Opinião

Grupo Familiar e Recreativo de Esmoriz (1932/1933) – Por Florindo Pinto

“Esmorizenses de uma casta, diferente, das que, a Ovar dão vivas, a pensar no “tacho”

– Não creio, que, em Esmoriz, exista, nos dias de hoje, quem destes eventos se recorde
– pois, aconteceram, lá longe, nos anos, de 1932/1933. “2 grandiosos saraus”, em dias
– de Dezembro e 7 de Janeiro. “2 Sensacionais Espectáculos Carnavalescos”, em 26/28
– de Fevereiro. “2 Colossais Saraus”, 16 e 22 de Abril. Recuar no tempo e aqui tudo isto
– trazer, pode ser, que sirva, para, que, alguém medite e, sinta “vergonha”, por manter
– o espaço “Esmoriztur”, inactivo. Nesta terra barrinhota, a “cultura”, no teatro / revista
– sempre foi vivida/distribuída e por que não o dizer continua “viva”. Porquê e só trago
– o “porquê” de sacrificar e tanto “castigar” os Esmorizenses, por que, na autarquia de
– Ovar, está, quem, na casa, onde cresceu e conviveu, vive, quem aqueles palcos, pisou
– O Cine-Teatro Esmoriztur, fechado, é uma “vergonha” autárquica. Mas, Ovar é assim.

Florindo Pinto

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