Opinião

À atenção da Câmara de Ovar – Por Florindo Pinto

Referimos “Câmara de Ovar” por que, em variadíssimas circunstâncias, os “moradores”
daquela “casa”, olham para a Província Concelhia, com indiferença e, para Esmoriz,
com aquele desdém habitual e tendo por princípio “para Esmoriz quanto pior melhor”.
Temos chamado a atenção para a sinalética que “anda por aí”, distribuída a esmo e,
em certos casos, a “insultar” as gentes desta cidade.

Os autarcas locais, submissos a Ovar, não resolvem, por que nada fazem para que as
correcções aconteçam.

Dizem-nos, que é a Ovar que compete acompanhar o tema trânsito e, por isso, volto a
trazer a público, três situações, que são “uma triste realidade” bem patente, na zona
da praia, aos olhos de quem olha e entende.

1)- Existe na Rua Nossa Senhora da Boa Viagem, uma placa que permite o trânsito a
uma meia dúzia de moradores privilegiados. É que naquela Rua existe apenas e só uma
entrada de garagem. Se os moradores surgirem, vindos do Sul, podem “poupar”, cerca
de 50 metros e se aparecerem chegados do Norte, andam, como todos os outros, um
pouco mais do que 50 metros.
Mas, acontece ainda que depois do autarca presidente e do seu companheiro, responsável pela comunicação e futuro candidato ao “emprego autárquico”, que naquela artéria o trânsito passaria a ser feito nos dois
sentidos, passados vários dias a placa de sentido proibido lá continua, “abraçada” pela
tal concessão de “amizade”.

2) – Bem junto à Rotunda do “pescador”, a burrice é mais que evidente. Pergunta-se,
agora a Ovar, por que os autarcas cá do burgo já foram questionados e a revelar muita
atenção(!!!) e cuidado por aquilo que deviam cuidar, nada fizeram e, como são
condutores encartados, até podem “pensar” que aquilo é que está certo; para quê e
porquê aquela placa de “aproximação de estrada com prioridade”, se está na entrada
da rotunda e a tal estrada é pedonal e está “vedada”, por umas bolas? Em cima da
rotunda, a placa informadora, justifica-se?

3) – Transitar, vindo do Parque de Campismo, na Rua Fernão Veloso, com destino à Av.
da Praia, implica, que todos tenham de fazer um desvio, por que deparam com a placa
de sentido proibido. Dizem-nos que foi “uma encomenda”.
Esta medida, imposta aos condutores, implica o ter cuidados desdobrados e aos
moradores a necessidade de se manterem muito atentos, pois na rua estreita, para
Poente, não existem passeios e para, Nascente, obriga as viaturas a uma travessia, da
pista que está destinada aos ciclistas e aos “caminheiros”. Tudo isto para facilitar o
estacionamento, algum ilegal, num retalho de rua.

Mas neste caso, zoa por aí, que, de quando em vez, é “atirado”, para debaixo dos
carros estacionados, pão de ló e pizzas.
E por que depois disto, tudo isto ficará na mesma, lamento que a minha saudosa
professora, D. Georgina, tenha “partido”, pois, este caso nas suas mãos a levaria a
desenhar, no quadro negro da sala de aulas, umas grandes orelhas, identificando-as.

Florindo Oliveira Pinto

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