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Empresas: As principais tendências tecnológicas para 2023

A última década foi marcada por alterações substanciais na forma como as empresas conduzem os seus negócios. Tais progressos tornaram-se ainda mais evidentes nos anos de 2020 e 2021, fruto das condicionantes impostas pela pandemia.

Mas não se pense que a evolução tecnológica vai abrandar. O progresso tecnológico continua e as empresas têm que demonstrar capacidade de inovar, por forma a se manterem competitivas. A agência de marketing digital AWISEE reuniu aquelas que acredita serem as principais tendências tecnológicas para 2023, para as empresas que apostam no mundo digital.

Foco na experiência omnicanal

Hoje, a interação dos consumidores com as empresas não segue os moldes que vigoravam no passado. Num passado que parece algo distante, mas que, na verdade, não vai além de há uma década, a interação dos clientes como uma empresa de e-commerce (por exemplo) acontecia sobretudo através do site da própria empresa. Eventualmente, podia estender-se também ao e-mail e ao telefone.

Com a evolução da Internet, com o surgimento de novas ferramentas e sobretudo devido ao novo grau de exigência dos consumidores, a interação dessas empresas com os seus clientes é bastante mais extensa e envolve diversas plataformas. O lado positivo é que a diversificação dos canais de vendas permite que as empresas de e-commerce conquistem novos clientes.
Mas também existe um grande desafio subjacente. Hoje, os consumidores esperam que as empresas interajam com qualidade nas principais redes sociais, nos marketplaces e nos sites de reclamações.

Desta forma, também é essencial apostar em ferramentas que facilitem a gestão
centralizadas de vários canais de venda.

Aposta na proteção dos dados

Com o avanço do processo de digitalização e com cada vez mais transações a serem realizadas online, surgiu também uma consequência nefasta. O crime cibernético cresceu exponencialmente e representa agora uma preocupação para as empresas, consumidores e até para os governos.

Nesse sentido, os consumidores esperam que as empresas com quem interagem online adotem os mecanismos necessários para garantir que a sua proteção é salvaguardada.
Entre as diversas medidas que serão cada vez mais padrão da indústria, destaca-se a criptografia de dados.
Ferramentas como a criptografia de ponta a ponta garantem que as informações trocadas são seguras. Outro aspeto cada vez mais essencial é a adoção de um certificado SSL (Secure Sockets Layer), o qual é sinónimo da proteção dos dados transmitidos.

Dado que muitos consumidores têm dificuldade em perceber se estão a navegar num site que é realmente seguro, a importância de ter um selo de segurança reputado irá ganhar peso. Em Portugal, um dos marcadores que traduz mais confiança é o selo Confio, uma iniciativa da responsabilidade da Associação da Economia Digital Portugal (ACEPI), Associação DNS.PT e DECO.
O selo Confio foi lançado para promover o comércio eletrónico e para destacar a credibilidade e a segurança das lojas que colocam em prática as boas práticas do setor.

Utilização da realidade aumentada no processo de venda

A realidade aumentada é uma tecnologia imersiva que permite integrar informações digitais num cenário real, em tempo real. Através desta tecnologia é possível combinar informação do ambiente físico e imagens 3D computorizadas.
Enquanto a experiência de realidade virtual requer a utilização de equipamento próprio, por forma a criar uma experiência envolvente, a realidade aumentada apenas exige a utilização de um smartphone ou tablet (por exemplo).

Através da utilização de realidade aumentada, os potenciais clientes podem ver como é que um determinado móvel se enquadraria numa sala, ou como é que um tapete iria alterar o look de um quarto.
Trata-se de uma tecnologia que oferece um maior envolvimento dos consumidores e que tem potencial para melhorar de forma substancial a taxa de conversão, especialmente no que diz respeito aos consumidores acedem a uma loja através de um dispositivo mobile.

Interacção, segurança e inovação

Estas três tendências demonstram que os consumidores valorizam empresas que apostam num maior nível de interação, que adotam mecanismos de segurança e que implementam tecnologias inovadoras. As empresas que pretendem estar na linha da frente devem aderir rapidamente a estes requisitos, por forma manterem-se competitivas.

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