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Devia ter comparecido no tribunal mas Manuel Godinho ficou no Brasil

 

O sucateiro de Ovar justificou a sua ausência nas alegações finais de um novo julgamento, onde é suspeito de crimes de corrupção, por estar a fazer um tratamento no Brasil.

Manuel Godinho, o conhecido sucateiro de Ovar, condenado em setembro de 2014 no âmbito do processo Face Oculta a uma pena única de 17 anos e meio de prisão, por 49 crimes de associação criminosa, corrupção, tráfico de influência, furto qualificado, burla, falsificação e perturbação de arrematação pública, deveria ter comparecido esta segunda-feira em tribunal.

Neste novo julgamento, onde o sucateiro de Ovar é suspeito de crimes de corrupção, era expectável que estivesse presente nas alegações finais. No entanto, Manuel Godinho, que deveria ter regressado no sábado, apresentou um atestado médico para justificar a sua ausência.

Godinho tinha informado que ia viajar para o Brasil no dia 12 mas que regressaria dia 23. Agora para justificar enviou um atestado médico assinado por um clínico de um hospital de Rubiataba, estado de Goiás (Brasil).

As indicações médicas são de que o paciente está em tratamento médico e de que precisa de repouso por 30 dias, pelo que está aconselhando a não viajar.

No dia 26 de fevereiro está marcado novo acórdão, caso não compareça, o Ministério Público pode pedir a prisão preventiva do sucateiro.

 

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