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	<title>Arquivo de Cinema - OvarNews</title>
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	<description>Actualidade Vareira</description>
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	<title>Arquivo de Cinema - OvarNews</title>
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		<title>Clara d’Ovar nasceu há 100 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 18:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Clara d'Ovar]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se ainda estivesse entre nós, Clara d’Ovar teria feito esta terça-feira, dia 4 de novembro, 100 anos. Leolina Clara Gomes Dias Simões de seu nome verdadeiro, filha de Manuel Dias Simões e de Margarida Ferreira Soares Gomes Dias Simões, nasceu em Ovar, na Rua Padre Ferrer, n.º 1, e residiu, durante a sua infância, na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se ainda estivesse entre nós, Clara d’Ovar teria feito esta terça-feira, dia 4 de novembro, 100 anos</strong>. Leolina Clara Gomes Dias Simões de seu nome verdadeiro, filha de Manuel Dias Simões e de Margarida Ferreira Soares Gomes Dias Simões, nasceu em Ovar, na Rua Padre Ferrer, n.º 1, e residiu, durante a sua infância, na Quinta que a sua família possuía no lugar de S. Miguel. Ela é tão-só e apenas uma das figuras mais enigmáticas do cinema português dos anos 60. Apesar de distinguida a título póstumo no último Dia do Município, encontra-se praticamente esquecida na terra em que nasceu em 1925.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full alignleft" src="https://3.bp.blogspot.com/-IqzOyUFjsEE/V_XfDdLFNyI/AAAAAAAAUZ4/R3Tkh8k1P8oZK6fgKUQRmTSoyWGAeGdEwCLcB/s1600/Clara%2Bd%2527Ovar.jpg" width="245" height="240" />Clara sempre teve <strong><a href="https://www.ovarnews.pt/tributo-aos-150-anos-de-antonio-dias-simoes-c-audio/">o apelo da arte</a></strong> e abandonaria os estudos para rumar a Lisboa com 19 anos, onde acabaria por se tornar secretária/correspondente de francês e português na empresa Inter-Maritime et Fluvial et Centrados Reúnis.</p>
<p>Nestas funções ou em similares, viveria, nos anos seguintes, em Paris e Locarno. O casamento com o cônsul da Suíça em Luanda (Rolland Pièrre) levou-a à capital angolana, onde viveu pouco mais de um ano. V<strong>oltaria a Paris, onde abriu um pequeno restaurante português, &#8220;Le Fado&#8221;, uma das primeiras casas de fado parisienses</strong>, onde conheceu muitos artistas franceses ligados ao cinema, nomeadamente Françoise d’Orléac, Jean Cocteau ou Fernandel.</p>
<p>Carlos Pereira, jornalista e director do Lusojornal, recorda Clara d&#8217;Ovar também enquanto fadista e, sobretudo, proprietária desta casa de fados de Paris, &#8220;que foi importante há dezenas de anos, mas não teve a descendência que merecia na capital francesa&#8221;. <strong>&#8220;Clara abriu o caminho, mas hoje, Paris não tem, mas precisaria de ter, uma verdadeira Casa de Fados&#8221;</strong>, diz Carlos Pereira.</p>
<p>A sua<strong> estreia no cinema aconteceu em 1959, quando conseguiu um papel de protagonista no filme &#8220;Merci Natercia&#8221;</strong>, conhecido em Portugal como Uma Portuguesa em Paris, de Pierre Kast. Muito sumariamente, a trama do filme, assinada pelo próprio Kast e por Peter Oser, desenvolve-se em torno da personagem de Clara d’Ovar que dá título ao filme, uma viúva rica que ajuda um aspirante a cineasta a realizar o seu primeiro filme. Ignorando o facto de Clara não ser viúva e de Kast não ser um estreante, havia algumas semelhanças entre a ficção e a realidade, uma vez que a produção do filme era assegurada por Clara d’Ovar e pelo então marido Peter Oser, um elemento do clã Rockefeller.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://3.bp.blogspot.com/-tV-rmzlTfc0/V-gJY4RwjHI/AAAAAAAAUT0/PkOEWx_25bM6ryHIoc7bfW8nqO9uUpKPgCLcB/s1600/dl.25.9.61f.png" width="388" height="521" />Fracasso quase total, o filme não estrearia em França e só estrearia em Portugal cinco anos depois, comprometendo as suas aspirações profissionais: tentou ser actriz principal em La Barque Sur l’Ocean (1960), de Maurice Clavel, e em Cartas da Religiosa Portuguesa (1960), de António Lopes Ribeiro, mas os dois projectos acabariam por não ser concluídos. O reencontro com Pierre Kast seria determinante para relançar a sua carreira: em 1961 conseguiria um papel como figurante em La morte-saison des amours, de Pierre Kast. O filme consolidaria a relação entre Clara d’Ovar e Pierre Kast, que se intensificaria nos anos seguintes, com proveitos para ambos. Apesar de ter integrado a geração da nouvelle vague, e de também ter feito carreira como crítica na prestigiada Cahiers du Cinéma, Pierre Kast (1920-1984) nunca alcançou uma posição de destaque no cinema francês, ainda que tenha começado a carreira com uma curta co-realizada com Jean Grémillon [Les charmes de l’existence (1949)] que até venceu um prémio em Veneza.</p>
<p>Nos anos seguintes, <strong>Clara d’Ovar envolver-se-ia num promissor e complexo triângulo profissional com António da Cunha Telles e Pierre Kast de onde resultariam várias co-produções</strong>, particularmente Vacances portugaises/Sorrisos do Destino (1962) e o seu elenco de luxo: Catherine Deneuve, Françoise Arnoul, Bernhard Wicki, e Jacques Doniol-Valcroze (também co-argumentista). Na direcção de fotografia, nada menos que Raoul Coutard, o mítico fotógrafo de À bout de soufflé (O Acossado, 1960) de Godard, Lola (1061) de Jacques Demy, Jules et Jim (Jules e Jim, 1962) de Truffaut, entre outros títulos fundamentais da nouvelle vague. Creditados como produtores, surgiam os nomes de Cunha Telles, Clara d’Ovar e Peter Oser.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://img.discogs.com/7wBeZRjnf5Me_b2dfctOpMYxWjk=/fit-in/567x563/filters:strip_icc():format(jpeg):mode_rgb():quality(90)/discogs-images/R-8099922-1455130466-8168.jpeg.jpg" width="310" height="308" />Mas, seguramente, a parte mais proveitosa do negócio terá sobrado para Cunha Telles, que assegura a produção associada de La Peau Douce (Angústia, 1964), o filme de Truffaut parcialmente rodado em Lisboa, produzido pela Films de Carosse e SEDIF, e com isso uma inédita exposição mediática internacional para um produtor português. Em início de carreira, acabado de lançar Os Verdes Anos (1963), com Belarmino (1964) em rodagem e a preparar as primeiras longas de António de Macedo [Domingo à Tarde (1965)] e José Fonseca e Costa (Anjo Ancorado, nunca concretizado). Como cereja no topo do bolo, Cunha Telles ainda juntou ao seu curriculum uma brevíssima figuração nesse filme de Truffaut e viu-se referenciado na Cahiers du Cinéma (III-1964: 41-42), num texto intitulado «Lettre de Lisbonne» escrito por Pierre Kast, em que anunciava a “nouvelle vague portugaise”, como um dos cinco portugueses “unis comme les doigts de la main“ (unidos como os dedos de uma mão) – Paulo Rocha, Fernando Lopes, José Fonseca e Costa, Manuel Guimarães e António da Cunha Telles – que “aiment un ainé, Manuel de Oliveira“ (amavam um ancião, Manoel de Oliveira).</p>
<p>Quem também beneficiou desta ligação foi <strong><a href="http://www.aveiro.co.pt/imprimir_noticia.aspx?id=34973">Zéni d’Ovar</a>, o fadista irmão de Clara que, além da cantar o fado no seu restaurante, também iniciou uma carreira cinematográfica</strong> sob o patrocínio de Cunha Telles: seria segundo assistente de realização de António de Macedo em Domingo à Tardee em As Ilhas Encantadas (1965), do luso-descendente Carlos Vilardebó; e ainda decorador em Mudar de Vida (1966), de Paulo Rocha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://3.bp.blogspot.com/-OrjzH-yC85w/V_iEkT-5hoI/AAAAAAAAUbA/YGjpYNsVrLAyRghn1O3BB8lTUsbtm6qqACLcB/s1600/C.O.%2B-%2BPlat66.JPG" width="205" height="301" />Quanto a <strong>Clara, teria um prémio de compensação</strong>: seria a protagonista de Clara d’Ovar em Óbidos (1965), uma curta-metragem turística de três minutos realizada por Fonseca e Costa e produzida por Cunha Telles. Mais substancial seria a sua participação em O Crime de Aldeia Velha (1964), o regresso do veterano Manuel Guimarães agora com a produção de Cunha Telles.</p>
<p>Em 1965, Clara d’Ovar regressa a Portugal para interpretar Thérese, uma das personagens de Poly au Portugal, uma série francesa de 7 episódios criada por Cécile Aubry e realizada por Claude Boissol que foi rodada no Ribatejo e seria exibida pelo canal francês ORTF. Contanto as aventuras e desventuras de uma égua de nome Poly, esta série francesa foi um enorme sucesso de audiências em França, tendo sido produzidas 9 temporadas (1961-1973), entre os quais uma ambientada em Portugal (4.ª), uma em Veneza (7.ª), uma em Espanha (8.ª) e outra na Tunísia (9.ª).</p>
<p>Quando esta série estreou na televisão francesa, a 30 de Setembro de 1965, <strong>Clara d’Ovar viaja para o Brasil para participar no Festival do Rio, integrada na delegação portuguesa</strong> – com Isabel de Castro, António Lopes Ribeiro e Manuel Félix Ribeiro – na qualidade de produtora da curta-metragem La brûlure de mille soleils (1965), que foi realizada por Pierre Kast, montada por Chris Marker e co-produzida por Anatole Dauman, o mesmo produtor de Chronique d’un été (Paris 1960) (1961) de Jean Rouch e Edgar Morin, Valparaíso (1964) de Joris Ivens, Masculin féminin (Masculino Feminino, 1966) de Godard, Mouchette (Amor e Morte, 1967) de Robert Bresson e das primeiras longas-metragens de Alain Resnais.</p>
<figure style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://granger.com/wmpix/age/rue/0134757-AMALIA-RODRIGUES-AND-CLARA-DOVAR-Amalia-Rodrigues-giving-the-key-of-her-dressing-room-at-Bobino-theatre-in-Paris-to-Clara-dOvar-on-march-9-1965-Full-credit-AGIP---Rue-des-Archives--Granger-NYC----All-rights.jpg" alt="" width="500" height="333" /><figcaption class="wp-caption-text">Amália Rodrigues dá a chave do seu camarim do Teatro Bobino, em Paris, a Clara d&#8217;Ovar, a 9 de março de 1965. Créditos da imagem: AGIP &#8211; Rue des Archives / Granger, NYC</figcaption></figure>
<p>Como actriz, Clara d’Ovar participaria em mais três projectos: um papel secundário Le Grain de Sable/O Triângulo Circular (1965), ambos de Pierre Kast; uma participação no projecto inacabado Os Caminhos da Verdade, realizado por Michel Ribó; e Le Soleil en Face (1980), novamente com Pierre Kast, uma comédia dramática com banda sonora de Sérgio Godinho. Por concretizar, ficaria o sonho de ser realizadora, uma vez que o projecto Sombras no Firmamento, um filme de ficção científica com argumento de Chad Olivier e realização partilhada de Clara d’Ovar e Pierre Kast, seria abortado. Gorada a carreira cinematográfica, Clara d’Ovar apostaria na sólida carreira de fadista e também na de escritora, publicando diversos livros a partir de meados dos anos 60: Um Mundo Paralelo (1966) e Areias Movediças (1968).</p>
<p>Para além de actriz, Clara fez da tapeçaria a sua pintura e escreveu poemas que publicou em volume: &#8220;Caminhando Pela Vida&#8221; (1994) e &#8220;Poesias do Vento&#8221;, ou em vários periódicos locais e nacionais (&#8220;Notícias de Ovar&#8221;, &#8220;Século&#8221;, &#8220;Capital&#8221;, &#8220;República&#8221;, etc).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://medias.unifrance.org/medias/213/164/107733/format_page/media.jpg" width="221" height="274" />Produziu também ensaios, contos &#8211; &#8220;Um Mundo Paralelo&#8221; (1966) -, crónicas e romances: &#8220;Areias Movediças&#8221; (1968), &#8220;Miriam – Uma Tão Longa Estrada&#8221; (1997), &#8220;Odisseia de uma Garrafa Azul – Memórias e Esquecimentos&#8221;. Em 13 de dezembro de 1999, apresentou, na Sociedade de Geografia (Lisboa), o romance &#8220;D. Juan Quixote de Saia de Folhos&#8221;. No ano 2000, publicou o romance &#8220;O Homem que corria atrás dos Sonhos&#8221;.<br />
Faleceu em 30 de junho de 2002, em Lisboa, não sem antes lançar o livro de poemas &#8220;O Voo das Palavras&#8221;.</p>
<p><strong>Em Ovar, em 2009 foram instalados dois bustos de Clara d&#8217;Ovar, um junto ao supermercado Modelo (actual Continente Bom Dia) e outro no Jardim de São Miguel (imagem em baixo), mas ambos desapareceram pouco tempo depois e nunca mais foram repostos, apesar de promessas nesse sentido.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="http://4.bp.blogspot.com/_DbWkW9Lxen8/SyERGErkwuI/AAAAAAAACtU/74tIHbgVWqo/s1600/clara2.jpg" width="567" height="425" /></p>
<p><strong>Filmes de Clara d&#8217;Ovar</strong></p>
<p>1959 &#8211; “Merci Natercia”; “Uma Portuguesa em Paris”, de Pierre Kast.<br />
1960 &#8211; “La Barque Sur l’Ocean”, de Maurice Clavel; “Cartas da Religiosa Portuguesa”, de António Lopes Ribeiro.<br />
1961 &#8211; “La Morte-Saison dês Amours”, de Pierre Kast<br />
1962 &#8211; “Je ne Suis Plus d’Ici”, de Bernard Vicki (curta-metragem filmada numa aldeia próxima de Ovar).<br />
1963 &#8211; “Vacances Portugaises”, “Os Sorrisos do Destino”, de Pièrre Kast; “PXO”, de Pièrre Kast, Jacques Doniol-Valcroze e António Vilela; “Le Pas de Troix”, de Alain Bornet.<br />
1964 &#8211; “O Crime da Aldeia Velha”, de Manuel Guimarães.<br />
1965 &#8211; “Le Grain de Sable” (O Triângulo Circular), de Pierre Kast; “La Brûlure de Mille Soleils”, de Pièrre Kast.<br />
1980 &#8211; “Le Soleil en Face”, de Pièrre Kast</p>
<p><strong> Obras literárias de Clara d’Ovar</strong></p>
<p>1956 &#8211; “Um Mundo Paralelo”<br />
1957 &#8211; “Poesias da Juventude”<br />
1958 &#8211; “As Areias Movediças”, “Poesias do Vento”<br />
1994 &#8211; “Caminhando pela Vida”<br />
1997 &#8211; “Miriam – Uma Tão Longa Estrada”<br />
1998 &#8211; “Odisseia de uma Garrafa Azul – Memórias de Esquecimentos”<br />
1999 &#8211; “D. Juan Quixote de Saia de Folhos”<br />
2000 &#8211; “O Homem que corria atrás dos Sonhos”<br />
2002 &#8211; “O voo das Palavras”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Clara d&#039;Ovar  -  Fado do São João" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/bPa6Dd6nTzI?start=39&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes consultadas:</strong></p>
<p>http://mulheresilustres.blogspot.com/<br />
Radioalfa.net<br />
noticiasdeovar.blogspot.com<br />
https://www.apaladewalsh.com/<br />
Ovarmemórias (Facebook)</p>
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            	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Barbie em Rabo de Peixe&#8221; &#8211; Por Pedro Nuno Marques</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/barbie-em-rabo-de-peixe-por-pedro-nuno-marques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2023 13:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Barbie]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Margot Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[movies]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Rabo de Peixe]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma acesa discussão com Ken, e já depois de ter descoberto que este a traía com uma adolescente abastada de Abu Dhabi, Barbie, desgostosa e revoltada com a vida, embarca numa aventura sem rumo certo. Acaba em Rabo de Peixe, Açores, onde conhece o excêntrico jovem Avelino Ribeiro, mais conhecido por Avelino &#8220;dos cheiros&#8221;. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma acesa discussão com Ken, e já depois de ter descoberto que este a traía com uma adolescente abastada de Abu Dhabi, Barbie, desgostosa e revoltada com a vida, embarca numa aventura sem rumo certo.</p>
<p><strong> Acaba em Rabo de Peixe, Açores, onde conhece o excêntrico jovem Avelino Ribeiro, mais conhecido por Avelino &#8220;dos cheiros&#8221;. </strong></p>
<p>Apaixonam-se e vivem uma relação intensa, agitada e cheia de tiques nervosos.</p>
<p><strong>Mas Ken descobre o paradeiro de Barbie e promete não ficar parado. </strong></p>
<p>Arrenda um T1 na Ericeira, concorre à Polícia Judiciária e consegue entrar.</p>
<p>Agora, o objectivo dele é só um: prender Avelino &#8220;dos cheiros&#8221; e reconquistar Barbie. Mas será que Avelino &#8220;dos cheiros&#8221; é mesmo quem parece ser?</p>
<p><em><strong>Pedro Nuno Marques</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Posso Olhar Por Ti” estreia em Ovar e por todo o País</title>
		<link>https://www.ovarnews.pt/posso-olhar-por-ti-estreia-em-ovar-e-por-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OvarNews]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 14:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[ovar]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filmado na Madeira, é um filme de aventuras para juntar toda a família “Posso olhar por ti” a primeira longa-metragem de Francisco Lobo Faria, produzida na Ilha da Madeira, vai estar em exibição nos cinemas de todo o país.Sete jovens atores, e os seus pais, empreendem uma aventura onde a solidariedade desperta o empreendedorismo, a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="m#msg-f:1761694828940386587" class="mail-message expanded">
<div class="mail-message-header spacer">Filmado na Madeira, é um filme de aventuras para juntar toda a família</div>
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<div>“Posso olhar por ti” a primeira longa-metragem de Francisco Lobo Faria, produzida na Ilha da Madeira, vai estar em exibição nos cinemas de todo o país.Sete jovens atores, e os seus pais, empreendem uma aventura onde a solidariedade desperta o empreendedorismo, a amizade, onde se exploram os talentos, se quebram as barreiras da indiferença, onde também se falha, se desentendem, mas nunca desistem.</p>
<p>Premiado em Sydney no Titan International Film Festival com o prémio Best Youth Cast (Melhor Elenco Juvenil), POSSO OLHAR POR TI foi posteriormente um dos primeiros filmes portugueses a entrar no circuito comercial dos cinemas australianos, um feito que se assinala.</p>
<p>O filme é protagonizado pelos jovens adolescentes premiados Martim Lobo, Laura Silva, Francisca Madeira, Tiago Valente, Iago Fernandes, Matilde Gouveia e Eduarda Sousa.<br />
No papel dos pais surgem atores bem conhecidos como Carolina Torres, Luís Simões, Bernardo Lobo Faria, Ângelo Rodrigues, Carla Galvão, Sylvie Dias e Mauro Hermínio, caras frequentes da televisão e do cinema nacional.</p>
<p>Já após o prémio na Austrália, o filme foi distinguido também em festivais de cinema na Índia, na Roménia e no Botão, estando prevista a sua exibição em diversos países.</p>
<p>“Posso olhar por ti” teve a sua estreia mundial no Festival AVANCA 2022 e tem estado a ser selecionado em vários festivais, nomeadamente na Suécia, Brasil, São Tomé e Príncipe e, surpreendentemente, na cidade em guerra de Odessa, na Ucrânia.</p>
<p>Com imagem de Carlos Melim, som de Daniel Guiomar, produção executiva de Vanessa Fernandes e montagem de Herman Delgado, o filme reúne uma extensa lista de técnicos, atores e figurantes originários da Madeira.</p>
<p>“Posso olhar por ti” estará em exibição a partir do dia 30 de março nos cinemas de norte a sul do país, também nos Açores e naturalmente na Madeira e no Cinema ViDA Ovar.</p>
<p>O filme contou com o apoio do Governo Regional da Madeira, Município de Porto Moniz e de diversas entidades públicas e privadas, também madeirenses.</p>
</div>
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</td>
</tr>
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<div></div>
<p>&nbsp;</p>
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