Quinta-feira , 21 Junho 2018
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“2018 será mais um ano de crescimento para a Bi-Silque”

“2018 será mais um ano de crescimento para a Bi-Silque”

Fundada em 1979, a empresa produz quadros que facilitam a interação entre os utilizadores em ambientes corporativos e educacionais. Está presente em 82 países nos 5 continentes. Exporta 98,7% das vendas.

André Vasconcelos começou sua carreira trabalhando na empresa fundada pelos seus pais ainda muito jovem, absorvendo todas as boas práticas e valores incutidas pela mãe Aida e pelo Pai Virgílio, e obtendo experiência em todos os setores do negócio, incluindo produção, vendas e marketing.

Como o CEO de uma empresa especialista global em produtos de comunicação visual, André Vasconcelos, gosta de manter um perfil reservado e não gosta muito dos holofotes, apesar de uma grande parte do sucesso que a Bi-Silque alcançou nos últimos anos ser da sua responsabilidade.

Questionado sobre os objectivos para 2018, responde que “será mais um ano de crescimento para a Bi-silque, mas um crescimento sustentado. Estamos a finalizar investimentos ímpares em infraestruturas e equipamentos de forma a incrementarmos a nossa capacidade instalada, mas também tendo em linha de conta novas tecnologias de suporte às operações e, fundamentalmente, novas exigências do mercado, que naturalmente impactam as nossas operações”.

“O advento do Online traz-nos desafios adicionais, e estamos a investir em inúmeras frentes para sermos capazes de acompanhar a transformação digital quer do nosso negócio, quer dos nossos clientes. Estamos particularmente atentos à rentabilidade do nosso negócio, de forma a conseguirmos continuar a ser competitivos face a uma concorrência cada vez mais global e agressiva, e só sendo mais eficientes conseguiremos continuar a libertar capital para reinvestir na sustentabilidade da empresa”.

“2018 será portanto um ano em que actuaremos em dois eixos distintos mas complementares: melhorar a eficiência das operações que nos conferem vantagens competitivas e que são o alicerce do nosso sucesso, e continuar a desenvolver novas competências que julgamos fulcrais para o futuro do negócio e a sustentabilidade da empresa, essencialmente no domínio digital”. (Ler artigo completo aqui)

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