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José Ramos: “Não gosto de colaboradores que digam sim a tudo. Têm de se bater comigo.” (Forbes)

Chegou a estar preso 24 horas na fábrica de Ovar, mas valeu-lhe a relação de proximidade com os trabalhadores para resolver o conflito. Também lhe valeu a postura frontal para pôr fim a outro episódio. Regressava do Japão, vindo da Toyota, quando lê, ainda no avião, que havia uma greve na Salvador Caetano, em Gaia. (ler artigo aqui)

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