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Imposição da Insígnia da República no Dia do Município

Reconstituem-se as insígnias na nova Heráldica Municipal com uma réplica do laço original

A Imposição da Insígnia da República no Estandarte do Município de Ovar, no âmbito das comemorações do Centenário da Resistência Vareira à Monarquia do Norte, é um dos pontos altos da sessão solena.

Foi no primeiro aniversário da entrada das tropas republicanas em Ovar, a 12 de Fevereiro de 1920, que o general Mouzinho de Albuquerque, representando o Governo e o ministro da Guerra, se deslocou à vila vareira para colocar as insígnias da Torre e Espada na Bandeira do Município e o colar ao peito do comandante do 3.º Batalhão de Infantaria 24, o capitão Zeferino Camossa Ferraz de Abreu.

Foi um dia de festa em Ovar que, segundo os homens que comandavam os destinos do país, mostrou “a sua ardente fé republicana e indefectível patriotismo, demonstrando valor e coragem pela resistência que durante algumas horas opôs à entrada dos revoltosos monárquicos que em grandes forças marchavam para o Sul”.

O Diploma mantém-se na Edilidade, mas esta sempre quis completar a condecoração, já que o laço com o símbolo da Ordem de Torre e Espada bordado desapareceu e não mais foi encontrado. A peça tem um importante valor simbólico: representa a bravura das gentes de Ovar no tempo em que a República queria ganhar raízes no país. O esforço não foi em vão e acabou reconhecido.

Na sessão solene do Dia do Município vão reconstituir-se as insígnias na nova heráldica municipal e será colocada uma réplica do laço original desaparecido.

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