atitude de “pressão dialogante”.

O Edil daria como exemplo aquele dia de trabalho que começara com o atendimento aos munícipes; reunião de Câmara em que o PS “tem revelado uma atitude construtiva e de oposição responsável”; Visita ao Furadouro onde reuniu com a capitania do Porto de Aveiro, de forma a instalar naquele posto a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Ovar; visita de âmbito social a uma família que habita presentemente em condições deploráveis; análise, no local, da questão da erosão costeira; reunião numa empresa na zona industrial de Ovar –  instalada desde 2003 e que nunca tinha recebido a visita de um eleito local – de forma a resolver uma questão administrativa com a autarquia que pode gerar mais 20/30 postos de trabalho.

Salvador Malheiro refere que a erosão a sul do Furadouro “é a mais grave de todo o município”. “Desrnganam-se aqueles que pensam que a colocação de pedras possa ter sido para a fotografia pois as pessoas têm vindo ter comigo e dizem que já respiram mais fundo pois sentem que, por muito pequeno que seja, algo as protege”.

A curto prazo estão asseguradas as obras de minimização de estragos e as anunciadas no PAVLP. Ovar esta na linha da frente para obter uma parte de financiamento comunitário com base num protocolo a ser concluído com a Agência Portuguesa do Ambiente em que se pretende fazer projeção de areia na zona Norte do Furadouro, Maceda e Cortegaça; Intervenções inovadoras na zona sul do Furadouro, Maceda e Cortegaça; e Resolução dos rombos provocados na defesa junto ao Bairro Piscatório de Esmoriz. Esta proposta a criação de uma ITI – Intervenção Territorial Integrada – para a Erosão Costeira e a organização de um coloquio internacional. Como refere Salvador Malheiro, “não podemos esquecer que a maior riqueza do município de Ovar são os seus 14km de costa e deslocalizar 5.000 pessoas a 20.000 euris, em média, significa gastar 100.000.000 e perder um dos motores da nossa economia local”.

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