“Athena”, da artista Helena Reis, foi a grande vencedora da 28.ª edição do Encontro Internacional de Estátuas Vivas de Espinho.
Helena Reis é uma das mais consagradas artistas portuguesas na arte de estátua viva, amplamente reconhecida a nível nacional e internacional pelas suas performances marcadas pelo detalhe, realismo e forte carga conceptual. Sagrou-se campeã no World Statue Festival (Festival Mundial de Estátuas Vivas) com a obra “Devenir”, uma mulher nua a fundir-se com a rocha e a ser esculpida a partir de um bloco de pedra, inspirada nos “Escravos” de Miguel Ângelo e no conceito do filósofo Gilles Deleuze.
O seu trabalho viaja regularmente pelo mundo, tendo já levado produções artísticas e de humor visual a palcos multiculturais exigentes como a Arábia Saudita.
O certame não se limitou às estátuas vivas. O programa cultural estendeu-se ainda a outras vertentes da expressão corporal.
Na tarde de sábado, 27 de junho, o Posto de Turismo de Espinho acolheu com grande entusiasmo o II Encontro Nacional de BodyPainting, assinalando o regresso desta modalidade artística à cidade 15 anos após a sua primeira edição.
Já no período noturno, o público foi contemplado com o espetáculo “Lu(g)ar de Estátuas”, uma iniciativa de cariz singular que reuniu em ambiente cénico 11 criações mais emblemáticas da história do festival.





