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“Beef” de Marinhoa rumo à internacionalização

A Federação Nacional das Associações de Raças Autóctones lança marca “Portuguese Beef” para promover e potenciar a internacionalização da carne bovina das raças autóctones portuguesas. O projecto “Portuguese Beef” aposta na divulgação das raças Arouquesa, Barrosã, Cachena, Marinhoa, Maronesa, Minhota e Mirandesa. Os mercados alvo são a Alemanha, Canadá, França, Luxemburgo e Reino Unido.

Rui Jorge Dantas, Presidente da Direção da FERA, refere que “quer alavancar a procura por produtos de reconhecida qualidade com Denominação de Origem, cujo modo de produção se desenvolve através da alimentação em pastos naturais, respeitando sempre o ecossistema’. De igual modo, pretendemos “fomentar as exportações, a criação de emprego e incentivar o surgimento de novos produtos, aliando a tradição à inovação”, remata.

Para além da criação da “marca Portuguese Beef” e das respetivas submarcas, que reforçam a qualidade dos produtos e são uma referência ao consumidor final, a estratégia assenta em ações de proximidade com o público-alvo.

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O processo de promoção, divulgação e disseminação da marca e das submarcas passará pela participação em Feiras Internacionais e a concretização de Private Professional Exhibitions nos mercados-alvo europeus e de Missões de Importadores em território nacional. As acções irão privilegiar importadores e distribuidores provenientes do retalho alimentar, restauração, talhos, mercearias e lojas gourmet, bem como, o fomento de parcerias com instituições, associações, federações homólogas.

As raças autóctones nacionais constituem uma das principais razões para Portugal ser considerado uma região ‘Hot Spot’ de biodiversidade pela Organização para a Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO).

A marca “Portuguese Beef” integra-se na estratégia de internacionalização do projeto “Portuguese Beef”, cofinanciado pelo Programa Operacional para a Competitividade e Internacionalização do Portugal 2020 (Compete 2020), no âmbito do Sistema de Apoio a Acções Colectivas (SIAC), envolvendo um investimento total de 426.637,00 euros, cofinanciado em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), num total de 362.641,45 euros.

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